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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

26
Dez21

A pensar no amanhã


João Silva

Terminado o natal, é hora de começar a pensar no que aí vem e no que queremos fazer acontecer.

A minha avó dizia que não devemos ser parcos a pedir.

Ainda assim, depois dos "furos" nas minhas projeções para 2021, prefiro ser mais comedido para o futuro.

Na verdade, aquilo que tinha em mente também previa a hipótese de a pandemia não deixar fazer metade. Pois nem a metade chegou. Menos ainda se tiver em conta que fui "arrumado" por uma lesão que fui "ajudando" a construir nos últimos dois anos.

Assim, no próximo ano, quero correr. Sempre que me apetecer. Tenho apenas uma prova específica em mente, na segunda metade do ano, mas quero poder participar em provas, poder competir sem medo. Não me interessa onde.

No meio de todas estas coisas abstratas, sei que pretendo duas coisas muito concretas: cimentar os meus treinos de VMA para melhorar a minha explosividade e para conseguir manter ritmos elevados durante mais tempo (foi algo que tive de parar por causa da lesão mas que me deu um enorme prazer ao longo de 9 semanas) e quero fazer um treino de 75 km em estrada (talvez ainda não dê em 2022).

Não sei quando, como nem onde, mas sei que o quero fazer. 

FB_IMG_1557835096148.jpg

23
Mai20

A falta que fará


João Silva

Ponto prévio, só porque não me sinto com paciência para dar ideias erradas: não, o texto não serve de arrependimento de nada na minha vida.

É só uma forma de expressão do meu estado de alma, que, no fundo, traz um acumulado dos últimos 2 meses e meio. 

E, olhando para a frente e perante a incerteza que nos rodeia mas que também já estava contemplada na minha vida, fica aquele travo a dúvida sobre o que virá. Sobre o que não virá. 

Sobre as passadas que não darei, as séries que não farei, as rampas que não subirei ou as estradas que não (per)correrei.

Deixamos umas coisas para ganhar outras. No entanto, isso não significa que devamos deixar de dizer que sentimos falta do que ajuda a completar o ser que somos. 

Ainda não cheguei lá, mas sei, desde já, que sinto falta do que não vou fazer. Talvez o que fizer ajude a equilibrar essa saudade. 

IMG_20200125_104249.jpg

 

 

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