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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

03
Dez19

Perder e falhar são dois direitos que tenho...


João Silva

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Para ser honesto, esses direitos também se estendem a todos vós.

Penso muitas vezes nessa ideia e à medida que vou envelhecendo dou por mim a aceitar melhor o facto de que o erro e o falhanço são tão importantes como o sucesso e a glória, não só porque os primeiros são os impulsionadores dos segundos, mas porque é uma relação fechada. Não existem de forma individual, tal como a tristeza e alegria.

Claro que aqui trago o assunto associado ao desporto, mas ele "estica-se" a tudo na nossa vida. Não se trata da ideia do "errar é humano". Prefiro seguir na linha de "errar permite evoluir".

De uma forma geral e sem contemplar as exceções, o erro é o elemento responsável por desencadear uma reflexão, logo, é o primeiro grande contributo não só para impedir a repetição das falhas como também favorece o crescimento, a evolução.

Cada vez mais, dou por mim a procurar casos de atletas que falharam de alguma forma e que canalizaram esse fracasso para transformarem a sua carreira num verdadeiro sucesso.

Não faço isso por sadismo mas para meter na cabeça que é legítimo errar e que isso deve ser visto como algo de positivo, mesmo que no momento não seja apreciado dessa forma.

Claro que não estou a defender ou a dizer que um insucesso deve ser celebrado no momento como uma vitória. Porém, após deixarmos o tempo atuar e a nossa consciência analisar o que se passou, devemos aproveitar essa oportunidade "perdida" para estabelecer a ponte para o lado positivo.

Aceito o argumento de que não me devia preocupar com isso porque não sou profissional, mas, como sempre defendo, não sou profissional na carteira nem nos patrocínios, mas sou-o na minha cabeça. Afirmo-o sem qualquer presunção, com a consciência de que exijo muito de mim, não porque acredite que vá ganhar alguma prova algum dia, mas porque essa é uma característica forte da minha personalidade.

Não me vejo de outra maneira, nem quero, mas preciso de compreender que a derrota e o erro podem ser uma "bênção".

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