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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

07
Out19

Muitos apeadeiros para chegar à paragem atual


João Silva

IMG_20190616_114307.jpg

É sempre assim com tudo, não é?

Nunca se obtém um resultado final e quando se chega a um determinado ponto, há sempre algo a melhorar e a adaptar.

Foi um pouco assim todo o processo ligado à minha alimentação.

Já falei disso há algum tempo, mas, olhando para trás, é curioso perceber a evolução que as coisas tiveram desde há três anos.

Com efeito, foi a reeducação foi profunda ao ponto de ter deixado de sentir necessidade de comer determinadas coisas.

Passo a explicar: este ano nem sequer comi um gelado dos de compra. Os que ingeri foram feitos por mim. Outro exemplo, há meses que não bebo um copo de vinho ou como um bolo de pastelaria. Como aqui sempre digo e não é para ferir suscetibilidades, não sou mais do que ninguém. Contudo, não como porque não quero, mas não há qualquer mal em comer esses alimentos de forma equilibrada, mas tive a felicidade de ter deixado que a bolha do desporto me isolasse dessas vontades.

O meu pensamento está todo canalizado para a minha evolução física e para a funcionalidade do meu corpo, pelo que não penso sequer nesse tipo de alimentos e por essa razão é que afirmo que não tenho sentido vontade.

Podia dizer que sentia a ausência desses produtos e que tinha dificuldade em controlar-me, mas não é o caso.

No início, ainda comia algumas dessas coisas, pelo menos, uma vez por semana. Foi importante e voltava a fazê-lo, é fundamental perceber que a recusa voluntária acaba mal. Sei disso por experiência própria. O que fiz foi comer quando sentia falta, numa primeira fase, uma vez por semana.

Com o tempo e com a evolução que as coisas tiveram, foi fácil "promover" a ausência, descurar a cobiça.

Há que admiti-lo, tive uma sorte descomunal, já que a bola de neve do desporto e do que quis começar a construir me levou a abdicar inconscientemente dessas coisas.

Sinto-me feliz assim, porque consegui suprir as ausências desses doces processados, por exemplo, através de alternativas diferentes.

Foi, no fundo, fruto da dedicação e do treino. Sem isso, é provável que a evolução não tivesse sido essa.

 

20
Set19

Do afastamento gradual à ausência total


João Silva

IMG_20150908_215500.jpg

Por esta altura, já todos os assíduos do blogue sabem que não mando indiretas a ninguém e que não faço autopromoção dos meus hábitos em detrimento dos dos outros. Cada um faz o que quer.

Ainda assim, este texto serve o propósito de explicar o fenómeno que aconteceu comigo e que mudou a minha relação com o açúcar.

Desde logo, quando alguém chega aos 118 kg, os primeiros cortes têm de ser sempre feitos nas quantidades de açúcar ingeridas. E eu comia muitos produtos direta e indiretamente massacrados com açúcar.

Com o passar do tempo e durante o processo de emagrecimento, houve uma evolução progressiva. Nunca deixei de comer açúcar. Não entro em estupidezes e não faz sentido abolir coisas de forma brusca. Já tinha passado por isso com 18 anos e não correu bem, portanto, optei por fazer uma reeducação, comer sim, mas com regras.

Ainda me recordo bem: uma das primeiras coisas foi retirar o açúcar do café. Não, não custou e não, já não consigo beber café com açúcar. A esse propósito, no passado dia 23 de junho, tirei café de uma máquina, que não me obedeceu e adicionou açúcar. Moral da história: intragável, nem um golo e tive de abdicar de beber o meu café.

Retomando as ideias de cima, fui comendo de forma gradual, pelo menos, uma vez por semana comia açúcar, em festas também. Porém, fruto do conhecimento que fui adquirindo e da evolução a nível físico, fui encontrando alternativas, como a fruta. Já aqui falei muito nisso, portanto, é água passada. 

Seja como for, agora dou por mim a evitar o açúcar. Não tem mal comer de vez em quando e de forma regulada, mas simplesmente deixei de sentir necessidade, talvez porque, a nível hormonal, o desporto me compensa e me retira essa necessidade. As endorfinas que o desporto ajuda a libertar dizimaram por inteiro o meu gosto pelo açúcar, seja ele qual for.

Por exemplo, se deixei os produtos processados de forma voluntária (entre outras coisas, por causa do açúcar adicionado em alimentos que não o levam de forma natural e que servem o propósito de viciar as pessoas), no caso do açúcar foi absolutamente ocasional. Também devo confessar que esta inclincação da balança se deve ao facto de ter perfeita noção do quanto dou de mim para me manter em boa forma. Mas, e isto é muito importante de referir, não deixei de comer coisas doces. Passei foi a recorrer às diferentes frutas. 

Genuinamente, não sinto qualquer falta de açúcares artificiais, embora saiba que também não são um bicho papão quando são consumidos de forma racional.

E por aí, como é em relação ao açúcar?

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