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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

25
Nov19

Outubro, o mês do alívio


João Silva

Tal como previsto, a "maluqueira" que tinha no corpo só podia durar até finais de setembro, pois o mês de outubro obrigava-me a baixar a intensidade dos treinos. 

A maratona já estava à porta, pelo que quis baixar a carga. O corpo precisa de tempo para regenerar e o objetivo era estar bem para dia 03 de novembro.

Além disso, as mudanças neste mês, com o adiamento da meia maratona de Leiria para o dia 13 de outubro, também apresentavam desafios de sobra.

Fiquei com duas meias maratonas muito seguidas, apenas com uma semana de intervalo, e queria fazer bons resultados. Assumo-o perfeitamente: estava à procura de baixar o meu recorde pessoal. E consegui.

Portanto, e como era suposto e também saudável, o número de quilómetros baixou em outubro (em comparação com julho, agosto e setembro) e também os treinos de reforço foram menos intensos, embora, em abono da verdade, como se pode ver abaixo, não tenha havido um decréscimo significativo em quilómetros. Mas caramba, nunca me senti assim tão bem.

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Estratégias, cada um com a sua, mas todas viáveis desde que saudáveis.

IMG_20190914_094707.jpg

12
Nov19

O que mudou de novembro de 2018 para novembro de 2019


João Silva

IMG_20190913_080744.jpg

No fundo, o meu propósito com este texto não é tanto falar no mês de novembro em 2018 e em 2019 mas sim no processo de treinos e do longão de 42 km que antecederam as maratonas no Porto.

42 km em circuito, setembro de 2018.png

Foto: treino de 42,250 km em 2018

TREINO 42 KM, 13.09.19, ONMOVE.jpg

Foto: treino de 42,250 km em 2019

Desde logo, olhando para as imagens dos treinos em causa (acima), é curioso perceber que calharam na mesma semana de setembro e, na verdade, os motivos foram semelhantes: depois desta semana, começava a ser muito complicado ter um treino tão longo e duro porque iria retirar frescura para os treinos e para as provas em si.

Em 2018, tentei fazê-lo em agosto, mas o excesso de calor dificultou tudo e, curiosamente, um ou dois meses antes, tinha sofrido alguns contratempos nos treinos longos superiores a 30 km. No dia 15 de setembro, lembro-me que fiz o treino com um tempo muito fresco e um nevoeiro cerrado e bem cedo pela manhã. Além disso, fruto das dificuldades e das dúvidas que começava a sentir, tracei um percurso em circuito, com três voltas ao mesmo, o que acabou por ajudar bastante no tempo alcançado. Ainda outro aspeto interessante: durante aquele ano andei com "paninhos quentes" e geri treinos e afins, procurando andar mais "poupado".

Este ano, talvez pelas contrariedades dos primeiros seis meses do ano, o conhecimento é muito mais denso: de mim, das minhas capacidades, dos meus limites, das necessidades de abastecimento e das especificidades de abastecimento. Quando fiz este treino a 13 de setembro agora em 2019, já andava a carregar muito, com um acumulado de 403 km em julho e um de 470 km em agosto. Estava bem "oleado" e na semana do treino fiz uma sessão de técnicas de corrida. A diferença em termos de tempo, deveu-se sobretudo às maiores dificuldades do percurso, que não foi em circuito. E, pior no meio disto tudo, enfrentei temperaturas na ordem dos 30 graus. Foi complicado, mas senti que dominei bem e fiz o que procurava: acabar mais um treino de 42 km.

Isso é crucial para mim, no sentido em que ajuda a ter uma noção exata do meu corpo. Por ter querido fazer tudo muito rápido e a um ritmo muito elevado em julho e agosto, "falhei" duas oportunidades "inventadas" (decidi à última hora que ia tentar os 42 km nesses treinos) e senti que a minha cabeça estava a começar a criar um problema e uma dúvida que não existia.

No fim de contas, consegui tempos muito próximos e, tenho percebido isso com o tempo, em princípio, dará para tirar cerca de dez a quinze minutos ao tempo de treino no dia da prova.

Apesar das semelhanças, os processos foram diferentes e, sinceramente, achei que melhorei muito em 2019, não deixando, contudo, de registar que, tal como neste ano, também no ano passado atravessei um período inicial de muitas dúvidas e dificuldades.

 

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