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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

10
Mar20

Opinião no feminino III


João Silva

Seguimos em velocidade de cruzeiro neste périplo pela opinião feminina neste espaço e hoje damos "voz" à MJP, uma leitora assídua deste canto e alguém que, sem me conhecer pessoalmente, já mostrou mais preocupação com o meu bem-estar do que muitos conhecidos.

Só lhe podia "encomendar" mais um belo texto.

Aqui fica:

 

Recebi (mais) um generoso convite do João para escrever no seu blogue, que me desafiava a reflectir sobre a seguinte questão:

“De que forma o desporto a faz sentir uma mulher mais forte?

O intuito é perceber de que forma o desporto pode ser um elemento agregador para valorizar e evidenciar o papel da mulher na sociedade atual.”

Ora bem, não sendo, eu, uma desportista e tão-somente uma entusiasta do desporto (sobretudo atletismo e ciclismo), enquanto espectadora, decidi aceitar tão amável convite e focar-me no papel que as caminhadas desempenham na minha Vida…

Gosto muito de caminhar, sobretudo, à beira-mar, embora não o faça com a regularidade que gostaria…

Também gosto de fazer longos passeios pelo campo…

O que ambos têm em comum (o Mar e o campo) é o facto de constituírem locais que me fazem “viajar ao sabor do pensamento”, proporcionando-me momentos de intenso prazer e profunda Liberdade enquanto caminho… 

De um ponto de vista mais abrangente, tendo por base o desporto de competição, diria que, lamentavelmente, ainda há uma enorme clivagem entre homens e mulheres que urge corrigir, nomeadamente, no que concerne aos prémios monetários, que são manifestamente inferiores no sector feminino, sendo transversal a qualquer desporto praticado. 

No entanto, considero que as mulheres desempenham um papel (muito) relevante no panorama desportivo, que deve ser valorizado e incentivado desde tenra idade, onde o desporto escolar deverá constituir um pilar primordial, desmistificando a ideia de que existem “desportos para meninos” e “desportos para meninas”.

O desporto deve ser inclusivo e agregador, não discriminando género, cor da pele ou qualquer outra diferença existente entre os seus intervenientes…

 

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