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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

17
Out19

Leiria com tão bons momentos


João Silva

Terminadas as análise à prova do passado domingo, é tempo de deixar algum registo fotográfico do que foi uma excelente manhã de domingo rica em bons momentos, mas que, na verdade, começou com muita má disposição e indisposição à mistura.

Como sempre, valeu a pena, sobretudo, por reencontrar boas pessoas.

Desta vez, além dos meus estimados e apreciados cunhados, ainda deu para trocar dois dedos de conversa com o Joel, um velho conhecido destas andanças, e para confraternizar durante bom tempo com o caro João Lima, um "papa" maratonas (terceira foto), uma pessoa com uma paixão enorme pela modalidade e com quem se aprende muito.

De coração, gostei muito de aprender com a conversa que tivemos.

Posto isto, deixo-vos com os melhores momentos da meia maratona de Leiria, edição de 2019:

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16
Out19

Boas adaptações ao percurso de Leiria


João Silva

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O percurso da meia maratona de Leiria foi alterado em relação ao ano passado.

No meu entender, foi uma boa adaptação, já que serviu o propósito de separar o trigo do joio, que é como quem diz: separar os 10 km e a meia maratona.

Excelente jogada.

No geral, o percurso tem tudo, desde diversas mudandas de direção a zonas ligeiramente inclinadas, sem esquecer retas, falsas retas, zonas mais rápidas e ainda algumas subidas para ninguém se ficar a rir.

No geral, gosto muito da prova. Já no ano passado tinha ficado com essa ideia.

A mudança em relação a 2018 começou a sentir-se ao quilómetro 5, onde o desvio nos levou a "trepar" até à zona dos bombeiros para descer a meio.

Quando pensava que íamos retomar uma parte de outubro do ano transacto, eis que há mais uma viragem para uma daquelas zonas que enganam: uma suposta reta com curvas à mistura e uma inclinação bem percetível para quem estava a percorrer aquela distância.

A segunda metade não sofreu qualquer alteração e assemelha-se a um pequeno carrossel. Leva-nos até à subida de Alqueidão, onde se faz depois o retorno. O que me deixa mais desgostoso na zona é que estamos mais isolado do contacto com o público, que, diga-se, este ano foi muito mais diminuto e menos entusiasta. Uma pena.

Engraçado o facto de estar a contar com uma ascensão ao quilómetro 18/19, que, na verdade, mais não era do que uma "pequena" inclinação.

Parte final mais rápida, em sentido descendente, mas com uma enorme dificuldade: o empedrado dificulta muito a locomoção.

Resumindo: mudanças positivas, percurso bem rico e diversificado e polvilhado com dificuldades que não "aparecem nos livros" e que fazem desta meia maratona uma das melhores provas do género em que já participei e que está longe de ser simples.

 

15
Out19

Bem organizado mas demasiado impessoal


João Silva

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É um pouco ingrato falar na organização da meia maratona de Leiria, a Atletas.net, porque, na verdade, não facilitaram em nada. 

Foram profissionais, deram-nos toda a assistência de que precisávamos, os abastecimentos estavam bem espaçados e com ajudantes mais do que suficientes para nos abastecer e auxiliar em caso de necessidade. 

Além disso, havia sempre alguém relativamente próximo para dar orientação no percurso, embora este estivesse muito bem delimitado. 

Dizer isto é, no fundo, muito positivo, porque não deixam créditos por mãos alheias, mas, como sempre, fica um gosto amargo, primeiro, porque se percebe que têm um dimensão mais nacional e que isso impede uma ligação aos atletas, algo que se nota noutras organizações.

Em determinados momentos, sobretudo, na chegada à meta, percebe-se claramente que estão ali para dar protagonismo a quem vence. Não há mal nisso, desde que seja na medida certa e que também se dê algum destaque a outros atletas. A prova é feita por outros corredores e caminheiros e existem sempre histórias fantásticas para partilhar, o que não é feito, porque não se dá voz a essas pessoas. 

Além disso, a garrafa de água pequena e uma laranja no final sabem a pouco. Certamente que não faria mal se incluíssem uma maçã ou algo mais variado.  Tudo isto dá sensação de que estamos ali para sermos despachados. 

De seguida, há uma coisa que me incomoda, embora perceba e não seja apenas nesta organização o: a entrega das medalhas é feita antes de chegarem todos. Sei que seria muito difícil, mas isso retira destaque e envolvência. 

Por último, falo ainda de uma coisa que me desagrada nesta organização e que já vem de outras provas (foi a minha quinta organizada por eles) : as medalhas carecem de beleza e as t-shirts são demasiado neutras. 

Naquilo que importa mesmo, apesar de tudo, não falharam e isso merece destaque 

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13
Out19

Em Leiria para repetir o ano passado


João Silva

Mais de um mês depois, a prova seguinte. 

Como não podia deixar de ser, mais uma meia maratona.

Desta feita, de malas aviadas para a cidade do Lis, Leiria, uma terra que me diz muito, não só por ter "acolhido" o nascimento da minha esposa, mas também pelos familiares que lá se encontram e, claro está, pela beleza natural.

Daqui a uns minutos, novamente aquele calafrio bom e saudável de quem vai tentar fazer uma gracinha.

Farei a prova pela segunda vez, pelo que já tenho referências, embora tenha lido que o percurso iria ser um pouco diferente.

Em 2018, estava em "grande dinâmica" e numa excelente forma, algo que durou meses. Fiz 01h32m, o meu terceiro melhor resultado de sempre numa meia maratona.

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Este ano, depois da travessia do deserto, recuperei a boa forma, como já foi bem percetível no desempenho na prova de setembro. Além disso, o indicador mais importante, ou seja, os treinos, revela-me que tenho estado no bom caminho.

Sinto-me fresco fisicamente e tenho genuinamente o sentimento de que trabalhei muito bem desde junho para recuperar o que me fugiu em dezembro de 2018.

Posto isto e já com uma bagagem mais alargada de conhecimento técnico, vou à procura de fazer 1h30m. Ao contrário da eco meia maratona em Coimbra, esta vai ser mais "acidentada" e tem um maior desnível, mas acredito que, encarreirando bem num ritmo forte desde o início, sou capaz de chegar à marca que referi em cima. Não há que ter medo de tentar. Se não der para 1h30m, que dê para, pelo menos, igualar 1h35m de Coimbra. Não havendo hipótese de nenhuma das duas marcas, "lá" "terei" de tentar novamente, o que não é chato.

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O desafio será enfrentar bem aquilo a que chamo a "zona do deserto", que é quando saímos da cidade e ficamos em estrada nacional durante algum tempo, sem apoio do público (na mesma proporção) e com algumas dificuldades técnicas impostas pelo percurso.

No ano passado, consegui "forçar" companhia durante o percurso, o nos permitiu imprimir um ritmo bem forte. Vi um rapaz com um ritmo semelhante ao meu e perguntei-lhe declaradamente se queria "ir na roda" comigo. Foi por volta do quilómetro 13 e foi muito bom.

Em termos de técnica, vou tentar novamente o contrarrelógio, mas, desta feita, vou procurar dar uns esticões quando começar a perder a força com um jogo de Fartleks Watson.

E voilà, é isto. Agora é calçar as sapatilhas e ala que a multidão e a bela cidade de Leiria esperam por mim.

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