Profissional e amador numa só cabeça
João Silva
Já lá vai algum tempo, mas um dos atletas (no caso, triatleta) que sigo, falava da diferença entre um corredor amador e um profissional. Tirando o óbvio ligado à remuneração, há um aspeto fundamental que distingue um do outro. No caso, o atleta referia-se à questão mental. A sua tese era que um amador normalmente contorna a dor e que um profissional abraça a dor. Se, à primeira vista, parece uma afirmação exagerada, há um fundamento em tudo isto. Por norma, o atleta amador (...)
