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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

16
Jun21

Sonhos lesionados


João Silva

Conhecem a sensação de acordarem de manhã e de um dos vossos gémeos ("barriga da perna') estar em pedra?

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Aconteceu-me isso numa destas noites.

Normalmente, isto aparece quando ando muito cansado e desgastado muscularmente.

Na dita noite, sei que não gritei (já aconteceu num movimento repentino), porque não queria acordar o Mateus, mas foram dores infernais numa ínfima fração de segundos. 

O mais estranho é que tudo isto pareceu um sonho muito distante. 

Por outro lado, quando acordei, o gémeo estava em pedra e doía. Portanto, arrisco a dizer que não sonhei... 

01
Fev21

Tudo muito bem enroladinho


João Silva

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Já vos falei várias vezes da importância de usar um rolo de espuma para tratar bem dos músculos. 

O processo é muito doloroso e deixa algumas mazelas durante uns dois dias, mas os seus benefícios superam tudo isso amplamente. 

Faço, pelo menos, uma vez por semana e um minuto em cada grupo muscular, dando primazia aos músculos das pernas.

O livro Corrida é maratona explica muito bem como escolher (ver acima) e como usar (ver abaixo). 

Espero que vos ajude tanto quanto a mim. 

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15
Nov19

Mas é quente ou é frio? Vamos lá esclarecer


João Silva

O título já diz ao que venho.

Este é um ponto muito importante, onde, confesso, sinto algumas dificuldades. Foi precisamente na sequência de uma espécie de canelite que procurei saber mais sobre o assunto para me ajudar na recuperação.

Falo da diferença entre quente e frio nos músculos.

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Normalmente, por exemplo, no banho, deve fazer-se alternância entre quente e frio para abrir e fechar poros e, com a água fria, eliminar os resíduos do treino, os radicais livres que provocam o a oxidação e o envelhecimento celular e dos tecidos.

De forma sucinta e resumida, o gelo deve ser usado imediatamente na sequência de uma lesão, por exemplo, uma torção ou entorse. O objetivo é reduzir a inflamação e deve ser feito no local magoado até 72 horas após o incidente. O gelo não deve entrar em contacto direto com a pele, sendo, pois, necessário usar um pano a proteger.

Mas depois dessa fase vem a necessidade de aplicar calor, desde logo, porque este vai promover a circulação e a mobilidade, os vasos sanguíneos dilatam e o local recebe mais oxigénio. Recomenda-se a ação do calor, também de forma a proteger a pele, em lesões mais prolongadas, mesmo crónicas, no caso muscular.

Quando os músculos estão demasiado tensos e doridos, recorrer ao calor pode ser muito benéfico, isto porque, graças à maior oxigenação da zona, vai eliminar também o ácido lático.

Desse lado, como fazem em relação à dicotomia de quente e frio para vos ajudar a recuperar a musculatura?

Não se esqueçam do seguinte: quando aplicam frio, os vasos fecham, daí desinflamarem, quando fazem calor, dilatam-nos, aumentando a circulação sanguínea.

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Nota: o meu texto foi inspirado em leituras nesta página, nesta e nesta.

06
Out19

Não esquecem...e duram, duram


João Silva

Sabiam que os vossos músculos e o vosso organismo se vão lembrar se retomarem a prática de exercício físico após alguns meses ou anos de paragem?

Passo a explicar: está comprovado que o corpo não esquece e, se tiverem praticado desporto de forma continuada, após um interregno, ele vai lembrar-se e responde de forma positiva. Em que se reflete? Por exemplo, na regeneração ou no gasto energético. Se a prática tiver sido muito prolongada, o vosso metabolismo não vai queimar a mesma energia que faria, caso tivessem começado agora o exercício.

Tal como se lembra disso, também tem memória de elefante no que toca a dores musculares.

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Houve um período na primeira quinzena de agosto em que sofri algumas cãibras na zona dos gémeos. Foi o corpo a acusar o desgaste e, sem mentir, ao fim de uma semana, ainda sentia os "laivos" de dor naquela zona. É verdade que já não doía com intensidade, mas, me determinados movimentos, a memória vinha ao de cima.

Não sei se já vos aconteceu o mesmo. Sei, isso sim, que é muito desagradável treinar assim. Num dos treinos de séries, ao executar a primeira, comecei logo a sentir os gémeos a dar esticões e a querer enrijecer. Depois passou, talvez porque o organismo já está habituado, mas, tal como os meus músculos, também eu não me esqueci das dores que senti.

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