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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

29
Abr19

Povo d'um raio!


João Silva

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Foi incrível. Que apoio saboroso e maravilhoso.

Acho mesmo que as pessoas não imaginam o quanto ajuda receber palavras de incentivo durante uma maratona.

Em todas as provas é especial e importante, mas nas maratonas é uma "obrigação".

E o povo de Aveiro, mas sobretudo de Ílhavo, da Barra e das Gafanhas respondeu presente e superou as minhas expetativas.

Os cordões humanos nas Gafanhas ou na Praia da Barra, os cartazes, os gritos, os incentivos foram de loucos. 

E eu também fiz por isso. Não me neguei a nada. Se para mim as maratonas são especiais, tenho de as viver de forma especial. E transformo-me num verdadeiro "animal" de palco.

Esbracejo, peço palminhas, aplaudo o público, incentivo a multidão a vir connosco, a ser parte do espetáculo. E são. E foram. Desde crianças sozinhas a bater palmas, a olhar para nós com enorme admiração, a senhoras às janelas dos prédios, passando por bandeiras nas varandas ou por testos a bater. Esteve lá tudo. E nem o ladrar dos cães faltou à festa.

Pessoas isoladas, estrangeiros, turistas, tudo lá. Como mandam as regras.

E os últimos 200 metros? Bem, o êxtase foi total. Fui levado "ao colo". Como bem quero e preciso nestes casos. 

Parecia uma subida ao cumo de uma montanha no ciclismo. Que corrente humana, que gritaria, que palmas!

Estremeci, fechei os olhos e absorvi tudo. Deu-me tanta força que fui a um sprint final e consegui passar dois atletas à chegada. Chorei ao atravessar aquele cordão.

Nunca tinha vivido nada assim. Nem no Porto, onde o público, tenho de confessar, foi ainda mais entusiasta.

Mas algo assim? Nunca.

E por isso Aveiro merece voltar a ter uma maratona para o ano.

Foi inesquecível!

Foi maravilhoso!

Povo d'um raio!!!

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