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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

22
Fev20

Reduzir ou destruir?


João Silva

Gosto disto: ler, ver ou pensar em alguma coisa aleatória e depois utilizar para refletir sempre com o foco e o termo comparativo na corrida.

Desta feita, uma vez mais, foi a minha querida Diana que me sugeriu o texto que esteve na base desta publicação. Podem lê-lo na íntegra aqui: 

https://corredoresanonimos.pt/actualidade/especialistas/reducao-treinos-maratona

MAS PRIMEIRO TOCA A VER O QUE VOS DIZ ESTE VOSSO ESTIMADO! 

FB_IMG_1574463823253.jpg

Quando se aproxima uma prova da dimensão de uma maratona, é importante perceber que há uma fase decisiva para determinar, em grande medida, o vosso desempenho.

Tenho lido e percebido que há um grande dilema sobre o que fazer perto do grande dia.

As opiniões dividem-se entre treinar, abrandar o ritmo ou parar por completo-

Pela experiência pessoal, defendo que é necessário abrandar, pois isso vai permitir que o corpo assimile a carga dos últimos meses e recupere energias para a prova. Na minha primeira experiência, as duas semanas anteriores à prova redundaram numa redução da carga de corrida e na repetição continuada de reforço muscular. Folguei no dia anterior à prova.

image.jpg

Na segunda passagem, em Aveiro, procedi da mesma forma. Cheguei relaxado mas bem, ativado, sem perda de foco muscular. Na terceira, optei por manter um nível aceitável de corrida na semana que antecedeu a aventura no Porto e não folguei. Na véspera, decidi fazer duas horas de reforço muscular nos braços e peito. Posso dizer que ajudou, já que me senti bem soltinho e consegui um bom desempenho, que conta mais para mim do que o resultado final.

Isto para dizer o quê? Que em momento algum me passou pela cabeça parar por completo. Não o faço por convicção e por necessidade de equilíbrio mental e de regulação do peso. Ainda assim, parece unânime, como poderão ver na ligação da referida reportagem do Corredores Anónimos, que não é aconselhável parar por completo. Porquê? Simples de explicar: os sinais enviados ao corpo são de que não há necessidade de manter o "alerta", pelo que a consequência será um grande relaxamento. Logicamente, a ativação perde-se e a forma vai atrás, embora não na totalidade, dificultando muito a resposta do corpo no dia da prova.

Na verdade, como certamente percebem, abrandar não é parar, o que implica manter algum exercício. No artigo que sustentou este meu texto, têm "direito" a ficar com alguns conselhos para adotar na fase de aproximação ao grande dia. O volume de treinos, ainda que menos intenso, permite igualmente não baixar a guarda, manter o foco. Mentalmente, é muito importante. A performance passa muito pela força psicológica para enfrentar as dificuldades.

Portanto, antes de vos "deixar" ir ler o texto, pergunto: reduzir ou destruir?

 

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