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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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02
Mar23

Emagrecer para vencer?


João Silva

O desporto quer-se saudável e tem o propósito de nos deixar saudáveis.

No entanto, a relação entre a vontade (e obrigação) de vencer pode levar a relação entre saúde e peso para um nível trágico.

Felizmente, há cada vez mais atletas a expor o problema do peso no desporto (em particular, em algumas modalidades). 

Infelizmente, isso só acontece em retrospetiva, não no momento exato.

Basicamente, há os atletas que perdem peso de forma orientada para alcançarem o nível seguinte da sua forma e depois há as modalidades que obrigam a um enorme rigor para a manutenção do peso, sob pena de não deixarem os atletas competir.

Ambos os casos são péssimos, embora o primeiro permita regressar "à normalidade" após determinada prova.

Não sou contra esse tipo de comportamento, é normal querer perder um ou outro quilo para se atingir um dado patamar. O que me perturba é que isso vire conduta comum, que seja um dado adquirido no meio.

A propósito da relação dos atletas profissionais com o peso, trago este testemunho do ex-judoca Nuno Delgado.

22
Mai21

Desengonçado!


João Silva

Muito recentemente, falei aqui do facto de ter tido os pés tortos quando comecei a andar, em bebé. 

IMG_20190709_091824.jpg

O tempo passou e a prática foi ajudando a melhorar esse problema. Na verdade, chegam-me relatos da situação, pois não tenho memória disso.

Pratiquei desporto em miúdo e em adolescente e nunca tive problemas diretos.

Os meus pés endireitaram. Vendo melhor agora e analisando o desgaste em todo o meu calçado e, agora, particularmente nas sapatilhas de corrida, chego à conclusão de que isso influenciou a minha forma de correr e de andar. 

Logicamente (qualquer podologista o confirmará), a minha postura também sofre. 

E talvez isso também explique alguma descoordenação em alguns momentos da corrida. 

No ano em que corri a minha primeira maratona, tive problemas nos tornozelos, não por lesões de corrida, mas porque o calcanhar inclinava mais para dentro em corridas mais rápidas e batia lá, descascando aquela zona do corpo. Ficaram umas feridas muito jeitosas.

Outro detalhe desta descoordenação inconsciente é a ligeira inclinação para dentro do joelho. Se não atentar ao que estou a fazer, é certo que me vou magoar.

No primeiro ano de corrida, quando ainda fazia alguns trails, caía muito. Muitas vezes por tropeçar (fraco leventamento do joelho) e algumas por não coordenar os meus movimentos. Talvez por isso prefira caminhar em serra e correr em estrada. 

Tudo isto são especulações, mas a verdade é que tenho hoje algumas marcas físicas que se podem explicar por esse tal problema na tenta infância. 

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