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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

25
Ago19

Menos treinos funcionais e o corpo deu mais


João Silva

Foi mais uma das experiências que fiz.

Regra geral, o meu treino diário é composto por uma sessão de corrida e por uma de treino funcional.

Já falei disso no passado no blogue.

Primeiro não distinguia entre parte superior e parte inferior do corpo, o que, percebi depois, acabava por me deixar com as pernas pesadas e com dificuldades em alguns treinos. Depois de ter compreendido o que estava a acontecer, o que demorou meses, acabei por definir dias para cada parte/grupo muscular. 

Quando cheguei a um extremo de sobrecarga de treinos, comecei a sentir dificuldades motivacionais em chegar depois da sessão da corrida e a submeter-me "às tareias" musculares. Demorou 2 anos e 7 meses a chegar, mas aconteceu. O que decidi fazer?

Optei por adotar um plano mais voltado para sessões únicas e seguidas. Era uma forma de não ter dificuldades em estar três horas a fazer diferentes desportos. Claro que quem pagou esta fase foram as pernas, porque me pus a correr três ou quatro dias por semana durante mais de 01h00. Conclusão: cansaço, peso nas pernas e nos gémeos, dores horríveis nas virilhas.

Ainda assim, depois de muito pensar, voltei a encontrar uma solução: concentrar os treinos funcionais em sessões isoladas por semana. Por exemplo: num determinado dia da semana, fazia 1 h de abdominais, 1 h de glúteos e 1h de saltos (burpees, flat out burpees, touchdowns, saltar À cordaetc.). Ao fim de algum tempo, percebi que a concentração num só dia tinha uma grande vantagem: aquele grupo muscular tinha hipótese de descansar e de recuperar. Na sessão seguinte, já noutra semana, comecei a notar que os músculos ficaram mais definidos. 

Passei igualmente a tomar consciência do fenómeno de inchaço do corpo. Sim, aquele fenómeno que no início me fazia pensar que estava a engordar, quando, na verdade, era apenas o músculo a reestruturar-se.

É verdade que sofri com a mudança, mas também tomei mais consciência dos benefícios para o descanso muscular.

Como mencionei acima, resolvi o problema do excesso de treino com algumas normas mais "restritas" e a solução passou por reintroduzir as sessões funcionais mas por segmentar melhor o esforço, por exemplo, das pernas. Ou seja: tentar que um treino longo não seja seguido de 1 h de sessão de saltos. 

E por aí, com que frequência recorrem ao treino funcional? E que tipo de treinos fazem? Quantas vezes por semana.

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