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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

03
Out21

Entre a esperança e a desilusão


João Silva

Foi assim que vivi o período após o treino de 04 de setembro em que me lesionei.

Percebi logo que aquilo não tinha sido um episódio como outros em que consegui correr apesar de ter dores. Era uma lesão. A lesão que sempre achei que apareceria.

E com isso chegou o medo maior: O de não estar na maratona em novembro. Depois veio a calma e a ideia de que ainda havia tempo até ao dia da prova.

No entanto, comecei a gerar outro pensamento: com esta paragem da corrida ficava sem grandes perspetivas para um grande desempenho.

Até ao dia em que fui ao médico para ser avaliado, ora alimentava a esperança e o espírito combativo ora me deixava dominar pela tristeza e pela desilusão de quem, no fundo, sabia que tinha perdido um sonho que estava a construir.

O primeiro diagnóstico foi uma contratura no glúteo. E, efetivamente, o músculo estava duro e eu não conseguia abrir a perna, por exemplo. Nova ida ao centro de saúde uma semana depois e aí comecei a perceber que tinha um problema mais permanente.

Injeção para aqui, relaxantes musculares e anti-inflamatórios para ali. Nada de corrida, só bicicleta estática e reforço muscular. E repouso. Mais uma grande dose de esperança depois de deixar o centro de saúde. Mais uma dose de desilusão quando tive de lá voltar uma semana depois.

Logo de seguida, mais uma enorme dose de desilusão por não sentir evolução positiva no problema e por ver que a segunda médica percebia pouco do que se estava ali a passar.

Este limbo dos dois primeiros dias estendeu-se às três semanas seguintes.

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O desespero tratou de fazer o resto. Diz, quem viveu comigo nesse tipo, que o meu feitio ficou ainda mais detestável.

Gostava de dizer que não tinham razão...

Ao fim de três semanas, ganhei juízo e falei com a equipa. Fui visto na clínica que trata os elementos da ARCD e recebi a notícia de que tinha um bloqueio na zona sacro-ilíaca e uma tensão na banda iliotibial. Este tempo todo sem correr provocou também um encurtamento muscular na perna direita. 

No meio da desilusão de todo este tempo sem saber o que tinha, também houve espaço para a esperança. Tinha mais 2/3 semanas de tratamento localizado.

Esperança no regresso...

 

 

01
Out21

Foi ali que tudo parou (por uns tempos)


João Silva

Estava no penúltimo treino do segundo ciclo para a maratona. Estava no final da nona semana de treinos sem quaisquer paragens. Era dia de treino longo.

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Depois de uma noite com um bebé ao colo, comecei com algumas dores nas costas. Nada de anormal, pensei. Já tinha acontecido. O treino não estava a correr extraordinariamente bem.

Ao quilómetro 24 voei no bom sentido. Atingi o ritmo que queria e pensei que o treino tinha valido por aquela ponta final.

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Só não consegui prever que aquele seria o último treino de corrida durante algum tempo. Durante muito tempo. Demasiado tempo.

Ainda antes de acabar o treino, perto do quilómetro 27, senti um pequeno desconforto algures entre o glúteo médio e a zona lombar. Não foi nada de mais, mas comecei a sentir dificuldades para correr ao mesmo ritmo.  Quando parei, dez minutos depois, já não consegui andar em condições. A partir daí, fui tendo muitos problemas para mover a perna direita. O ato do pé a tocar no chão era muito doloroso.

Como previsto, fomos visitar os meus pais e senti dores de morte para ter o meu bebé ao colo. Mover a perna em condições era uma miragem. Percebi logo que não iria correr no dia seguinte.

Caminhar era um suplício. Havia movimentos "finos" em que não conseguia mexer a perna. Temi o pior e aconteceu o dito.

Estava longe de saber que aquilo ia comprometer (e mudar) a minha evolução para a maratona do Porto de 2021. Estava longe de tudo, sobretudo, de poder voltar a treinar.

23
Set21

7 meses sem parar (com direito a vídeo)


João Silva

Já o disse muitas vezes: de 22 de setembro de 2020 a 26 de abril de 2021, corri todos os dias sem direito a folgas.

Foi uma opção que voltaria a ter.

Como forma de apresentar um post diferente, a dada altura decidi gravar um vídeo com as ilações que tirei de todo o processo.

Podem vê-lo aqui, no link do meu canal de YouTube:

Também podem passar por lá, espreitar os outros vídeos e subscrever o canal. Não me oporia mesmo nada a isso.

 

(P.S.: esta segunda tentativa parou no dia 04 de setembro com uma lesão. Foram quatro meses a correr todos os dias.)

17
Set21

O ano mais difícil


João Silva

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De facto, este está a ser um ano mais duro em termos de forma. Obviamente que há toda uma situação externa muito complicada para todos, mas, honestamente, não me refugio nisso, porque sei que a minha descida permanente de forma teve outras origens.

O facto de praticamente nunca ter parado retirou-me capacidade de regeneração e de assimilação de processos.

O volume médio de 550 km por mês nesta fase foi muito mais contraprodutivo do que útil em muitas situações. Mas também teve pontos muito bons, não é necessário pintar tudo a tons de preto.

A proximidade de treinos duros não ajudou na recuperação. E essa foi uma grande falha que, mais recentemente, acabou por ter consequências desagradáveis para a minha evolução: o aparecimento de uma lesão, que, ainda assim, não teve uma origem relacionada com o cansaço mas sim com "velocidade a mais". 

A ausência de treinos mais suaves, por exemplo, de sessões de rolo nos músculos retira frescura. Essa foi outra grande verdade que aprendi às custas do meu corpo.

O facto de ter sido pai e de descansar menos tempo seguido também bloqueou o progresso a dada altura. Ossos do ofício.

A incapacidade para implantar planos de treino mais equilibrados e consistentes também foi contraprodutiva. (isso mudou em junho deste ano e só foi interrompido agora por causa de uma contratura).

O ritmo e a cadência diminuíram e só melhoraram a espaços. (uma vez mais, algo que mudou muito a partir de junho.)

E foi aqui que entrou o ponto mais importante de tudo.

Passei meses a mentalizar-me de que corria mais do que aquilo que estava a acontecer e de que o meu ritmo normal não era aquele.

Um exemplo: em fases boas, consigo encaixar 18 km em 90 minutos de corrida (ritmo médio de 05 minutos/km).

Com todos estes problemas, passei a fazer habitualmente 16,50 km ou mesmo 15,50 km em momentos de maior desgaste.

Qual a importância de pensar sempre que corro mais do que no momento de baixa forma?

É que assim não me deixo cair no "é normal" ou "agora corro assim".

Da mesma maneira que passei a correr "pior" até abril, também consigo voltar ao "normal" e também provei que é possível atingir outro nível (num ponto avançado da preparação, cheguei a fazer quilómetros a 4'11 ou mesmo treinos de 2 horas ou mais a 4'42"/km). Isso ajuda a manter o foco num dado patamar.

No fundo, apesar de estar a ser o ano com mais períodos de baixa forma, tive a possibilidade de ser persistente. De me manter concentrado no ponto que queria atingir. E esse é o meu maior trunfo. Ajuda a relativizar tudo e mantém a crença na melhoria.

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Se sei tudo isto e tudo o que deu errado, por que razão não corrigi?

Nas próximas semanas falarei sobre isso, porque as tentativas de corrigir foram muitas, mas isto, tal como a vida, não é "chapa cinco".

09
Set21

Assim para o francamente estranho


João Silva

O ano já vai bem longo.

Como esperado, começou mal para todos e obviamente que há muitas coisas piores do que um tipo que corre e que não consegue chegar onde quer.

Ainda assim, tem sido um ano muito complicado e aquém do que esperava.

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O primeiro trimestre de 2021 trouxe-me uma dura realidade de treinos a um ritmo muito baixo. Nunca me consegui desenvencilhar verdadeiramente dos problemas musculares que fui tendo por causa do excesso atividade. 

Desde logo, foi tudo obra de cansaço e de incapacidade para parar nos momentos certos.

Nada tenho a dizer do volume. Dificilmente conseguiria meter mais quilómetros nas pernas e dificilmente isso seria produtivo, se é que assim já o é (não é). Por outro lado, a quantidade foi uma forma de ludibriar a falta de capacidade para me centrar nos aspetos técnicos.

Poderia dividir o primeiro semestre em duas grandes fases, a primeira de janeiro a abril e a segunda de maio a junho.

Na primeira parte, como disse e se vê, corri muito e sempre acima dos 600 km. 

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Porém, o final de abril marcou o alcançar dos 50 km e, com isso, algumas mazelas físicas devido à minha falta de descanso.

Já tinha previsto que o mês de maio seria de recuperação, mas, uma vez mais, entusiasmei-me e abusei. O corpo deu logo conta de si com grande estrondo. Cheguei a correr com fortes dores numa das virilhas e não conseguia correr muito. 

Mas o que é um "azar" pode virar uma grande sorte. 

O mês de maio foi um mês que serviu para aprender a mudar a postura e o pé de apoio.

Por força das dificuldades de sono do Mateus, passei a correr menos, sobretudo, ao fim de semana, daí a descida do volume de quilómetros.

Por outro lado, valha a verdade: o estado físico em que me encontrava não me permitia correr 3 h em cada dia de fim de semana do dito mês. Portanto, este "mal" também me devolveu alguma frescura física.

Essa frescura começou a surgir efeito em junho. Na segunda quinzena do mês, consegui várias vezes atingir bons níveis de treino. Houve dias em que cheguei ao fim todo rebentado mas com uma enorme sensação de prazer e felicidade.

Valha a verdade, tudo o que correu mal nos primeiros quatro meses do ano serviu de mecanismo impulsionador para despertar em mim a esperança de que voltaria a correr uma maratona oficial.

Veremos se assim é!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30
Ago21

Mais um viciado


João Silva

Há dois dias falei-vos num vídeo de YouTube de Ben Parkes com dicas para abordar uma maratona.

Pois bem, hoje trago-vos a página do homem. É que este britânico é uma verdadeira mina de conhecimento.

E partilha-o, de forma gratuita ou paga, no seu site mas também no YouTube.

Uma das páginas do site que me chamaram a atenção foi esta:

Screenshot_20210403_171840_com.android.chrome.jpg

Até planos adaptados tem para os desejos de cada um, tendo por base o número de treinos que cada pessoa consegue fazer.

Acho que vão gostar. Ainda por cima, o conteúdo está em inglês.

 

22
Ago21

Destrancar mesmo devagarinho


João Silva

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Quem tem filhos e pratica desporto deverá entender este problema  (também se pode aplicar o mesmo quando é para ir trabalhar ou às compras): falo de sair de casa para treinar (neste caso) sem acordar um bebé. É uma obra digna de se ver.

Fazer isto de madrugada e silenciosamente ainda é mais desafiante.

Basicamente, tenho de sair em pés de lã, nem ligo a luz do corredor, vou com o frontal ligado e voltado pelo chão. Rodo a chave muito devagarinho e, muitas vezes, só me calço fora de casa.

Às vezes, gosto de jogar ao risco e ainda tento levar a reciclagem para fora de casa por volta das 05h00 da manhã. 

Quando regresso, a aventura é a mesma. Sempre com o máximo de cuidado para não acordar o bebé.

Tudo menos acordar um bebé.

E desse lado também têm ou ja tiveram problemas do género?

 

10
Ago21

Alongar para melhorar


João Silva

Postura, sempre ela, uma bela companheira de qualquer corredor.

Uma boa postura é a diferença entre correr sem problemas e andar de rastos com dores nas costas e nos quadris.

Por isso mesmo, hoje trago-vos uns exercícios de alongamentos muito simples e rápidos que vos vão deixar em forma e sem lesões.

 

Por aí, alguém já faz estes alongamentos? 

04
Ago21

Finalmente, a explicação


João Silva

Já se impunha!

Sempre foi um tipo de treino quee fascinou pela importância que pode ter na evolução de um corredor: falo no treino fracionado.

Nunca tinha tido a verdadeira oportunidade de perceber efetivamente em que consiste e como pode ser aplicado. Aqui foi algum desmazelo, porque há imensa informação sobre o assunto.

Como podem ver no vídeo, não é um bicho de sete cabeças.

Alguém ficou com vontade de pôr isto em prática? 

14
Jul21

Precisas de uma lebre


João Silva

Em conversa com um estimado colega destas andanças, partilhei um dos meus grandes objetivos (sonhos) num futuro próximo e a médio prazo: entrar no grupo dos que correm uma maratona em menos de 3 horas.

Neste momento, ando algures entre 3h20 e 3h30, o que significa que ainda é um belo esticão. 

Esse meu colega disse-me a dada altura: precisas de uma lebre a correr contigo.

Sendo um lobo solitário, não dei especial importância, até porque sei o que preciso de fazer para correr mais rápido: aprimorar o meu plano para treinos de Vma. 

No entanto, os últimos meses mostraram que, afinal, seria importante ter uma lebre a puxar por mim. Seria uma espécie de benefício mútuo. 

Se facto, por muito que treine no limite, nunca estarei no limite das minhas capacidades porque me falta aquela motivação extra do fator "competição".

Penso bem na "coisa", os grandes atletas têm uma equipa de atletas (os pacers) a trabalhar com eles para os fazer chegar mais além.

Por razões várias, por agora, não estou a "aceitar candidaturas" para lebres. Por agora...porque me parece que vou precisar para atingir o nível seguinte.

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12
Jul21

Cais e tens de te levantar


João Silva

Embora não tenha a qualidade nem os resultados de quem vos trago aqui, não podia ficar indiferente à questão da sobrecarga de treino. 

Por ser alguém que facilmente cai no excesso de treino, nutro grande empatia pelo testemunho deste corredor amador francês a viver no Canadá. 

Já vos falei dele, porque é o autor do Running addicted, uma das minhas referências no atletismo. 

Este ano decidiu participar num Ironman e, como tal, foi expondo a sua evolução. Os dois primeiros meses de treino foram excelentes. Mesmo assim, isso não o impediu de cair no excesso de treino, algo tão habitual em quem tem tanto gosto pela corrida.

Levou-se de tal forma ao limite que acabou a rever os seus treinos. Nas palavras dele, o corpo deu o "tilt", ficou vazio e sem mais sumo para espremer. Em vez de prosseguir o plano de treino, teve de romper rápida e bruscamente para não pôr em causa o próprio corpo e a sua presença no Ironman, evento que se realiza este ano. Teve de se reinventar, o que, segundo o próprio, não foi nada fácil.

Só que continuar em excesso ia dar em asneira e minar a sua evolução.

É preciso uma grande ombridade para assumir que se entrou no limite. 

A dada altura, diz que se sentia bem, mas o corpo é que manda e não tinha outra hipótese. 

Esta é a grande moral disto: mesmo que não queiras ou não sintas que precisas, o corpo é quem mais ordena.

Aqui fica o testemunho original do atleta:

 

30
Jun21

Ressaca


João Silva

Não vos "trago" álcool.

Falo-vos da ressaca do corpo de cada vez que tem de recuperar de um treino duro.

No último ano senti várias dificuldades com o processo de recuperação. Desde logo, o erro de fazer treinos longos de corrida todos os dias e o de não parar um único dia desde meados de setembro. Isto cria um grande desgaste no corpo (e na cabeça).

Depois desta parte que já dificulta muito a recuperação de uns dias para os outros, vem a maior pedrada: o nascimento do Mateus trouxe algumas noites mais duras, alguns momentos de colo... em movimento. 

Passo a explicar: como forma de o embalar, acalmar e adormecer quando ele precisa (e quando eu preciso), caminho pela casa (normalmente, na divisão onde estamos) com o meu filhote nos braços. Isto faz-me passar algumas horas (a mais, em comparação) em pé. Como tal, os músculos mais sacrificados não relaxam e, durante a noite, no processo de restauro do corpo, sinto muitas dores.

Os levantares pós-treinos mais duros são mesmo muito dolorosos. E o início dos treinos é sempre muito penoso. Demoro uns três ou quatro dias a ficar bem. Se, nesse processo, consigo descansar melhor, o dia seguinte a uma noite mais "normal" parece um atropelo de um camião. É algo normal, já que o corpo aproveita para refazer o material muscular danificado pela corrida.

Nada disto foi uma queixa. Esta é a minha realidade agora e é a ela que tenho de me adaptar, mas não duvido de que encontrei um novo conceito de ressaca. 

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24
Jun21

Do you think you can breathe?


João Silva

É uma coisa básica, certo? Todos sabem respirar. Fazêmo-lo de forma inata.

Então e o que nos pode trazer uma consciencialização daquela ação? Desde logo, pode ajudar a detetar eventuais falhas respiratórias.

Além disso, quando devidamente controlada, a respiração pode ser um enorme aliado na hora de melhorar a performance desportiva, em especial, na corrida.

Vejam lá se o que alguém habituado a estas andanças diz faz sentido ou não:

 

29
Mai21

A explicação do silêncio


João Silva

Já pertinho do final do mês, é hora de fechar finalmente o capítulo 50 km, até porque o corpo já trabalha a pensar numa próxima "brincadeira".

Como referi há dois dias, à exceção da Diana e do Mateus, masi ninguém sabia que ia correr 50 km no dia 24 de abril. Havia uma ou outra pessoa que tinha conhecimento dessas intenções mas que desconhecia se isso ia ou não para a frente.

Como sempre, fechei-me em copas e trabalhar para chegar onde cria.

Missão cumprida.

A explicação para este silêncio é muito fácil de dar: não gosto de dizer que vou fazer, gosto de dizer que fiz.

Eu não controlo o que vou fazer (ainda para mais, depois de ter sido pai), mas controlo o que já fiz.

E pronto, no fundo, trata-se de mostrar a minha presença mas com factos, com "obra", não com palavras. Sou um homem de línguas, adoro comunicar, mas, como já dizia o outro, "palavras leva-as o vento".

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