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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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09
Ago19

É preciso acreditar e algo que ajude


João Silva

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Como já se pôde ver, estou a aproveitar o mês de agosto para refletir.

É sempre importante fazê-lo. Não me custa nada. Às vezes, difícil é estancar esse fluxo de reflexões.

Na senda da evolução em treinos e da melhoria do desempenho, ocorreu-me este pensamento.

Ou seja, a chave em tudo está na crença. Não me refiro à vertente religiosa, até porque não a tenho, mas à crença pura, simples e básica em algo que nos pode levar onde queremos.

Quantas vezes não somos levados em pontas pela crença, mesmo sem sabermos se vamos atingir o que pretendemos?!

Para mim, é precisamente isso que move montanhas. Crença, no fundo, é uma espécie de fé. 

Em ambos os casos, tem de existir algo que nos desperte interesse e que nos mova.

Modéstia à parte, mas, no meu caso, não tenho dificuldades em empenhar-me num determinado objetivo (do qual esteja convicto). Por outro lado, como tenho uma costela (já chegou a ser o corpo todo) pessimista, a minha crença nos meus propósitos desvanece um pouco em determinados momentos.

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Ora, aplicando isto ao que se passou nos últimos meses, eu acreditei, mesmo muito, assim aquele tanto que não se explica, que iria conseguir ultrapassar uma fase mais negra da minha evolução enquanto corredor. Tanto assim foi que não deixei de treinar. Muito pelo contrário, acrescente-se.

Contudo, com o passar dos meses e com a ausência de sinais de retoma, para bem da minha saúde mental, tive de aprender a mudar o foco, a baixar a importância atribuída à dita causa.

Essa atitude foi o melhor que me poderia ter acontecido. Sem querer saber ao certo quando haveria sinais, segui no mesmo rumo, até que houve uma altura em que comecei a notar melhorias no desempenho e em que os números relativos aos ritmos e às cadências começaram a ser mais jeitosos. Esta última parte foi a cereja no topo do bolo, pois foi isso que me deu a confirmação de que estaria "back on track".

Nas provas do mês de junho, já tinha começado a notar uma diferença na disposição do meu corpo, uma assimilação das mudanças.

A entrada em julho veio confirmar em definitivo que o caminho teve mesmo de ser aquele e que a tendência é ascendente.

Agora é continuar, aproveitar o balão e impedir que se esvazie.

Mas foi preciso acreditar mesmo muito...e receber sinais quanto à escolha do caminho.

 

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