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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

19
Jun19

São boas e dão sempre jeito nas maratonas


João Silva

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Tenho por hábito ser relutante em relação a "aditivos" no corpo. E continuo a ser. No entanto, para se "sobreviver" a provas como maratonas é necessário aceitar que o organismo estará sempre em défice, logo, obrigatoriamente temos de recorrer a auxílios para suportar o cansaço, os défices de micronutrientes e para nos fornecer energia imediata.

Este é o lado invisível da preparação de uma prova, mas sem o qual não poderíamos "viver".

Na altura da primeira maratona, andava indeciso quanto ao "alimento" a utilizar. Tinha experimentado banana, marmelada ou laranja em treinos mas não fiquei satisfeito, porque senti que o corpo sofria muito com as perdas e não recuperava rapidamente dentro dos treinos de longões.

Nessa linha, optei por alguma coisa com fruta e que tivesse o mínimo possível de "mão humana".

Deparei-me com estas barras Aptonia, marca da Decathlon.

E usei-as nos treinos longos, tendo sentido de imediato que se adequavam na perfeição. Na altura, também adquiri os sumos de frutas deles, mas cheguei à conclusão de que não são tão práticos, embora sejam refrescantes e fáceis de ingerir.

Posto isso, temos de aceitar que se trata de bombas de açúcar, sendo que 50% da composição vem de frutas variadas. Mas quem corre uma maratona precisa efetivamente de uma bomba dessas para "rejuvenescer". 

Por causa dos açúcares adicionados (é o segundo ingrediente na lista), tentei remediar a situação com tâmaras nos treinos longos para a maratona de abril.

Tenho de admitir que não resultou muito bem porque, apesar da energia que têm, não ajudam a impedir a oxidação das células nem a revitalizar os músculos para que consigam completar 42, 195 km.

Portanto, rendi-me às evidências e voltei a comprar estas barras de frutas.

A questão da oxidação foi relevante para mim e, por essa razão, escolhi barras de frutos vermelhos com acerola. Além daquele efeito, fornecem ainda vitamina B1, B6, B12 e C.

São perfeitas para atividades com duração superior a 3 horas e não devem ser ingeridas de imediato. Ou seja, como eles próprios referem na embalagem, só devem começar a ser ingeridas ao fim de 30 minutos. No meu caso, costumo esperar sempre entre 40 a 45 minutos para o fazer.

Além de todos os açúcares simples, contêm maltodextrina, um açúcar composto que vai ajudar a recuperar da fadiga durante a própria atividade.

Por último, dois aspetos muito importantes: são fáceis de abrir (basta que não as deixem em locais com demasiada exposição ao calor) e têm 83 kcal por unidade.

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