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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

28
Ago19

O segredo está nos esticões


João Silva

Verdade, verdadinha.

Os abanões que damos nos nossos treinos e métodos de trabalho são, sem dúvida, o segredo para mudar alguma coisa.

O corpo habitua-se a uma determinada rotina e, ao fim de algum tempo, não consegue libertar-se daquele marasmo. A partir de determinada altura, a forma começa a baixar porque os estímulos não são renovados ou reinventados.

Quando se fala na habituação ao que quer que seja, quem está de fora, acha sempre que ao fim de uma semana de treino. Contudo, estou a falar de um processo que dura alguns meses. Não é do dia para a noite e os sinais são bem percetíveis na falta de vontade, no sentimento de "é sempre igual" e depois ainda em questões técnicas, como a incapacidade para imprimir mudanças de ritmo dentro do mesmo treino, por exemplo.

Nesse sentido, algo de muito bom que podem fazer para dar nova vida aos vossos treinos é adotar un sprints durante uns treinos. Depois disso, o vosso corpo vai começar a dar sinal. Se fizerem isso em todos os treinos da semana, na semana seguinte, vão notar diferenças no vosso corpo, já para não falar na aceleração no metabolismo que isso vai provocar.

Outra dica muito boa é, para os típicos corredores de estrada, um suplício, porque implica subir uma ou várias rampas com inclinações bem jeitosas. O vosso coração e os vossos pulmões, sem esquecer as ancas, os adutores e as virilhas, vão bater palmas de contentamento, mas, certamente, passarão a correr muito melhor.

IMG_20190716_083912.jpg

Estagnar é um passo e, ao mesmo tempo, uma consequência (invevitável?) da prática desportiva continuada. Contudo, é importante não deixar que a estagnação se torne uma rotina, porque depois será muito complicado deixar o "buraco" em que caímos.

O que fazem quando sentem que o vosso corpo se acomodou aos treinos e às rotinas dos mesmos?

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