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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

05
Dez21

Como correr 10 km


João Silva

Esta distância já permite mais do que a anterior.

Embora também seja muito rápida, já dá para uma boa sessão de convívio para aqueles que não têm interesse em competir. 

No fundo, diria que é uma boa prova para os curiosos da corrida que já fizeram mais de 3 km, para quem gosta de correr mais de meia hora (em média, claro, e sem contar muito as gazelas), para quem pretende conhecer diferentes localidades (existem provas de 10 km em quase todo o lado) e para quem tem um belo arcaboiço para fazer a distância em grande velocidade.

É uma distância de que gosto, mas, sobretudo, como forma de aliviar alguma pressão e para desfrutar. Fazer uma prova destas a tentar "cortar o relógio" tira-nos o chão num instante. É interessante como forma de dar um abanão ao corpo e de o estimulas, mas não permite grande margem para erros, pois um início demasiado lento dificilmente é recuperado e transformado num bom tempo.

Não o referi antes, mas também é uma excelente distância para quem pretende treinar a postura, a aterragem do pé, a cadeia cinética e a respiração. 

No primeiro e no segundo ano, fiz muito a distância, mas depois diminuí imenso, porquê comecei a sentir que era muito rápid, ou seja, não dava para desenvolver. Arrancava e terminava num instante.

Há por aí corredores de 10 km? O que têm a dizer?

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03
Dez21

Como correr 5 km


João Silva

Há diferentes tipos de provas. Seja em estrada ou na serra.

No caso, depois de ter retomado a corrida aos poucos, nos próximos dias venho tentar apresentar o tipo de prova que pode assentar melhor a determinados corredores. O "palco" será sempre o asfalto.

Começamos pela menor distância, os 5 km.

O tempo que levo a correr mostra-me que uma corrida de 5 km é ideal para quem quer experimentar uma primeira corrida em estrada, para velocistas e para quem quer treinar para fazer pista.

Quem nunca correu, encontra uma distância razoável, realizável e que pode servir como fator motivacional para evoluir.

Depois disso, correr 5 km é muito bom para quem gosta de andar sempre num ritmo muito acelerado. Uma boa caixa torácica é fundamental. É uma distância que acaba muito depressa, pelo que desaconselho a quem vai à procura de ganhar confiança e não treina o suficiente.

Por último, a meu ver, uma corrida de 5 km em estrada também é muito boa para quem compete em pista. Apesar de diferente, o asfalto ajuda a ganhar capacidade respiratória. É, no fundo, uma preparação. 

Desse lado, há alguém que já tenha experimentado fazer provas de 5 km?

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03
Abr20

Sessão de alongamentos


João Silva

Sem querer, tropecei nos vídeos do grupo Globe-Runners.fr.

Felizmente, foi um bom tropeção. 

Partilham informação útil de forma constante e sem fim. 

Trata-se de uma espécie de manancial de boas práticas para quem corre.

Para hoje, decidi partilhar convosco uma sessão simples de alongamentos para todo o tipo de corredores: desde os de estrada aos de Trail, desde os profissionais aos amadores. 

Alguns deles já fazia antes, outros fiquei a conhecer agora. 

Não sou nenhum moralista e não procuro dar lições a ninguém, mas queria mesmo alertar para a importância dos alongamentos. 

Se pensar no meu caso, em que ando há meses a correr entre 400 e 600 km por mês, seria impensável fazê-lo, se não tivesse uma boa base de alongamentos para recuperar do esforço.

Deixo-vos o vídeo aqui:

 

18
Dez19

Porque será necessário criticar tanto aquilo de que não se gosta?


João Silva

Este texto é a minha forma de partilhar um determinado pensamento. 

Não tenho a esperança de mudar opiniões em relação a este assunto, sei que não acontecerá. Além disso, com 31 anos, mal de mim se precisasse de validação ou aprovação de quem não me é ou diz nada.

No entanto, após ficar tantas vezes calado, sinto uma certa necessidade de me expressar. E nada melhor do que o meu blogue para o fazer. Assim, não se anda com ditos e contos e contos e ditos, como diria a minha avó.

Terminado o intrelúdio, explico-vos que o assunto desta publicação visa a incompreensão e o menosprezo que tenho notado por parte de alguns corredores relativamente ao atletismo em estrada, fazendo, clara e friamente, a apologia do trail, como se da última bolacha no pacote se tratasse.

Vamos lá ver isto como deve ser: a minha indignação não é por considerarem a estrada uma porcaria e só conceberem a ideia de atletismo na montanha. A minha insatisfação vem, isso sim, da necessidade que noto em algumas pessoas, incluindo próximas e da mesma equipa, em subvalorizar quem corre em estrada.

Primeiro, gosto de serra/montanha e de trilhos mas para caminhar, não para correr. Sempre o assumi e cada vez tenho mais noção disso. Porém, não tiro o mérito a ninguém. Pelo contrário, fico contente por determinadas pessoas mais próximas ultrapssarem metas incríveis em trails. 

Tal como a estrada é a minha paixão, os trails serão a deles. Como diz o outro: obrigado e bom dia. Ou seja, é legítimo. Estão no direito deles tal como eu estou no meu.

Por outro lado, sentirem que precisam de rebaixar uma modalidade desportiva para valorizarem a sua e aquilo que fazem é muito feio mesmo. Fica mal e sinto isso como uma ofensa, honestamente. Desde logo, não o faço, porque respeito qualquer modalidade e porque consigo reconhecer valor em que corre um quilómetro que seja na serra. Chama-se empatia.

Fazer a apologia da dureza e do sacrifício de corridas na montanha só para mostrar são mais duros do que os "estradistas" é completamente desnecessário, até porque significa que não cumprem um dos mandamentos do que tanto apregoam: que o trailista só quer acabar a prova e ir beber uns copos com outros atletas, ao passo que os estradistas só querem é tempo e discussões sobre quem é mais rápido.

Honestamente, não vejo isso dessa forma. O princípio básico da prática desportiva, independentemente da especialidade. Isso é o mais importante e digo-o sem qualquer demagogia.

Por fim, a quem considera a estrada uma brincadeira ou algo de menosprezável, só posso aconselhar duas semanas de treino, de método e de disciplina. Não pretendo mostrar que a estrada é melhor, quero apenas que vejam o quanto se sofre para se ser bom. Sim, o sacrifício tem de estar presente em qualquer lado. Quem corre trail também tem de ter metodologia para superar as dificuldades.

No meu entender, é só extremamente feio e injusto ter de criticar negativamente uma coisa para elogiar o seu oposto. É possível haver coexistência. É saudável até.

Fica o barrete, quem quiser que o vista...

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