Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Aceitar o corpo não é desistir da saúdeAutoaceitação e mudança de hábitos podem coexistir.
Aceitar o corpo não significa ignorar sinais de alerta.
Cuidar é um ato de respeito.
Saúde é amor próprio.
publicado às 19:00
Mais para ler
Subscrever por e-mail
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
O problema não são as festas, é o resto do ano
Padrões alimentares explicam mais do que excessos pontuais.
Excessos não engordam sozinhos. Rotinas sim.
Voltar ao básico resolve mais do que castigar o corpo.
Recomeça connosco.
Não falhaste dietas, falhaste consistência
Porque a perda de peso sustentável depende de hábitos repetidos.
Não existem soluções mágicas. Existem hábitos repetidos.
Consistência vence intensidade.
Aprende com quem já esteve lá.
A segunda-feira não emagrece ninguém Adiar decisões mantém a obesidade. A mudança começa no dia em que decides agir.
O corpo não sabe que dia da semana é. Só sabe o que fazes repetidamente.
Adiar é uma decisão disfarçada de planeamento.
A mudança começa no dia em que aceitas começar imperfeito.
Começa hoje. Segue o projeto.
Sabes tudo sobre nutrição, mas continuas igual: porquê?
Informação sem ação não muda corpos. Um texto direto sobre nutrição, obesidade e disciplina.
Nunca houve tanta informação sobre nutrição. Mesmo assim, a obesidade continua a crescer.
Guardar receitas saudáveis, seguir nutricionistas e saber nomes de dietas não muda hábitos. Informação sem ação é entretenimento.
O corpo transforma-se quando a teoria passa à prática. Comer melhor não precisa ser perfeito. (...)
Horóscopo da Obesidade: não são os genes que te sentam no sofá
A genética influencia, mas os hábitos decidem. Um texto direto e provocador sobre obesidade, responsabilidade pessoal e mudança de vida.
Diz o horóscopo que em 2025 os teus genes continuam a engordar sozinhos. Curiosamente, só à noite. Normalmente depois do jantar. Quase sempre no sofá.
A genética tem influência real na obesidade. Afeta o metabolismo, a forma como acumulamos gordura e até a relação emocional (...)
Janeiro não falha. As expectativas é que falham.
Janeiro tornou-se o mês das promessas irrealistas. Depois de semanas de excessos, tenta-se compensar tudo de uma vez: dieta rígida, treinos intensos, mudanças radicais. O resultado é previsível — exaustão rápida e abandono silencioso.
O erro clássico: tudo ou nada
A maioria das pessoas não desiste porque não consegue. Desiste porque acredita que falhar um dia invalida tudo. Janeiro transforma pequenos deslizes em motivos (...)
(vídeo disponível no meu canal de Instagram)
Em 2025, o sedentarismo deixou de ser apenas falta de tempo ou preguiça. Tornou-se uma consequência direta do conforto moderno. Trabalhamos sentados, deslocamo-nos sentados (ou quase parados) e descansamos… sentados outra vez. O corpo move-se cada vez menos, enquanto a rotina parece cada vez mais completa.
Nunca tivemos tanta comodidade — e nunca nos (...)
No final de 2025, a obesidade deixou de ser apenas um problema de saúde para se tornar quase um fenómeno de identidade. Já não falamos só de excesso de peso, falamos de padrões de comportamento repetidos, normalizados e, muitas vezes, mascarados de desculpas socialmente aceites.
Neste vídeo, a obesidade é analisada como se fosse um jogo de Natal. Um concurso simbólico, estilo “bota fora”, onde todos participam — mesmo sem querer — e onde a escolha final diz muito sobre (...)
A obesidade em 2025 já não pode ser analisada apenas como um problema de peso, de estética ou de falta de força de vontade. É um fenómeno social, emocional e cultural que continua a afetar milhões de pessoas, muitas delas presas a um ciclo de culpa, frustração e desistência silenciosa. Falar de obesidade hoje é falar de mentalidade, de contexto e, acima de tudo, de escolhas possíveis.
Durante anos, normalizámos o excesso de peso como se fosse inevitável. Criámos (...)