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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

27
Jan20

Sem acomodações mas também sem exageros


João Silva

É a grande moral de toda esta história.

Dizem-nos muitas vezes que temos de sair da zona de conforto e que não nos devemos acomodar.

Tudo isto é muito bonito e muito verdade, mas também é necessário ter cuidado com tudo isso.

Primeiro, é crucial avaliar até que ponto nos acomodámos.

Naturalmente, falo da parte desportiva, mas também se aplica a tudo na vida.

Por vezes, as pressões, as nossas e as externas, levam-nos a fazer avaliações erradas e precipitadas, mas é importante manter a clarividência.

Os estímulos e as mudanças devem ser feitas com um propósito, o de garantir evolução e de nos fazer melhorar. Ao mudar de método de treino/trabalho, não importa, de todo, atropelar processos.

Portanto, se sentirem que o modelo tem dado frutos, aguentem-no mais um tempo e, a espaços, incutam algumas alterações para vos dar estímulo.

Não se mandem logo para fora de pé. A queda vai doer.

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