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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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Out19

Haja paciência...


João Silva

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Esta cara não augura nada de bom, mas é simplesmente o cansaço estampado no rosto no fim de um treino de 38 km, feito no dia 31 de agosto. 

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Mas onde quero chegar com este texto?

Quero dizer que é difícil esperar que as coisas sigam o seu rumo.

Já diz o ditado que é preciso dar tempo ao tempo, o que não é mais do que ter calma e esperar que as coisas se encarreirem.

Em muita coisa na vida, os resultados não são imediatos, o que é um grande aborrecimento numa época em que olhamos para o aqui e agora e em que exigimos uma resposta imediata. O truque está em saber aceitar as coisas na devida altura, mas isso é um berbicacho grande para quase todos nós.

No desporto, diz a verdade que os resultados surgem ao fim de quatro semanas. É uma média, mas a verdade é que tem uma razão de ser e uma lógica. O nosso corpo precisa de se adaptar e de trabalhar com aquilo que lhe pedimos para fazer.

Como todos os corredores, e isso parece-me uma marca própria "nossa", nem sempre soube esperar pelo momento certo para avaliar a evolução.

Apesar de tudo, este ano foi tão difícil nos primeiros seis meses que fui obrigado a esperar, a concentrar-me no dia a dia e a deixar que as coisas tomassem o devido rumo.

O que fiz em maio e junho só se começou a revelar em julho, mas foi tão bom e saboroso quando percebi que tinha feito o correto.

Às vezes ainda há pior: esperamos e os resultados não aparecem. Haverá explicações e, nesse caso, somos forçados a perceber o que se passou e onde errámos. A resposta está lá, difícil é encontrá-la.

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