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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

26
Abr19

Sobe até te cansares...


João Silva

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Apesar de o título se referir às longas distâncias, as curtas também estão abrangidas neste capítulo. No fundo, por tudo o que tenho vindo a dizer, as subidas, as rampas e as escadas são muito relevantes para fortalecer o corredor.

As três distinguem-se pelo seguinte: normalmente, as subidas são mais extensas, mais prolongadas, podendo, porém, ser “curtas e explosivas”, são mais indicadas para manter ritmo constante perante determinado desnível; as rampas são mais curtas e mais explosivas, obrigam a “encurtar” a respiração e não dão tanto a sensação de constância de ascensão; as escadas podem ter várias extensões, ajudam a trabalhar a elevação dos joelhos, a colocação dos pés para não perder o equilíbrio e, além disso, também permitem trabalhar a parte anaeróbia.

Todos estes elementos acabam por requerer técnicas distintas: nas subidas, é muito comum utilizar os ziguezagues para se ganhar ritmo, beneficiar de possível vento e ainda para ganhar alguma velocidade; nas rampas, a técnica mais frequente consiste na colocação dos pés e na ligeira inclinação de toda a perna (até aos adutores), sendo importante que todo o corpo se encontre ereto e que os dedos dos pés não passem demasiado a linha imaginária dos joelhos para não criar desequilíbrios; as escadas “exigem” a elevação dos joelhos até à altura da cintura para permitir uma elevação mais forte e vertical, contribuindo para formação de muito pouco atrito.

Por fim, importa transmitir que os três cenários “pedem” uma postura mais inclinada para a frente, de forma a contrariar a força da gravidade e, consequentemente, a evitar o atrito. No entanto, a fim de não desequilibrar o corredor, o desnível posicional não deve ser demasiado elevado: por exemplo, a cabeça não deverá passar a linha imaginária onde o pé vai assentar.

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