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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

06
Nov21

A primeira das primeiras


João Silva

Se há dois dias falei na minha primeira maratona, hoje tenho de recordar o dia em que fiz a minha primeira prova.

Na verdade, não corri, não tinha forma para isso.

Foi uma caminhada em trail e que me abriu o apetite para continuar.

No dia 06 de novembro de 2016, pedi companhia aos meus cunhados e lá fui experimentar fazer uma caminhada em plena serra, na zona da Ega (Soure). Foi no âmbito do Trail de São Martinho.

Aquilo mudou por completo a minha vida.

Na altura, ainda tinha os desgraçados 118 kg, mas chegar ao fim daqueles 10 km em serra foi tão duro como motivador.

Deixei de ser o "engraçado gordinho" naquele dia.

IMG_20161106_101510.jpg

 

Curioso e sintomático o facto de, a meio de uma subida, ter encontrado motivação no frango assado que íamos comer ao almoço.

Foi uma bela ajuda, deixem-me que vos diga.

Esta dupla acompanhou-me em várias empreitadas do género, estimulou-me para que começasse a correr em provas e proporcionou-me momentos muito bons de diversão.

Estou-lhes grato! E com muitas saudades de passar momentos como estes com eles... 

01
Dez19

Memórias (quase) perdidas


João Silva

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Esta rubrica nasceu em plena prova Eco Meia Maratona de Coimbra no passado mês de setembro. E porquê? Porque a corrida é uma excelente forma de nos ouvirmos a nós próprios. Particularmente, fico muito criativo quando corro.

E em que consiste? Basicamente, o meu objetivo é falar de detalhes, gerais ou técnicos, que me aconteceram em provas. É diferente da outra rubrica de histórias, porque essa destina-se mais a aventuras e a peripécias. Esta, por outro lado, diz respeito a pormenores mais específicos, pequenas coisas que foram mudando a minha forma de correr.

A primeira aconteceu na meia maratona da Figueira da Foz em 2018 (foto).

Foi a primeira vez em que combinei ritmo com outro corredor e assim consegui (conseguimos) melhorar muito o nosso tempo. Fiz 1h31 e até hoje é o meu recorde pessoal.

Para "irmos na roda de alguém", ou seja, a puxar um pelo outro é preciso encontrar um corredor com um ritmo semelhante. Além de demorar, isso pode mesmo ser impossível em determinadas provas.

Em teoria, já sabia o que era, mas nunca tinha passado à prática...até que naquele dia, em que choveu copiosamente, encontrei um senhor de Oliveira do Bairro.

Nos primeiros 10 km, andei "sozinho", mas, facto curioso, a dada altura vi que ele ia à minha frente com outro corredor. Pareceu-me simpático. A partir do momento em que demos a volta nas Abadias, comecei a endurecer o ritmo e senti que estávamos juntos. Os metros foram passando e começámos a meter conversa, num ritmo alto. Deu para tudo.

Quando demos por nós, estávamos a 03 km da linha de chegada e aí despedimo-nos e acabei por descolar, isto porque senti que tinha mais energia do que o senhor, cujo nome infelizmente já não me lembro.

Foi ali que percebi a importância de encontrar alguém com um ritmo semelhante ao nosso e foi também naquele local e naquele dia que compreendi finalmente por que razão o atletismo não é um desporto tão individual quanto se pensa.

FB_IMG_1528841101584.jpg

 

12
Set19

O Choupal ficou cheio de cor - momentos fotográficos


João Silva

Eu bem disse que ia à procura de bons momentos. No "saco" trouxe também um excelente resultado, mas o dia do passado domingo foi mesmo impagável pela quantidade de boas pessoas que revi.

Senti mesmo que, da outra parte, também houve muita gente a gostar de me ver. Aqueles olhares condescentes, afirmativos e sorridentes não enganam ninguém. Estamos mesmo "entre família". 

Claro que foi fantástico estar com todos os meus colegas de equipa ARCD Venda da Luísa, sendo que aqui vou destacar alguns por motivos específicos: o Artur pela sua boa disposição, o João por me parecer uma espécie de meu "camarada 'fanático' do ciclismo", o André por ter treinado comigo e por ter feito a sua primeira meia maratona, o José pela pessoa que é e pela sua história, o Nélson e a Sara tipos porreiraços e por serem camaradas com quem vou correr a maratona do Porto. Uma "menção honrosa" para o Pedro e para a Beta e também para o Nélson.

Além disso, foi muito bom trocar uns dedos de conversa com o Joel ou com o João Pereira. Incrível mesmo foi rever a Lígia e o Ricardo. Ela acabou mal fisicamente mas fez um excelente resultado no escalão e ele sentiu algumas dificuldades, mas aguentou-se que nem um bravo e ainda houve tempo para me telefonar no fim e para estarmos mais de 20 minutos à conversa, a analisar tudo e já a antever maluqueiras em treinos e um reencontro na maratona do Porto.

Posto isto, deixo-vos com imagens daquele que foi um dia memorável.

Elas aqui estão:

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