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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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18
Ago20

Quando ele aparecer, avisa-me


João Silva

IMG_20191103_081336.jpgEste é um recado para o meu corpo.
Peço-lhe encarecidamente que me avise quando o meu pico de forma regressar.
Não quero essa informação por causa de provas, quero apenas saber quanto tempo precisarei até me sentir tão funcional quanto estava.
Como quis retomar como se nada tivesse acontecido, rapidamente percebi que o corpo entrou em ciclo de sobrecarga de treino.
E agora teima em não sair
Só por uma vez o consegui abanar num sprint longo ainda no início de junho.
Desde então as dores são uma constante na minha vida e parar não é uma opção, portanto, só posso esperar pela chegada de mais problemas físicos.
Falando de uma forma geral, diria que uma retoma com calma, faseada, a respeitar o corpo e com metodologia darianpara iniciar o pico de forma ao fim de 4 a 6 semanas, sendo que tudo isso varia sempre em função de cada um.
E vocês quanto tempo demoraram para atingir novamente o pico de forma?

12
Ago20

Análise ao semestre passado


João Silva

Screenshot_20200712_205453_com.geonaute.geonaute.j

 

Esta análise habitual é um pouco bizarra em 2020, isto face à ausência de provas da minha pessoa, primeiro, por motivos pessoais, depois, por causa da pandemia.

Como mostram as imagens da minha aplicação de gestão, andei imparável de janeiro a meados de março. Nunca corro tanto e nunca me senti tão vivo e desafiado em termos de resistência.
Bati os meus recordes de corrida e isto num nível aceitavelmente bom e constante face ao mesmo período de 2019. Não me posso mesmo queixar, porque o meu corpo foi tirando proveito da forma alcançada no final de 2019.
Chega-se a pandemia e o método se treino muda: os pés largam a estrada e aterram na pedaleira da estática. Para manter o nível de perda diária, aumentei a carga em meia hora face ao que teria feito em estrada.
Como se pode ver, o número de km em abril (percorridos na estática) constituíram um autêntico recorde de treino.
Após o nascimento do meu filho e alguns ajustes na rotina da família, no final de maio, foi hora de retomar a estrada e de ainda ir a tempo de passar os 100 km.
Em junho, já com uma metodologia mais definida, aumentei a carga e a duração dos treinos.
O que os gráficos não mostram é a intensidade, a duração nem mesmo a frequência dos trabalhos de reforço muscular que foram uma constante em todo o processo, com especial incidência nos meses sem estrada.
Além disso, para final, também não fica evidente que quis retomar maio e junho como se nunca tivesse deixado de correr e esse foi um enorme erro do meu corpo, ou melhor, meu.

13
Dez19

O medo de perder a forma é inibidor


João Silva

IMG_20190720_111301.jpg

A boa forma não vai embora de um momento para o outro. Portanto, toca a meter isso na cabeça.

Contra mim falo e após ter recuperado os bons treinos senti muito mais isso.

Parece que bate aquele medo de perder tudo se se mudar um treino ou se não se fizer durante algum tempo um determinado tipo de treino.

Dou-vos um exemplo prático: se tiver uma prova, não poderei fazer séries nessa semana, senão vou chegar esgotado e com dores. Como diz o meu estimado colega de equipa José Carlos, pior do que ir sem treinar é ir cansado para uma prova. Portanto, está fora de questão, mesmo que no passado não tenha sido assim, mas por isso é que se chama aprendizagem e evolução. O mesmo tenho a dizer de fartleks ou de treinos de rampas pela dureza. Conclusão, essa semana tem de ser mais suave. E isso é muito difícil de encaixar na minha cabeça, porque fico sempre a pensar que perdi tudo. Mas não, nada mais errado. Nós temos uma memória muscular para alguma coisa.

Além disso, mau seria deixar de treinar, agora treinando, mesmo que diferente ou de forma mais suave, mantém o corpo ativo e não apaga o que se conquistou.

runtastic2019-09-02_09_24_51_753.jpg

Na primeira semana de setembro tive de preparar a Eco meia maratona de Coimbra, logo, optei por suavizar treinos. Tinha previsto treino de corrida de 1h30 e tive de o passar para 1h00 de corrida e outra de trabalho funcional porque sabia que só me ia fazer mal correr tanto tempo seguido. Não é na semana da prova que se vai meter quilómetros nas pernas. Além disso, no sábado anterior, tinha feito mais uma das minhas e tinha percorrido 38 km. Portanto, quilómetros já o meu corpo tinha de sobra. Era para dar e vender.

Custou a chegar lá, a pôr de parte o coração e a chamar a razão, mas optei por fazer uma espécie de progressivo, embora ainda não domine bem este método. Foi uma boa ajuda, permitiu-me jogar aos ritmos em andamento e ainda usei esse treino para perceber a minha respiração. Se não me enganei, são três passadas para as inspirações e outras tantas para as expirações. 

Como gerem a vossa forma?

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