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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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Jan21

Dividir ao meio e ficar com menos


João Silva

Alguém já ouviu falar em negative splitt (splitt negativo ou divisão negativa em português)?

O conceito parece simples e lógico: fazer uma segunda metade da prova com melhores parciais do que na primeira.

Desde logo, se tivermos em conta que demoramos, em média, 3 km a entrar no ritmo certo de uma corrida (os 3 primeiros km são uma espécie de aquecimento em competição), parece lógico que se faça menos tempo depois. Certo. Só que não!

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O cansaço, a desidratação, o desgaste do corpo, a falta de frescura mental têm, por norma, um enorme impacto na performance obtida na segunda metade da prova, que é, na maioria dos corredores "normais", mais baixa.

No entanto, a história do atletismo já nos ofereceu provas do contrário e, nesse sentido, é possível treinar esse aspeto.

Antes de mais, é necessário acreditar que é possível. Depois, torna-se necessário trabalhar muito bem a resistência física com muitos quilómetros nas pernas e a mental com muitos pensamentos positivos.

A tudo isto convém ainda adicionar uma bela pitada de frescura, inteligência na hidratação e bons equipamentos, sobretudo, no que toca a calçado. Além disso, é igualmente necessário fazer treinos em sistema de negative splitt e, para isso, temos de definir um tempo final virtual para concluir o percurso. 

Como nunca medi efetivamente os negative splitts nas provas, não sei se já me aconteceu. Sei, por outro lado, que consigo um melhor desempenho numa zona intermédia, já devidamente bem aquecido.

Por aí, feedback em relação a isto? 

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