Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
A propósito da pergunta de ontem, deixo-vos o meu parecer: acredito perfeitamente que alguém siga o método de inspirar durante 4 segundos, suster a respiração durante 7 segundos e de, finalmente, expirar durante 8 segundos. No entanto, não é um método que consiga (ou queira sequer) implementar no meu treino, porque retira rapidez às trocas gasosas. Dou o exemplo de um treino de séries: aqui a respiração é feita no limite das nossas capacidades e não é diafragmática, só (...)
Nascemos a fazer o que é suposto! A nossa respiração é abdominal. Ou seja, quando inspiramos, a nossa barriga expande como se fosse um balão. Era assim que devíamos respirar sempre e durante a corrida. Tinha noção disso? Há uma razão muito clara para isso! A respiração abdominal é mais profunda, leva mais oxigénio aos pulmões e promove uma melhor troca gasosa. O nosso desempenho na corrida beneficia imenso com isso. No entanto, não é bem assim que as coisas acontecem. (...)
É uma coisa básica, certo? Todos sabem respirar. Fazêmo-lo de forma inata.
Então e o que nos pode trazer uma consciencialização daquela ação? Desde logo, pode ajudar a detetar eventuais falhas respiratórias.
Além disso, quando devidamente controlada, a respiração pode ser um enorme aliado na hora de melhorar a performance desportiva, em especial, na corrida.
Vejam lá se o que alguém habituado a estas andanças diz faz sentido ou não: