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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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13
Jan23

Quando o desporto nos afoga


João Silva

Todos sabemos que o desporto faz bem. A todos os níveis. Mas tem um lado pérfido. Falo muito nisso. Não para demover ninguém, mas para mostrar (até a mim próprio) que o bom em excesso pode transformar-se em mau.

Há muito tempo, a Betclic Portugal lançou no YouTube uma série de vários episódios sobre alguns dos melhores atletas portugueses. Apesar de ser uma empresa de apostas, saúdo inteiramente este tipo de trabalho.

Cresci a admirar a Vanessa Fernandes, talvez a nossa melhor triatleta de sempre. Como era possível ficar indiferente às suas prestações?

Há mais de um ano, a Vanessa trouxe o lado humano em dois momentos e eu fiquei de rastos ao perceber, uma vez mais, que o desporto pode ser uma "arma destruidora".

Só posso pedir que vejam os dois vídeos e venham cá comentar...

 

 

 

 

05
Out19

Revelar é pressionar?


João Silva

IMG_20190627_094936.jpg

Quando falei das superstições, mencionei um aspeto que procuro preservar sempre que possível: regra geral, não digo às mais variadas pessoas quantos quilómetros vou percorrer, quando estou em vésperas de treinos longos.

Por exemplo: se souber que vou correr mais de 30 km no sábado, caso converse com algum colega ou conhecido, procuro não dizer exatamente quantos quilómetros serão. Contudo, não o faço por egoísmo ou por não querer a companhia de outros colegas. Nada disso.

IMG_20190616_074217.jpg

Faço-o para não dar "azar", aqui está a parte da surpestição, porque acredito que pode agourar e porque gosto de mostrar o que foi feito não de criar expectativas sobre o que tenciono realizar: por um lado, não gosto da pressão adicional que isso vai gerar e, por outro, porque acredito que primeiro se faz e depois se diz, não o contrário.

Ao revelar os planos, sinto-me pressionado e, por exemplo, se sentir dores fortes nos músculos ou se as coisas não estiverem a correr bem, sinto a obrigação de fazer o dito longão "apenas" para manter a minha palavra, em vez de repousar ou de fazer algo que seja mais benéfico para o organismo.

Por essa razão é que falo em pressão, não tanto proveniente dos outros, mas, principalmente, por ter a necessidade de cumprir aquilo que "disse".

IMG_20190615_084154.jpg

Resumindo: prefiro dar conta do que fiz e falar nisso após a execução em vez de fazer "propaganda" a algo que, por este ou outro motivo, pode não chegar a acontecer. 

Mais alguém a fazer parte deste grupo?

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