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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

Em novembro de 2016 era obeso. Depois comecei a correr, eduquei a minha alimentação e tornei-me maratonista. Mais tarde, tornei-me pai. Correr é uma das minhas paixões. Ser pai é outra. Corro todos os dias.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

30
Ago19

Esfalfa-te em maio para seres feliz em julho


João Silva

De facto, demorou algum tempo a reverter a situação. 

E a lição que trago neste final de verão é precisamente essa: os resultados não surgem imediatamente.

Não sou mais do que ninguém e já sabia que não seria repentino. Modéstia à parte, não ando nisto há dois dias, apesar de ter sido a primeira vez em que enfrentei uma descida de forma tão prolongada.

Como dei conta na devida altura, depois da maratona de Aveiro em abril deste ano, atingi um ponto baixo de performance e, embuído nesse espírito, percebi que tinha de mudar alguma coisa. Ainda um pouco sem rei nem roque e, a partir da segunda quinzena de maio, procurei introduzir novos estímulos. Na verdade, os estímulos vieram de forma "acidental", porque o que procurei foi mesmo retirar alguma da pressão que andava a colocar sobre mim.

Resultou. Não foi, tal como nunca é, um processo fácil. Isto de vivermos todos os dias connosco é tramado. Depois destes casos fica mais fácil ter compaixão por quem nos atura uma grande parte da nossa vida.

Ainda assim, a "balda" inicial surtiu efeito. Quando uso a palavra "balda", não estou, de todo, a dizer que deixei de treinar, mas a "rigidez" não foi a mesma e, por conseguinte, foi aí que ganhei maior descontração.

Em meados de junho, o corpo começou a mudar, a notar mais os estímulos e a ficar "entusiasmado" com isso. Por esta altura, a "transformação" não estava consumada, mas a forma física começava a subir.

Com o início do mês de julho, vieram os bons resultados em treinos. Não tive provas oficiais para confirmar isso, mas os treinos são um excelente indicador de melhorias. Aliás, como já escrevi, as provas são apenas uma "montra" do que fazemos em treino. No referido mês de julho, a introdução de mais treinos de séries e de fartleks revelou-se acertada e os resultados passaram a ser bons de forma permanente e não esporádica. Ou seja, tinha finalmente a confirmação de todos os indícios de melhoria.

Portanto, como em tudo na vida, a paciência é uma grande arma. A terminar, tenho de vos deixar com uma verdade sábia: um programa de treinos demora aproximadamente quatro semanas a apresentar resultados. Conclusão: definam as vossas metas, treinem de acordo com as mesmas e depois esperem...os resultados expectáveis aparecerão.

IMG_20190519_090707.jpg

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