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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

15
Out20

Isto é que têm cá uma Vitality!


João Silva

Este ano tinha mesmo de experimentar.
Todos os anos sofro imenso com bolhas entre os dedos, com unhas partidas e com os pés doridos. Tudo isto por causa das sapatilhas e do calor.
Normalmente, calço o 43. No resto do ano, esse número de calçado de corrida serve perfeitamente.
Depois de ouvir algumas opiniões de colegas de equipa e de ler um artigo no blogue De sedentário a maratonista, percebi que o problema poderia estar no número.
Diz quem sabe mais do que eu que o ideal seria ter um número acima.
Assim fiz.
Comprei umas Joma Vitality na Sport Zone.
Custaram 19,90 €, mas estavam em promoção. Normalmente, seriam mais caras uns 10 euros.
Gostei da cor azul e dos tons amarelados.
A sapatilha é robusta e um pouco pesada, confesso que requer alguma adaptação. O rasto é muito bom, isto é, adere bem ao piso, mas a goma da sola desgasta-se muito depressa (para a realidade de quem faz mais de 100 km por semana), sobretudo, para quem tem passada pronada (desgaste maior na parte de fora do calcanhar).
O revestimento interior é acolchoado e ajuda a aconchegar bem o pé.
Este revestimento e também o acabamento exterior fazem com que não haja tanta respiração na parte de cima da sapatilha.
Por último, tem um bom amortecimento. A marca fala em 10 mm e a verdade é que não parece estar longe.
Foi toda uma nova adaptação, sobretudo, ao peso. Durante um treino de duas horas, faz claramente diferença.
Ainda assim, o pé adaptou-se e, após alguns dias à procura da melhor forma de encaixar numa sapatilha com uma folga maior do que o habitual na parte da frente, aprendeu a pousar no asfalto.
Dito isto, recomendo, essencialmente, a quem faz uma média de 5 a 10 km por dia.

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