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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

17
Jan20

Uma análise ao que foi 2019


João Silva

Já passaram umas semanas desde a viragem do ano, agora é tempo de olhar para trás e de fechar plenamente um ano que teve tanto de intenso quanto de extraordinário.
Com base na imagem que aqui exponho, vou tecer um breve comentário a cada mês.
Neste caso, os valores apresentados referem-se apenas a corrida. Bicicleta, bicicleta estática e caminhada não entram nesta primeira imagem.

Assim sendo:
Janeiro - viragem do ano, loucura no corpo para mostrar a alguns aquilo que já fazia antes mas que ainda não era visível em redes sociais. Um erro tremendo, porque quis adotar coisas/treinos que não eram minhas e que não sabia ainda como integrar. Primeira vez em que passei a barreira dos 300 km corridos num mês.

Fevereiro - um mês sempre estranho em termos motivacionais e nem sei bem porquê, mas pronto. Primeira prova do ano, em trail, mas foi um mês duro a fazer lembrar fevereiro de 2018, sem "depressão".

Março - preparação da maratona de Aveiro em pleno, primeira prova de estrada e eu com as teorias de que precisava de saber encarar uma prova de ânimo leve. Pior prova de sempre em 10 km em estrada e frustração para dar e vender.

Abril - primeira corrida (21 km) no distrito de Aveiro e também o mês da maratona na dita cidade. Pior meia maratona de sempre e o pior registo em maratona, onde consegui juntar um mau desempenho a um mau tempo. Salvou-se o facto de ser o aniversário da esposa e por ter criado este blogue.

Maio - mês de reflexão e de diversificação de métodos de treino e modalidades, com alguns treinos em bicicleta de estrada e de corrida em serra. Primeira vez em que faltei a uma prova e onde precisei de avaliar ao pormenor o que andava a fazer.

Junho - mês de retoma, com mais uma quilometragem de sonho e o momento em que percebi que precisava de olhar mais para mim e para os meus métodos e de me fechar perante a exposição a que me sujeitava. Os resultados ainda não eram os ideais, mas os treinos já incidiram no que precisava.

Julho - mês de muitas mudanças em termos de técnicas e de tipos de treinos que adotei. Abracei mais sessões específicas, aprendi a valorizar mais as derrotas e o mês em que corri pela primeira vez mais de 400 km. Comecei a deixar as redes sociais e hoje percebo que foi a minha melhor decisão.

Agosto - treinos em alta, novo volume máximo de quilómetros corridos, sessões muito intensas, implementação definitiva de pilates e introdução da natação. O mês em que percebi que estava a fazer um excelente trabalho.

Setembro - mês de regresso às provas, com excelentes indicações, de muita corrida (outro dentro dos 400 km) e cada vez mais a certeza de que ia acabar o ano em beleza. Momento do treino de 42,195 km.

Outubro - mês incrível com dois fantásticos resultados em meias maratonas, mas também de algum abrandamento devido à proximidade da maratona. Nestes trinta dias tive a prova provada de que a crença e os pensamentos positivos são tão importantes quanto um bom plano de treinos.

Novembro - data da minha prova de eleição, a maratona. Um mês que valeu por tudo isso e que me fez tocar no céu. Também me deu motivos de orgulho por ter feito um desmame como aqueles dos livros. O lado negro foi depois o exagero e a sobrecarga tresloucada de treinos nas duas últimas semanas. Algumas crises de confiança e de questionamento desnecessário dos meus métodos.

Dezembro - última prova do ano, bem especial, muito treino e muitos momentos de reflexão sobre os próximos passos e sobre a forma como a parentalidade me vai obrigar a reinventar enquanto atleta. Implementação gradual de novos treinos de reforço muscular e retoma de alguns treinos específicos mais intensos como subidas. Redefinição de objetivos para 2020. Foi um mês incrível em termos de distância. Percorri pela primeira vez mais de 500 km!!!

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Deixo-vos com algumas imagens do volume de treinos de corrida e de outras modalidades em 2019. Ficou a faltar contemplar os treinos de força, mas não consegui parametrizar isso nas aplicações. Por outro lado, o corpo sabe bem o que sofreu. Outro tanto em 2020 não era algo que enjeitaria. Mas já sei que não vai poder ser assim. É hora de me reinventar, claro. "Challenge accepted!"

FORAM 4098 KM CORRIDOS EM 2019! MUITO TEMPO NA ESTRADA. VALEU A PENA EM ABSOLUTO.

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Distância percorrida em 2019 nos treinos de corrida

 

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Distância percorrida em todas as modalidades que pratiquei em 2019 (não contempla os treinos de reforço muscular)

 

 

 

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Número de sessões de treino de todas as modalidades praticadas em 2019 (não contempla os treinos de reforço muscular)

 

 

 

 

30
Dez19

E chegámos ao fim...de 2019


João Silva

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Hoje é o penúltimo dia de 2019.

Como sempre, um ano intenso. Habitualmente, defino as minhas metas para cada ano. Gosto de me orientar dessa forma, sinto que consigo atingir melhor os meus propósitos.

A nível inteiramente pessoal, posso dizer que, na generalidade, cumpri, embora tivesse falhado em alguns pontos cruciais. Matéria a melhorar, portanto.

Não acredito que um ano vai ser bom para nós, defendo, pelo contrário, que temos de ser nós a torná-lo bom ou mau.

Porém, não é isso que me traz aqui, a este texto.

No fundo, o meu propósito é colocar um ponto final em 2019, em termos desportivos.

Treinei o que tinha de treinar e sinto que chego ao fim precisamente como queria. 

Sem fugir à regra e aos clichês, altos e baixos de sobra, mas, vendo para lá dessa "cortina de fumo", foram 12 meses em que pude finalmente realizar o sonho de experimentar uma bicicleta de ciclismo de estrada, pratiquei ioga, tornei-me amigo mais "íntimo" do pilates e dei continuidade à meditação. Adotei novos exercícios, corri sem e com destino, vezes e vezes sem conta, com chuva, sol, vento e tudo o que poderia aparecer. Tive umas incursões por serra, descobri novos caminhos, novos trajetos. 

Como não podia deixar de ser, fui muito feliz na estrada, mesmo quando as coisas não correram bem e exagerei na carga ou estive em baixo de forma.

A maior aprendizagem que levo para 2020, esse ano que se prepara para me pôr verdadeiramente à prova e que será um teste à minha personalidade, é a de que é possível reverter tudo. Com a ajuda da pessoa mais importante da minha vida, a minha esposa, consegui fazê-lo em aspetos pessoais.

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Modéstia à parte, com a minha sede de conhecimento, com as minhas observações e pesquisas, sem esquecer em momento algum a minha capacidade de sacrifício, consegui também mudar cinco meses de forma deficitária para sete meses fantásticos. Por várias vezes, quebrei a barreira dos 300 km corridos num só mês.

É muito alcatrão, é uma terra, são imensas horas à procura. Foi isso que fiz: procurei-me este tempo todo, houve momentos em que me deixei perder ou em que perdi mesmo o controlo, mas onde fui muito feliz. A esse nível, deixo aqui uma frase que me enche o coração: "só ganhei porque perdi". 

2019 foi um ano de claro e puro amadurecimento como atleta. Invariavelmente, como homem. Se mudava algumas coisas? Sim, mas não muitas. Não atingi tudo como queria e nem as coisas aconteceram na totalidade como antevira, mas consigo estar grato pelas oportunidades de que beneficiei e por ter alguém que me "permita" voar e capaz de querer voar comigo e ao meu lado.

Aproveito o momento para vos desejar uma excelente noite de passagem de ano e para vos agradecer pelas vossas incursõesn este espaço, criado em abril de 2019. Se hoje é o meu veículo de comunicação com o mundo, a vocês o devo. Faço votos para que não se cansem e para que por cá continuem. Por fim, deixo uma curiosidade incrível: em abril/maio de 2020, haverá outro nascimento na minha vida...e não é de um novo blogue...portanto, desde já, sei que o meu 2020 será um ano de renascimento, de reinvenção e de muitos desafios...como nunca enfrentei na vida. Que assim seja e que nunca perca esta paixão pela corrida. O atletismo tem-me dado mais do que eu alguma vez poderia imaginar.

Feliz passagem de ano para todos.

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23
Dez19

Que esta maratona de natal não seja apenas para a mesa


João Silva

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Como guardei duas belas "trutas" para os dias 24 e 25 aqui no blogue, gostaria de aproveitar este dia para vos desejar a todos um feliz natal.

Espero genuinamente que possam ter uma consoada à medida da vossa tradição e dos vossos desejos e que, se for essa a vossa vontade, possam passar um belo tempo em família.

Da minha parte, estarei com aqueles que mais amo e que me fazem mais feliz.

Fico, no entanto, bastante curioso, já que este será o último natal em que seremos apenas dois cá em casa.

Como alguém diria, este será o último natal do resto das nossas vidas. Que assim seja!

Quer se queira quer não, já há uma magia infantil a decorar a nossa casa.

A nossa prenda demorará alguns meses a entrar pela nossa porta, mas, até lá, resta-nos encher os depósitos de amor e esperança para depois não haver falta desses ingredientes básicos cá em casa.

Um feliz natal a todos aqueles que vierem espreitar este canto (a quem não vier também desejo =)).

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22
Dez19

Assim corri as maratonas em 2019


João Silva

Nada melhor do que analisar a performance deste vosso caríssimo em 2019 do que falar nas provas que lhe dão um sorriso de orelha a orelha: os 42 km, as maratonas.

Cedo pecebi que são o meu elemento de trabalho e que são a minha plataforma de aperfeiçoamento e melhoria de treino.

Além disso, cheguei também à conclusão de que estou melhor na segunda metade do ano do que na primeira. Este ano deu-me essa prova e não me permitiu refutar a ideia. O volume de treinos foi muito superior, mas as técnicas, os exercícios e as metodologias de trabalho também foram distintas...para melhor. Contudo, apesar de ter sido assim, não posso deixar de considerar que a maratona de abril foi o elemento que me catapultou para uma subida de rendimento no segundo semestre.

MARATONA DE AVEIRO - ABRIL 2019

Primeira edição e logo numa data muito especial e numa cidade que me falou muito ao coração. O desempenho não foi esplêndido, embora tenha terminado abaixo das 4h (3h49'26''). Não posso dizer que a gestão tenha sido má para enfrentar a dureza do calor, do percurso e da distância, mas, olhando agora em retrospetiva, percebo que não estava num pico de forma, que cometi erros em treinos, mas também com a alimentação. É uma experiência a repetir no futuro, porque me permitirá trabalhar tão metodicamente como o fiz para a prova de novembro. Por questões familiares, em 2020 não poderei ir. Terei uma prova muito mais dura e imprevisível pela frente. Mas voltarei no futuro.

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MARATONA DO PORTO - NOVEMBRO 2019

Não sei explicar, mas acho que se deve ao ambiente e à cidade o facto de considerar esta a minha prova de eleição. Sinto-me verdadeiramente feliz por ir lá correr, por beber todo aquele apoio. É uma prova mágica e tê-la como objetivo faz-me trabalhar muito bem para obter um excelente resultado. Foi, até ao momento, a prestação de uma vida por tudo o que melhorei num só ano e por, mais uma vez, ter percebido que a solução estava dentro de mim, mesmo tendo de reccorer ao exemplo de outros atletas melhores do que eu. Quando deixei de me focar tanto nos lados e comecei a olhar mais para a frente, o desbloqueio aconteceu naturalmente. Acabei a prova com 11 minutos a menos face a 2018: 3h21m58s em 2019!! Fiquei genuinamente orgulhoso e com a certeza de que trabalhei muito bem. Objetivo para 2020: abaixo das 3h20m...quem sabe se dá para as 3h15m?!

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Esta foto foi cortesia da página "Objetiva em movimento".

21
Dez19

Assim corri os trails em 2019


João Silva

Foram poucos os trails que fiz em 2019, o mesmo número de 2018: 2.

Já é sabido que a minha paixão está na estrada e que não tenho nada contra quem corre trails, muito pelo contrário. Contudo, tiro muito mais prazer da estrada e é aí que quero e vou evoluir.

Ainda assim, em jeito de balanço, corri o trail de Sicó e o Anadia Wine Run.

TRAIL DE SICÓ - FEVEREIRO 2019

Uma prova estranha por ter sido a minha primeira do ano e por não ter estado a um excelente nível. Apesar de tudo e de não ter dado para aplicar os conceitos e as estratégias da estrada, serviu para conviver com os meus colegas e para ganhar mais alguma resistência. Tudo tem pontos positivos e esta prova, que teve lugar na minha terra, foi um bom teste. Fisicamente não saí bem, andei uns dias à procura da recuperação, mas valeu a pena: fiz 15 km em 1h36'17''.

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ANADIA WINE RUN - JUNHO 2019

Fiquei desiludido porque esperava algo diferente, sobretudo, ao nível do tempo. O envolvimento foi interessante e valeu pelo convívio, mas entrei a pensar na retoma da estrada e saí com a certeza de que aquela prova nunca poderia contar como fator de análise. Contudo, as 2h que demorei a percorrer os 23 km serviram para aumentar a resistência e para me preparar a sério para um segundo semestre muito intenso.

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20
Dez19

Assim corri as meias maratonas em 2019


João Silva

21 km foi a distância que mais percorri em provas neste ano que agora fecha.

É um segmento que adoro, onde me sinto bem e onde considero que tenho potencial para baixar tempos. Continua a estar atrás das maratonas na minha lista de preferências, mas merece um lugar de destaque. Ao contrário das provas de 10 km, aqui há forma de gerir bem as várias componentes da corrida, desde a postura aos abastecimentos. Além disso, é mais "fácil" de suportar o desgaste, que não é explosivo mas sim prolongado.

O ano começou com a pior marca de sempre no registo e acabou com um recorde pessoal e um desempenho que me deixou feliz e justificou todos os passos dados.

MEIA MARATONA DE ÍLHAVO - ABRIL 2019

1h44'45'', o pior dos piores, num dia em que tudo deu errado, desde a saída de casa até ao regresso. Um momento de aprendizagem a todos os níveis, mas que me deixou muito triste por ter menosprezado partes importantes da gestão de uma prova. Os primeiros 5 km acima do que o corpo dava, o resto da prova a apanhar cacos.

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MEIA MARATONA DA FIGUEIRA DA FOZ - JUNHO 2019

Uma prova que fiz pela terceira vez, embora agora com novo percurso. 1h42'25'' foi o tempo, o pior das três edições, mas tratou-se claramente de uma fase de retoma. Os índices motivacionais e de performance já começavam a apontar para cima. Não consegui manter um nível elevado em toda a prova, tive uma primeira parte complicada, mas recordo que cavalguei nos últimos 5 km. Boas recordações e a certeza de que só podia melhorar.

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ECO MEIA MARATONA DE COIMBRA - SETEMBRO 2019

Depois de um verão fantástico em termos de volume de treinos, mas também de componentes técnicas, um resultado mais dentro da linha dos anos anteriores: 1h35'24''. Mais do que tudo isto, destaco a gestão quase perfeita que só cedeu nos últimos 2 km e que enfrentou muito calor. Foi também a prova em que melhor estive na hora de aproveitar e de gerar desempenho coletivo.

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MEIA MARATONA DE LEIRIA - OUTUBRO 2019

Segunda melhor marca do ano, na altura, a primeira e também recorde pessoal, com 1h30'35''. Em termos de gestão, de capacidade de impressão de ritmo e de jogar com abastecimentos e com a estratégia definida, foi o meu melhor desempenho do ano. Cheguei quase sem força, mas com o coração e a garra levaram-me a conseguir uns 5 km finais dignos de alguém tão dedicado.

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MEIA MARATONA DE COIMBRA - OUTUBRO 2019

Recorde pessoal absoluto com 1h29'25'' (tempo do chip) e com uma felicidade maior do que eu. Porém, a frio, importa referir que não foi tão boa quanto a de Leiria e que tirei partido da primeira parte, apesar de ter sentido também que fiz uma segunda metade com imensa garra e crença de que ia chegar ao que queria.

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19
Dez19

Assim corri as provas de 10 km em 2019


João Silva

Tal como tinha definido em 2018, em 2019 passei a correr em menos provas de 10 km, não por não gostar, mas por ter percebido que o meu foco está nas meias e nas maratonas.

Portanto, além de economizar energias para treinos técnicos, ainda poupei uns euros para provas mais importantes. Tudo é gestão.

Nesta espécie de balanço em provas no ano de 2019,  arranco com a análise às provas de 10 km. 

Não deixa de ser curioso que, apesar de não ter sabido fazer as coisas adequadamente, os resultados revelam precisamente um decréscimo de forma.

Assim:

CORRIDA 4 ESTAÇÕES EM COIMBRA - MARÇO 2019

Numa fase em que estava a tentar perceber o que me tinha acontecido depois da maratona de novembro e em que tentava alinhar o corpo para a maratona de abril, quis fazer uma prova sem ser a "contar", num regime de gestão. Dei-me mal, primeiro, porque não sabia fazer isso, depois por não ter gerido bem a prova. Acabei a arfar com o meu pior tempo de sempre nesta prova: 47'23''.

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CORRIDA 4 ESTAÇÕES EM CONDEIXA - MAIO 2019

Na ressaca da maratona em Aveiro, tentei fazer um brilharete num percurso que dominava por inteiro, já que é o palco principal dos meus treinos. O percurso não enfrentava dificuldades de maior, mas fisicamente não estava bem e precisava de me encontrar. Acabei a achar que tinha sido excelente, mas o relógio desmentiu-me: 46'48''.

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CORRIDA 4 ESTAÇÕES EM SOURE - JUNHO 2019

Mais uma prova de má memória, embora aqui deva ressalvar que é o trajeto mais complexo do circuito. Tenho ideia de ter achado que ia bem, mas na segunda volta percebi que o corpo não estava bem. Foi o início das mudanças em termos de treinos técnicos. Serviu de lição e mais uma "medalha" de piores tempos: 47'25''. Psicologicamente deixou algumas marcas.

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CORRIDA 4 ESTAÇÕES NA VENDA DA LUÍSA - NOVEMBRO 2019

Este ano, esta prova contou com um percurso diferente e com 12 km em vez dos habituais 10, mas, ainda assim, pela sua natureza, decidi incluí-la neste campo de análise. O trajeto era mais do que meu conhecido, tantas foram as vezes que por lá passei no segundo semestre nos diferentes sentidos. Foi uma prova fantástica que superou em larga escala todas as minhas expectativas, tendo feito uns excelentes 50 minutos. Uma prova que voltou a mostrar o quão possível é quando acreditamos em nós e quando temos alguém ao nosso lado que nos vê melhor do que nós próprios. 

 

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