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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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Abr24

O tempo que não se consegue prever


João Silva

Por norma, uma lesão "imediata", como uma fratura, apresenta um diagnóstico fiel quanto ao tempo de paragem.

Se algo se partir ou romper, sabe-se o tempo médio até à recuperação do osso ou do tecido (não me refiro a tecidos moles como músculos). Se nada correr mal, é assim que funciona.

Numa lesão muscular, há um tempo médio estimado para "reanimar" o dito, mas, depois disso, ainda é necessário reforçá-lo. É preciso trabalhá-lo muito bem e dar-lhe descanso para que repouse e se regenere.

É muito frequente haver alterações nas previsões das lesões musculares.

Como não é algo que se "arranja" e já está, há um risco permanente de recaída, porque pode não suportar o regresso à atividade. 

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E depois não há padrão para saber se está tudo em condições. São as sensações de cada pessoa. De cada atleta. 

Concordam comigo ou não?

Já tiveram problemas musculares que obrigassem a rever os planos iniciais de paragem?

 

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