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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

27
Abr19

Radicalmente livre de lesões


João Silva

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É uma espécie de cliché. É unânime que se trata de um “bem” essencial a cada desportista, mas poucos são os que os fazem quer corretamente quer em duração aceitável.

Entre os corredores, é considerado o principal responsável pelo aparecimento de lesões nos mais diversos músculos.

Antes de mais, importa esclarecer de facto que se trata de uma “mais-valia”. Está cientificamente comprovado e é, grosso modo, aceite pela comunidade de investigadores do desporto que os alongamentos impedem a formação de radicais livres, a oxidação e o envelhecimento dos tecidos e das células.

Devem ser feitos antes e depois da prática desportiva. Na fase anterior, visam a prevenção de lesões através do aquecimento de músculos, tendões e tecidos. Na fase posterior, são ainda mais importantes porque “esticam” as estruturas do corpo, eliminam os resíduos tóxicos formados na sessão desportiva e impedem a formação de mais toxinas, acelerando, assim, o processo de recuperação e tornando-o menos doloroso para o corpo.

Em termos pessoais, devo fazer uma confissão: antes dos meus treinos, não tenho por hábito alongar. Só em provas. Tentei durante algum tempo, mas não resultou. Por outro lado, sem querer justificar alguma coisa, “perco” entre 10 a 30 minutos após cada treino para alongar devidamente os músculos trabalhos.

Foi um processo evolutivo: no início desta minha “nova” vida, fazia os alongamentos mais básicos de pernas e durante aprox. 10 segundos. Felizmente, o tempo mostrou-me que precisava de investir mais neste domínio. Procurei alongamentos para as mais diversas partes do corpo.

Uma vez que também faço trabalho de força após cada treino de corrida, não podia alongar apenas pernas. É muito importante ir diversificando o “portfólio”. Assim fiz.

Atualmente, já incluí exercícios de alongamentos típicos do ioga e exercícios de alongamentos dos pés. Posso afiançar que estes dois conjuntos foram cruciais para curar lesões musculares de provas nas zonas dos quadris, dos isquiotabicos, das ancas, das virilhas, dos joelhos e mesmo dos pés.

Os exercícios adotados estão intimamente relacionados com a corrida. Foram extraídos de publicações especializadas em atletismo.

Além de todos os benefícios, refiro igualmente que os “traumas” de stress em áreas como canelas (canelites, por exemplo) ou pés (fascites plantares) têm diminuído consideravelmente com os exercícios de ioga.

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