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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

De novembro de 2016 até agora, passei de 118 kg a 72 kg graças à corrida e a mudanças na alimentação. Desde então, o contador vai em 35 provas: 19x10 km, 7 trails, 8 meias maratonas e 2 maratonas.

O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

13
Jun19

A Figueira tem bons percursos


João Silva

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Gostei do percurso na Meia Maratona da Figueira da Foz.

Achei que foi bem planeado.

Primeira metade da prova em direção ao porto. Boa escolha, afastando os atletas de zonas de maior confusão. 

Dentro do porto e na zona envolvente, fizemos aproximadamente 07 km e enfrentámos a grande maioria das dificuldades, como é o caso da subida do Salmanha (curiosamente ou não, foi a parte em que me senti melhor).

Apesar de não ser a zona mais bonita da cidade, o porto ofereceu uma parte mais plana (sempre necessária para quem anda à caça de recordes) e também espaço suficiente para que os corredores não se atropelassem, incluindo nas (poucas) mudanças de direção.

Fora do porto, foi tempo de regressar à zona de partida e de nos dirigirmos para o Cabo Mondego.

Em termos de perfil, também não há muito a assinalar. Há uma ligeira inclinação ascendente junto à Torre do Relógio e, em termos técnicos, é a maior dificuldade.

Contudo, na Figueira há sempre que contar com o vento forte junto à marginal. Bem educado como é, não faltou, emprestando dificuldade à prova, suportável, sobretudo, à conta da boa paisagem e da boa disposição das pessoas.

O resto do percurso vai mesmo até à zona da Cimpor, é plano, mas é "desprotegido". Entre a Figueira e Buarcos, o vento faz-se mesmo sentir com força. Pena que nem sempre tivesse estado do nosso lado.

Para terminar, avalio como positivo o percurso. Será um chamariz para quem pretende velocidade, isto porque a prova "perdeu" as idas duras às Abadias e ao Centro de Saúde de Buarcos. Ou seja, não é das provas mais técnicas e muita gente procura isso.

O que é que me pareceu errado: se, por um lado, foi uma excelente ideia "mandar" a corrida dos 10 km para a zona da segunda metade da meia maratona, por outro, cria alguma confusão, com os atletas a misturarem-se todos, o que até cria alguma "pressão" psicológica, porque os de 10 km já vão mais frescos e parece que estamos a ser ultrapassados por meio mundo.

Além disso, deixo um reparo final: considero mesmo muito negativo o facto de a caminhada ter acompanhado as restantes provas nos últimos três ou quatro quilómetros. Como as pessoas não se sabem posicionar, misturam-se com os corredores, dificultam a passagem e nem eles desfrutam nem nós corredores. Pior ainda: havia caminheiros a passar pela zona dos chuveiros, entupindo-a ainda mais para quem de facto precisava.

Seria melhor, por exemplo, se eles tivessem sido "encaminhados" para a zona das praias, junto ao Relógio.

Fica a sugestão.

 

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