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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 66 kg graças à corrida e à reeducação alimentar. Desde então, o contador vai em 40 provas: 20 x 10 km, 7 trails, 10 meias maratonas e 3 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

17
Jul19

Não foi comigo diretamente...mas foi como se tivesse sido


João Silva

Quando relembro o final da meia maratona da Figueira da Foz no passado dia 10 de junho, há um episódio que permaneceu até ao momento: vr a minha colega Isabel chegar ao fima da sua primeira meia maratona em parceria com o mestre José Carlos.

Não duvido que toda a sua experiência tenha sido fulcral para terminarem bem a prova.

Filmei o momento e,  naquela altura, senti algo que só sentira duas vezes: uma comoção muito grande. "Sofri" os mesmos "arrepios emocionados" que vivi quando acabei a minha primeira meia maratona, curiosamente, também naquela cidade e quando cruzei a linha de meta na maratona do Porto, a minha primeira da "espécie".

E qual a lógica dessa emoção: umas semanas antes, tinha feito dois treinos longos com a Isabel a fim de a ajudar com a sua preparação. 

Aliás, os primeiros 20 km que percorreu em estrada foi sob a minha "alçada". Portanto, aquela vitória dela também era um pouco minha.

Uns dias mais tarde, pensando novamente no assunto, percebi que este é o passo seguinte de quem tem uma história parecida à minha: primeiro "arranjamo-nos" e depois "arranjamos os outros", ou seja, passamos a apadrinhar e a dar conselhos para que outros também se possam superar e possam alcançar determinado patamar.

Já passaram três meses desde que comecei a escrever e a alimentar este espaço e ainda hoje não tenho a noção completa de quem me lê, mas deixa-me verdadeiramente realizado poder receber mensagens e várias abordagens da parte de pessoas/atletas desconhecidas a solicitar conselhos.

Não me incomoda mesmo nada partilhar tudo aquilo por que passei e passo atualmente, já com largos meses de treinos para trás.

Portanto, deixo aqui um repto: não se acanhem. Falem comigo, venham partilhar a vossa história e as vossas dúvidas. Só assim é possível evoluir e perceber que determinadas coisas são normais e não uma exceção.

Gosto desta sensação de ser útil, de sentir que a minha história pode ajudar alguém e de saber que os meus conselhos e as minhas visões são ouvidas.

Penso que este novo capítulo na minha evolução como atleta me vai acompanhar no futuro: é uma realização poder treinar com pessoas que revêem em nós competência. E é o próximo passo: estar disponível e aberto para ajudar, porque essa também é uma forma de ser ajudado.

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