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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

01
Dez22

"Vai trabalhar, malandro!"


João Silva

Há uns tempos, tive de sair para correr muito mais tarde do que o costume. Vejam lá, comecei às 07 horas da manhã!!!! Para quem começa às 05h ou às 05h30, parece tarde.

De um momento para outro, passa uma carrinha por mim com trabalhadores das obras.

Eis que ouço "vai trabalhar, malandro".

Não havia mais peões naquela parte, portanto, foi mesmo para mim.

Já me tinham apoiado, acenado, apitado e abordado para pedir instruções. Nunca me tinham era chamado malandro por estar a fazer desporto a uma hora que nem era assim tão privilegiada.

Mal sabe o autor daquele "piropo" a minha vida. Ainda bem que assim é.

As aparências, as aparências...

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25
Nov22

A transcendência já aconteceu...


João Silva

Quando trabalhamos para uma dada prova, acreditamos que precisamos de atingir um determinado nível para chegarmos ao nosso melhor resultado.

Numa entrevista relativamente recente, o grande Nelson Évora refutou essa ideia no programa "Era o que faltava" da Rádio Comercial. No seu ponto de vista, quando chegamos a uma prova, temos de alinhar o corpo e a mente para irmos recuperar aquilo que já vivemos no treino. Ou seja, ele acredita que nós já atingimos o nosso melhor resultado em treino e que, no fundo, o vamos replicar em prova. Isto é, a transcendência aconteceu primeiro em treino. 

Inicialmente, fiquei na dúvida. Concordo ou não? Sim, concordo em parte. O nível que metemos num treino vai determinar o resultado. Nesse sentido, o que vivemos nos treinos terá "apenas" de ser replicado. Onde discordo é na questão da transcendência, porque o modo de competição e a atmosfera condicionam, para o bem e para o mal, aqueles pozinhos extra de que precisamos.

Deixo-vos a ligação da entrevista abaixo e gostava muito de saber o que pensam sobre o assunto e sobre o "fardo" em que o desporto se pode tornar e que o Nelson descreve na perfeição. Também eu senti aquilo em muitos momentos e sou atleta amador.

https://radiocomercial.iol.pt/podcasts/era-o-que-faltava/t4/nelson-evora

15
Nov22

O clarão no escuro


João Silva

Nesta altura começa a ser normal haver mais tempestades.

Com elas, os relâmpagos e os trovões sentem-se convidados.

Se já de dia ou ao início da noite são assustadores, mais ainda em plena madrugada, quando não anda ninguém na rua.

No caso, nem importa haver gente à nossa volta. Não iriam conseguir fazer nada para nos proteger.

Mas é horrível ver clarões de relâmpagos seguidos de trovoadas fortes debaixo de chuva e em plena zona de entrada numa zona de serra às 5 horas da manhã.

Nunca me senti tão frágil nem impotente face à natureza.

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Vocês também já viveram algo do género? 

(Recentemente, saí para correr debaixo de um pequeno dilúvio com trovoada infindável e relâmpagos com a força necessária para iluminar toda uma vila. A dada altura, o céu tirou-me uma "fotografia" em que vi o raio rasgar o céu. Nunca tinha sentido tanto medo. Senti-me tão pequeno no meio daquilo. Depois fiquei eufórico por ter superado aquele momento. Na verdade, só o superei porque a natureza quis.)

24
Out22

Porto 2022: ciclo 2


João Silva

Segundo ciclo:

Duração: 09 de maio de 2022 a 05 de junho de 2022

Especificação: 

Segunda - Treino de fartleks watson - 4x2'/1' + 4x3/1 + 2x4'/1' (60 minutos)

Terça - Treino de reforço muscular de abdominais, glúteos e elasticidade (60 minutos)

Quarta - Treino de recuperação, ritmo entre 6' e 6'30'' km/min (50 minutos)

Quinta - Treino de séries - 12x30'' de velocidade máxima aeróbia/30'' de trote muito lento (60 minutos)

Sexta - Sessão de exercícios de flexibilidade, vertente fisioterapia (60-70 minutos)

Sábado - Treino longo da semana (90 minutos) - aumentou progressivamente 10 minutos por semana (nas quatro de cada ciclo)

Domingo - Treino de recuperação, ritmo acima de 6' km/min + 10 minutos de sprints de 10'' com recuperação de 1'30''

Objetivos: 

Ganho de velocidade, postura correta em treinos de velocidade, aumento gradual de quilometragem. Criar uma base de trabalho para ritmos altos. Introdução de abastecimentos sólidos nos treinos longos. Teste inicial de abastecimento a cada 40 minutos.

Dificuldades:

Sessões de treino de séries, ritmo profissional e falta de descanso.

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18
Out22

Os básicos da corrida


João Silva

Uma das grandes vantagens do atleta Hélio Fumo é o facto de não se limitar apenas a dar dicas para quem corre em serra, como ele.

Num vídeo curto no seu canal de YouTube, mostra-nos uns pequenos exercícios para melhorarmos a nossa forma de correr. 

São tão básicos e rápidos de fazer que não há desculpa. 

Ora vejam lá se não tenho razão.

 

02
Out22

A subida ideal


João Silva

Um dos momentos mais duros numa corrida é o processo de subida, sobretudo, porque são muitos os erros que provocam desgaste, logo lentidão, e cansaço físico (ou lesões).

Tendo sempre em conta que tudo isto tem de ser um processo longo e contínuo de trabalho, deixo-vos algumas dicas da minha experiência pessoal:

Os braços devem mexer de forma coordenada com as pernas. Vão dar mais agilidade e movimento.

Os joelhos devem ser bem levantados (não devem passar a zona da cintura).

O corpo deve assumir uma postura inclinada direita (ou seja, não devem curvar o tronco demasiado para a frente).

Os ombros devem estar descontraídos.

O pé forte deve marcar a entrada na subida e devem sempre aterrar com a almofada do pé e não com o calcanhar (nem nas pontas dos dedos).

Em caso de excessiva dureza ou de subida prolongada, podem e devem recorrer ao ziguezague: passam de um lado para o outro da estrada mas em progressão, não ficam na mesma zona).

Manter uma respiração estável, mesmo quando for necessário inspirar e expirar mais depressa. É importante não se deixarem ficar ofegantes. 

Por fim, deixo aqui um vídeo bem explicadinho sobre como podem subir.

É possível acabar bem e fresco uma subida. Procuro sempre chegar ao topo em condições de acelerar depois. Isso treina-se, mas é preciso dar tempo ao tempo e ir fazendo várias subidas. 

20
Set22

Sabiam que...


João Silva

...em média, precisamos de três camadas de roupa para aguentar bem treinos debaixo do frio, da chuva e do vento no inverno?

Apesar de depender sempre da pessoa e da região do globo, é uma espécie de mantra na corrida.

Regra geral, a camada mais próxima do corpo deve conseguir absorver a nossa transpiração e, ao mesmo tempo, deve expelir a humidade. A segunda, por seu turno, deve ser bem respirável para expelir a humidade, mas deve ser aconchegante.

A última camada deve funcionar como uma espécie de armadura contra intempéries. É aquilo a que chamamos parka ou impermeável.

Quem faz trails já estará mais dentro desta necessidade, mas é muito importante andar com esta roupa toda. 

Eu próprio resisto a essa tendência e sei que é um erro, que só corrijo quando já estou bem congelado. 

No ano passado, aprendi a lição e até collants térmicos para homem comprei. Mas é uma coisa que precisa de se tornar num hábito, confesso. 

Podia fazer um testamento sobre este assunto, mas encontrei um site de corrida que tem um artigo muito muito bom.

Aconselho vivamente a sua leitura para enfrentar o frio e a chuva:

https://www.on-running.com/pt-it/articles/what-to-wear-when-running-in-the-cold-clothes-by-temperature

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18
Set22

O "doutor" explica


João Silva

Não sou eu. É o jovem do vídeo abaixo. 

Basicamente, trago esta contribuição do canal de YouTube Corrida Perfeita pela simplicidade com que explica o que é e de onde vem a dor nos quadris de  corredor. Maioritariamente, está relacionado com a má postura e com a má aterragem do pé após uma passada. 

Numa linguagem simples e bem-disposta, este brasileiro mostra-nos como podemos evitar estas complicações. Na verdade, é algo simples mas que requer implementação ao longo do tempo. 

 

06
Set22

Estás mais pequeno, homem!


João Silva

Sempre me fascinou perceber o que acontece ao corpo de um atleta durante uma prova de longa duração como é a maratona.

Por isso, parttilho convosco uma explicação mais visual no vídeo que se segue:

Como maratonista, posso dizer que uma pessoa não sente estes mecanismos no momento em que está a correr. Mas que encolhemos, aí não há dúvidas. É o impacto da desidratação. 

Umas litradas de água e vai tudo ao sítio.

04
Set22

Salva vidas... Ou pés, pelo menos


João Silva

Desse lado, alguém, corredor ou não, usa uma peça destas?

Pois bem, meus caros, isto é um milagre da criação.

É verdade que não uso sempre, mas, quando uso, noto uma diferença enorme no aquecimento dos pés, por exemplo, e nos calos.

Como corredor de longas distâncias, os meus pés ficam sempre destruídos em muito pouco tempo, secos, gretados, com calos, inchados.

Além de camadas de Nivea ao deitar, de vez em quando recorro à lima para "polir" os pés. O facto de ter duas superfícies, uma mais rígida e outra mais suave, permite-me eliminar as calosidades e amaciar a planta do pé depois.

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02
Set22

1, 2, 3, uma entrevista de cada vez


João Silva

O meu convidado desta entrevista já estava para o ser há muito tempo, mas, por isto ou aquilo, foi sempre adiado.

Desta feita, não o "deixei" fugir da lista.

Há algum tempo, estive com ele numa espécie de parceria da monitorização do Trail da Escarpiada. O que já pensava dele saiu reforçado.

É um tipo porreiro, bem humorado. E com uma experiência neste mundo das corridas de meter inveja. Mas é muito mais como ser humano.

Isso e agora recebeu o estatuto de inválido... para a corrida. E porquê?

O Luís Martins diz-vos já de seguida (confesso que a resposta dele me tocou mais do que esperava, porque penso que terei uma reação semelhante no dia em que/se tal me acontecer):

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Nome

Luís Martins

Idade

45 anos

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Equipa

ARCD Venda da Luísa

Praticante de atletismo desde

Acho que comecei a correr, algures por 2011 e a primeira prova foi no trail Conímbriga terras de sicó de 2012

Modalidade de atletismo preferida

A modalidade de atletismo preferida???? Não posso falar de outras modalidades de atletismo, pois só fiz corrida, mas trilho vs estrada, acho que prefiro os trilhos, por toda a envolvência, desafios variados, convívio e ver sítios fantásticos durante as provas, mas sempre gostei muito também de me testar em provas de estrada, sobretudo 10km, correr aquele bocado de 40-45 minutos com a frequência no redline e devorar o ar com a boca aberta.

Prefere curtas ou longas distâncias

Curtas ou longas, outra pergunta difícil, em termos competitivos sempre me safei melhor nas curtas e como disse anteriormente gosto da sensação do redline, mas fui ganhando o gosto pelas longas e aprendendo a digerir calmamente os km, a ter paciência para lá andar e as sensações ao longo de uma prova longa são mais variadas e imprevisíveis. As provas longas trazem muitos ensinamentos que podemos levar para todas as situações de vida, por isso tendo que escolher, seriam as longas distâncias

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Na atual equipa desde

2018

Importância dos treinos

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Atualmente não treino corrida, tive um acidente grave no joelho esquerdo com rutura do ligamento cruzado posterior, entre outros estragos, o que me dá instabilidade para correr de forma consistente, mas quando treinava corrida, fazia-o entre 4 a 5 vezes por semana. Os treinos são essenciais em qualquer desporto, mas na corrida continua-se a pensar que treinar corrida, é só correr. Mesmo sem ser numa vertente muito competitiva a corrida é um desporto muito exigente para as estruturas osteoarticulares e musculares, com muito risco de lesão, por isso o treino de corrida ou para corrida deve ser mais amplo do que apenas correr.

Se tem ou não treinador

Não tenho treinador e nunca tive, mas reconheço a importância de uma orientação profissional, para uma prática sustentada e saudável, como disse anteriormente.

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Histórias insólitas, curiosas ou inéditas

História: entre muitos momentos marcantes pelo companheirismo, alegria e partilha antes, durante e após as provas ou treinos em grupo, guardo na minha memória o primeiro treino que fiz de trail com um grupo de “vedetas”, era um treino organizado pelo Fernando Fonseca, talvez em janeiro, de 2012 para ver os trilhos para o Sicó desse ano. Nesse treino estava o Fernando Fonseca e a Céu, o Jorge Justo, José Carlos Fernandes, o saudoso Vitorino Coragem, Victor “Laminha” Ferreira, os “cavalos” da equipa dos CTT na altura (Fernando Carvalho, Marcio, Rui Rodrigues e os Paulos), ou seja foi um batismo abençoado pelos dinossauros do trail.

Aventura marcante

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A aventura/ prova mais marcante foi a minha primeira participação nos 111km de Sicó, pois fiz de vassoura até sensivelmente metade do percurso (Santiago da Guarda), parte que foi feita de noite, com muito frio e muito demorada, pois os atletas que acompanhei decidiram fazer todo o percurso a andar, chegado a Santiago da Guarda passei a “vassoura” a outro colega e daí arranquei sozinho para o restante percurso, com muitas dificuldades na parte final e a sensação de superação ao chegar à meta na praça de Condeixa, já noite cerrada, é indescritível.

Participação em prova mais longa

Prova mais longa 111km de Sicó

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Objetivos pessoais futuros

No futuro gostava eventualmente de voltar a conseguir correr e participar numa ou outra prova, certamente curta e sem comprometer a saúde. A corrida teve e ainda tem um lugar muito especial, na minha vida. Quando tive que deixar de correr, senti-me perdido, pois o meu tempo livre e lúdico era quase exclusivamente centrado na corrida. Entretanto substituí a corrida pelo ginásio, não é a mesma coisa, mas fui surpreendido, nunca pensei gostar tanto e me sentir tão desafiado, dentro de 4 paredes. Tenho que agradecer a todo o staff do AdhocGym e aos colegas que frequentam o ginásio que, mesmo sem saberem, contribuíram para esta transição forçada, dolorosa, mas que hoje em dia é-me muito prazerosa. Sei que certamente no futuro farei sempre qualquer coisa que me desafie, me faça transpirar e disparar a frequência cardíaca.

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Como vê o atletismo daqui a 5 anos

Acho que as provas de trail e estrada vão estabilizar e ter mais qualidade, os próprios praticantes penso que se vão iniciar de forma mais consistente e apoiada, mas acho que o boom de praticantes veio para ficar.

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Como se vê no atletismo daqui a 5 anos

Daqui a 5 anos provavelmente estarei no atletismo como apoiante, durante a primeira parte, dos colegas da Venda da Luísa e outros amigos que fui fazendo, na segunda parte da prova, entro forte para colaborar com os colegas e, se possível, quem sabe, a fazer uma pernita numa prova ou outra pequenita.

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Como é que a COVID afetou a evolução como atleta?

Quando veio a Covid, já não corria por isso como pseudoatleta não me afetou em nada, como praticante de atividade física, obrigou-me a criar alternativas para conseguir manter alguma atividade física, embora se perca a interação social que para mim é muito importante.

O que mudou nas provas com a pandemia?

Pelo que me fui apercebendo, houve numa fase inicial algumas adaptações para continuar a haver provas, hoje em dia as restrições são quase nulas e os preços das inscrições dispararam.

Essas mudanças são boas para a modalidade?

A pandemia pode ter trazido coisas positivas para toda a sociedade e também para a corrida, deu tempo para as pessoas pararem, darem valor ao que se tinha como adquirido, as mudanças nas organizações relacionadas com a Covid penso que vão cair e depois, como sempre, as provas serão alvo dos processos de seleção natural.

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Legenda das fotos pela ordem de apresentação:

  • 111k sicó 2018 vassoura
  • Primeira prova - trail de sicó 2012
  • Corrida dos moinhos de Penacova 2012
  • Chegada na minha primeira maratona de trail Almourol 2013
  • Um dos poucos pódios, na corrida 4 estações em Soure 2018
  • Chegada na primeira meia-maratona de estrada em Cortegaça 2013
  • Primeira vez que vesti a camisola da Arcd Venda da Luísa, num treino, nas férias 2018 no Algarve
  • Última prova que fiz, já após a lesão e por teimosia, 15k de sicó 2020
  • Chegada à meta nos 111k de Sicó 2019
  • Lousã trail 2019
  • Trail do Infante Penela 2018
29
Ago22

Conhecer os ritmos com que corremos


João Silva

Sempre tive dificuldade em perceber as contas que lia em termos de ritmos de corrida quando alguém dizia que corria a um ritmo de limiar, por exemplo.

Não me interessava saber que devia correr a x% da minha frequência cardíaca ou que precisava de ter x para ter uma VMA de y. 

A verdade é que o tema já é tão antigo que, felizmente, houve quem estivesse na vanguarda na altura e se antecipasse.

Ao pesquisar para perceber melhor tudo isto, com o objetivo de traçar os meus próprios planos, tropecei neste blogue:

http://offthebeatentrack.nunogiao.com/2015/05/20/a-intensidade-de-treino/

O autor deu-se ao trabalho de traduzir por miúdos os conceitos dos diferentes ritmos e de aplicar os equivalentes ingleses, facilitando assim eventuais pesquisas mais aprofundadas.

Deixo apenas algumas imagens do espaço deste autor para terem uma perceção do bom trabalho feito:

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27
Ago22

Rampas em estrada e em serra (com vídeo)


João Silva

As explicações simples são as melhores. É uma verdade óbvia mas que nem sempre se consegue pôr em prática.

O grande Hélio Fumo teve a gentileza de nos mostrar como podemos correr em rampas e que benefícios isso tem.

No seu canal, explica por que motivo fazer rampas é igual a fazer sprints.

Eu sei que pode parecer polémico, mas aqui ficam a perceber por que razão é mesmo assim.

21
Ago22

Se o homem diz que não há limites...


João Silva

Ganhou as duas últimas maratonas em Jogos Olímpicos, é a referência máxima das gerações atuais que se prestam a correr maratonas e é a grande "esperança" humana para tentar percorrer 42 km abaixo das duas horas em competição (já o conseguiu num contexto ajustado às suas características e preparado com minúcia para ele).

Como muitos corredores africanos, tem uma filosofia de vida muito humana. E vê-se como uma pessoa normal.

Quando um senhor deste calibre diz que não há limites, o que devemos pensar?

Eu acho que ele tem razão...

 

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