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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

23
Ago19

Nada cura tanto ou tão rápido quanto o desporto


João Silva

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Parece mais um dos clichés que se usam muito atualmente, mas, ainda assim, a verdade é que passamos imenso tempo à procura de soluções para os nossos problemas de saúde e, em abono da verdade, aquelas estão no desporto.

É um facto. Se tiverem algum problema de saúde e pesquisarem a fundo, vão ver que a maioria dos especialistas recomenda a atividade desportiva como solução. E não, não é necessário ser uma atividade intensa ou mais agressiva. Nem sempre tem de ser por essa via. Porém, verão que o ioga é sempre tido como uma excelente forma de controlar o aparecimento, por exemplo, de artoses ou de tensões nos tendões, desde logo, porque liberta o corpo. Uma simples caminhada tem repercussões hormonais e neuronais que nos dão literalmente anos de vida.

E notei isso em termos práticos comigo próprio?

Posso dizer claramente que sim.

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Quais foram os aspetos físicos, à exceção da redução de peso, onde notei melhorias?

Desde logo, passei a estar menos stressado, mais calmo. O que, a brincar a brincar, dá uma melhoria considerável ao organismo.

De seguida, sofria de princípios de uma espécie de apneia do sono. Algo como estar a dormir, sonhar que ficava sem ar e acordar quase sufocado. Deixou de acontecer. Nunca tinha dormido tão bem quanto agora. É verdade que passo por alguns episódios de ansiedade, mas isso não está relacionado com a prática desportiva, é uma caraterística própria do meu organismo, é a tensão acumulada em determinados momentos, sobretudo, porque quero muita coisa em pouco tempo e não sou realista na forma como procuro respostas para as minhas demandas em determinados pontos.

As dores no peito, o aperto constrangedor, tiveram direito a chá de sumiço. Agora sinto algumas quando pratico natação mas são sintomas do alargamento da caixa e não obstruções como sentia.

Algo tão evidente e do qual já me estava a esquecer: tinha problemas horríveis nas costas. Pudera, uma estrutura frágil a suportar diariamente 118 kg não é pera doce. Tive umas complicações num anterior trabalho que exerci. Depois de começar a praticar desporto, as dores que surgiram foram apenas as inerentes a más posições e não estruturais. Um verdadeiro alívio.

Antes de focar o aspeto que mais me supreendeu nesta minha vida mais virada para o desporto, refiro ainda os benefícios de que o meu colesterol  tirou proveio. Que diferença! E nem falo do quão bom foi depois mudar a alimentação. Por si só, o desporto foi um aliado de ouro. Em vez de pensarem em medicações para esses casos (falo dos mais simples em pessoas mais novas, não dos mais complicados), deveriam canalizar os vossos pensamentos para a prática de um desporto. Qualquer que ele seja. Desde que vocês adorem o que fazem e o façam com prazer, "go for it".

Por último, vem a sinusite. Ou melhor, com o passar do tempo e com base na evolução da minha prática desportiva, deixei mesmo de ter sinusite. Limpinho e sem espinhas, como é hábito comum afirmar.

E pronto, por agora, "só" me recordo destes benefícios do desporto na minha saúde. Se fosse médico, acho que a primeira coisa que prescreveria a um paciente seria, no mínimo, 30 minutos de qualquer atividade desportiva por dia.

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