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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

27
Out19

Mais controlo menos controlo?


João Silva

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A poucos dias de mais uma aventura daquelas na cidade do Porto, apraz-me falar de um assunto no qual penso muitas vezes.

Nos últimos meses, a necessidade de pensar nisso e de refletir sobre o tema tornou-se maior porque me deparei com algumas entrevistas e algumas séries que focavam a questão.

O tema de que vos falo assenta na seguinte pergunta: quando dizemos que temos a vida controlada, temos mesmo tudo controlado? 

Como já vi muita gente defender, não temos controlo sobre a vida. Podemos tentar levá-la para um determinado encarreiramento porque acreditamos que isso é o melhor para nós. Devemos e, por uma questão de coerência connosco, temos essa obrigação. 

Sem querer ser fatalista, mas a vida é tramada mesmo e mete umas armadilhas, uns desvios e umas ratoeiras lá pelo caminho. Como diz o outro, quem se lixa é o mexilhão.

E é por isso que também acho que não controlamos nada. Criamos em nós essa necessidade e ilusão para não termos uma nuvem constante sobre nós. 

O que nós temos, aí parece-me inegável, é uma forte e fantástica de nos adaptarmos às mudanças que não foram intencionais. 

Pegando no desporto, sobretudo, no que pratico, esbocei os planos como achei melhor para determinado objetivo, dei tudo mim, disciplinei-me e fiz o que podia. Portanto, aí controlei tudo na perfeição, mas se fui atropelado ou se me magoei numa pedra ou noutro lado, a vida está a mostrar-me que já não tenho controlo nenhum, que serei obrigado a adaptar-me àquela mudança. 

Concluindo, temos controlo sobre a nossa capacidade de mudança, mas não controlamos a vida, tentamos que vá na direção que queremos. 

Já nem levo isso para o lado da vida pessoal, deixo-vos a possibilidade de se pronunciarem quanto a esse campo. 

Dito isto, aproveito para vos apresentar o maravilhoso bolo de aniversário que a minha esposa me fez em julho. Só alguém tão fantástico e que me conhece tão bem poderia controlar o segredo daquela surpresa. E só alguém tão fabuloso saberia que aquele "bolo" especial só de fruta assentaria que nem uma luva na minha personalidade. 

Deixo um último desejo de controlo: que no domingo tenha capacidade para controlar a minha prova e que, se a vida decidir meter-se ao barulho, que o faça para me ajudar a ter um excelente desempenho. 

 

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