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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

29
Nov21

O susto!


João Silva

Já la vai algum tempo, ainda estava longe de me lesionar, mas não é que numa madrugada apanhei um valente susto num dos treinos?

Já tive cães a ladrar, já tive porcos (penso eu), já vi coelhos e esquilos, já caí e até já fui (bem) abordado por jovens na noite.

Nunca tinha era levado com a luz de um frontal de corrida na minha direção em pleno sopé da serra (em Alcabideque, no corte para Condeixa, para quem conhece) às 4 e tal da madrugada.

IMG_20210424_040058.jpg

Num primeiro momento, fiquei sem saber o que fazer.

Depois continuei em direção à luz. Até que vejo um corredor (não reconheci). 

Ele disse boa noite e eu retorqui com um bom dia (dois belos pontos de vista).

Afinal não sou o único maluco a correr àquelas horas.

Mas assustei-me!! 

19
Jun20

Meu louco e motivador mês de maio


João Silva

É, maio é o meu mês da boa loucura. 

IMG_20190726_121010.jpg

Confesso que nem sei bem explicar qual o motivo. Certamente que o tempo mais soalheiro será propício a boas sensações, mas não deve ser apenas isso.

Então não é que se chega este mês, regra geral, já bem recheado de boas e também de trágicas memórias, e este jovem desata a ganhar uma maior predisposição para diversificar métodos e para experimentar novas modalidades e tipologias de treino.

Em 2019, depois de meses a fio a lutar com quebras de forma, cheguei a esta fase e comecei a carregar na intensidade dos treinos, a retomar as séries e os treinos mais longos. Introduzi o ciclismo de estrada e aprimorei o recurso ao ioga. O pilates apareceu meses mais tarde. Lembro-me ainda que foi precisamente nesta fase que passei pela primeira a marca dos 100 km de corrida numa semana. A perfeita loucura!

Em 2020, por força das circunstâncias, fui obrigado a pensar constantemente em novos estímulos para evitar a estagnação. Desde janeiro que assim foi.

No entanto, foi em maio, depois de dois meses sem pôr os pés o asfalto para fazer uma semana de treinos, que decidi criar um plano de higiene que me permitisse voltar ao sítio onde sou verdadeiramente feliz: as corridas de estrada.

Além disso, neste primeiro mês após o nascimento do meu filho, fui também obrigado a reinventar-me. Que prazer (apesar da dificuldade) me deu pensar em tudo como forma de não estar parado! Até "obriguei" o Mateus a praticar desporto (ainda que ao meu colo), tal era e é a ânsia por não parar. Esse sim é o meu verdadeiro medo.

Portanto, olhando e comparando tudo, diria que maio é o meu mês da reinvenção, da readaptação e do lançamento de alicerces para uma forma física condizente com o que procuro para mim.

Curioso também o facto de este ser considerado por muitos como o mês do coração.

Coração e corrida são suas coisas intimamente ligadas à minha personalidade!

Como é por essas bandas?

 

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