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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

27
Nov20

"Não é assim também eu" , é mais "assim nem eu queria"


João Silva

Nota prévia: não, não é inveja, não, nada retira mérito aos atletas que conquistaram estas marcas.

Falo dos recordes malucos que foram quebrados nos últimos anos, o mais famoso deles o de Kipchoge na maratona. 

O assunto foi muito falado na altura porque o atleta (sobre-humana) consegui fazer 42,195 km em menos de 2 horas, num evento organizado e orientado pela Ineos. Impensável. Podem saber mais aqui:

https://www.ineos159challenge.com/

O vídeo do momento pode ser visionado aqui mesmo:

Mais recentemente, em setembro de 2020, bateu-se o recorde mundial feminino da meia maratona (era expectável que a atleta ficasse abaixo da 1h!! mas fez 1h04'). No lado masculino, o tempo rondou os 58'.

Podem saber mais sobre o assuntl aqui:

https://www.google.com/amp/s/www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2020/09/05/adidas-estreia-novo-tenis-com-recorde-mundial-da-meia-maratona.amp.htm

E ver os respetivos momentos aqui:

Este episódio de história foi patrocinado pela Adidas, que estreou as Adizero Pro, supostamente mais leves pelas suas placas de caborno.

Genuinamente, são resultados monstruosos. O que eles fizeram não está ao alcance de todos e é por isso que digo que não há inveja da minha parte, há admiração.

Em segundo lugar, devo confessar que me desiludiu, no caso da maratona, o facto de tudo ter sido "artificial" : terreno plano, prova de madrugada, em dia sem vento, percurso indicado a infravermelhos por um carro, grupo de pacers específico para levar Kipchoge até ao ritmo certo, eliminação de rampas no percurso para "facilitar". E assim foi possível o impensável. Mas foi nas condições normais em que todos competem, independentemente de ele ser o melhor do mundo? Não. Houve "mão alheia"!

Da mesma forma, no caso das meias maratonas, fala-se nas sapatilhas com placas de carbono que derrubaram os recordes. Mas foram as sapatilhas ou quem as usava?

No meio disto tudo, quem as usava não teve de se preparar, de estudar estratégias, de trabalhar o corpo nem, e ganhar forma?

Será que vale tudo para associar marcas a recordes e  esquecer quem foi de facto o obreiro dos feitos? Que lógica tem isso?

A meu ver, nenhuma!! Mas gostava de saber o que pensam. 

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