Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Parece clichê dizer isto, mas a descida é uma fase onde se podem ganhar corridas.
Em alguns dos melhores tempos que fiz em provas, procurei apostar forte no processo de descida. Parece óbvio.
No entanto, descer bem e rápido também requer, acima de tudo, cuidado, controlo e técnica.
Entre outras coisas, quando faço uma descida normal:
Corpo direito, sem inclinação excessiva para trás ou para a frente.
Braços em coordenação com o movimento das pernas. (em treinos, quando (...)
Uma das grandes vantagens do atleta Hélio Fumo é o facto de não se limitar apenas a dar dicas para quem corre em serra, como ele.
Num vídeo curto no seu canal de YouTube, mostra-nos uns pequenos exercícios para melhorarmos a nossa forma de correr.
São tão básicos e rápidos de fazer que não há desculpa.
Ora vejam lá se não tenho razão.
Um dos momentos mais duros numa corrida é o processo de subida, sobretudo, porque são muitos os erros que provocam desgaste, logo lentidão, e cansaço físico (ou lesões).
Tendo sempre em conta que tudo isto tem de ser um processo longo e contínuo de trabalho, deixo-vos algumas dicas da minha experiência pessoal:
Os braços devem mexer de forma coordenada com as pernas. Vão dar mais agilidade e movimento.
Os joelhos devem ser bem levantados (não devem passar a zona da cintura).
(...)
Na minha terra não tenho pista de atletismo. Se quisesse fazer treino de séries (ou intervalado) nesse piso, teria de me deslocar até ao Estádio Cidade de Coimbra. Ida e volta seriam 32 km uma ou duas vezes por semana. Mais os custos de utilização do espaço. Seria incomportável para um amador. Mas o que se pede é imaginação. No início dos inícios, utilizava um caminho muito menos frequentado atrás de minha casa. Depois, aproveitei o espaço em terra batida (com uma (...)
Nascemos a fazer o que é suposto! A nossa respiração é abdominal. Ou seja, quando inspiramos, a nossa barriga expande como se fosse um balão. Era assim que devíamos respirar sempre e durante a corrida. Tinha noção disso? Há uma razão muito clara para isso! A respiração abdominal é mais profunda, leva mais oxigénio aos pulmões e promove uma melhor troca gasosa. O nosso desempenho na corrida beneficia imenso com isso. No entanto, não é bem assim que as coisas acontecem. (...)
Mais um dia, mais um bloco de exercícios ótimos para vos tornarem melhores corredores, mais completos e capazes. Confesso que as elevações são o meu calcanhar de Aquiles. Além de ter imensa dificuldade em elevar todo o corpo mais de cinco vezes, também não recorro muito a este tipo de exercício. Os outros são bastante úteis e simples de executar.
Alguém já ouviu falar em negative splitt (splitt negativo ou divisão negativa em português)? O conceito parece simples e lógico: fazer uma segunda metade da prova com melhores parciais do que na primeira. Desde logo, se tivermos em conta que demoramos, em média, 3 km a entrar no ritmo certo de uma corrida (os 3 primeiros km são uma espécie de aquecimento em competição), parece lógico que se faça menos tempo depois. Certo. Só que não! O cansaço, a desidratação, o desgaste (...)
Já ouviram falar? Pois é, a minha bíblia desportiva ensinou-me mais umas coisas. Na prática, já tinha ouvido falar na ideia, mas não conhecia a designação inglesa. No fundo, não é mais do que reduzir o volume de treino de forma gradual antes de uma prova. Pode e deve ser feito para garantir frescura para o grande dia. A referida redução não deve ser feita aleatoriamente. O processo tem de ser gradual. Portanto, neste caso concreto, vamos falar na maratona. Aqui defende-se uma (...)
A evolução no atletismo passa muito pela técnica. Na verdade, embora a resistência seja crucial em longas distâncias, a técnica é vital para curtas e longas, pois permite fazer mais e chegar mais longe com um baixo gasto energético. Além disso, nada é melhor para evitar lesões do que ter uma boa técnica. Os treinos de técnica devem ser regulares, embora não diários para não massacrar a musculatura. No caso, o facto de se ter menos tempo para treinar não pode servir de (...)