Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Há aventuras que não precisam de medalhas nem de linhas de chegada oficiais. Foi o caso da nossa viagem a correr de Condeixa até Quiaios: 55 km de estrada, conversa, amizade e superação.
No novo episódio de Conversas à Espera de Acontecer, falámos com Ricardo Pereira, atleta apaixonado por longas distâncias, que partilhou connosco a importância de “partir ao desconhecido” e de não esperar pela prova certa para viver a corrida.
👉 O que se ganha em correr sozinho?
👉 Como é que o desconhecido pode ser um aliado e não um inimigo?
👉 O que significa alinhar corpo e mente durante horas de corrida?
Este episódio é para quem acha que correr não é para si. Porque a verdade é simples: não precisas de ser atleta para viver a corrida — precisas apenas de dar o primeiro passo.
Parece o início de uma anedota — mas foi, na verdade, o início de uma das experiências mais marcantes da minha vida.
A ideia nasceu de forma simples: correr até Fátima. Uns chamariam loucura. Outros, promessa. Para mim, foi um desafio. E para os meus amigos Ricardo e André, talvez apenas mais uma aventura maluca que o “ex-gordo” decidiu inventar.
Mas há algo mágico quando decides sair da tua zona de conforto, calçar as sapatilhas e seguir em frente, mesmo sem saber exatamente o que vais encontrar.
O caminho da fé (mesmo quando ela não existe)
O Ricardo é aquele tipo de pessoa que acredita profundamente. Vê sentido, propósito e silêncio em cada passo. Já eu e o André… digamos que acreditamos mais nas pernas do que nos milagres. E, ainda assim, ao longo da estrada, percebemos que há algo de profundamente espiritual em correr — mesmo para quem não acredita em nada.
Porque a fé, afinal, não é exclusiva de quem reza. É também de quem insiste. De quem continua quando o corpo pede para parar. De quem acredita que o próximo quilómetro pode ser melhor que o anterior.
Dor, riso e partilha
Foram dezenas de quilómetros de sol, dores e risadas.
O André, sempre com humor ácido, dizia: “se o São Pedro nos vê agora, está a rir-se de certeza”. O Ricardo, mais contido, respondia com um sorriso sereno, quase contemplativo. E eu, no meio deles, tentava gerir a glicemia, as bolhas e o ego — porque correr até Fátima é mais sobre humildade do que resistência.
A estrada ensinou-nos que a amizade é o melhor combustível.
Quando um vacila, o outro puxa. Quando o corpo fraqueja, a palavra certa empurra. E quando o cansaço se instala, o riso salva.
Fátima — a meta que é só o início
Chegar a Fátima não foi o fim. Foi uma espécie de reinício.
Não há medalhas, nem pódio, nem linha pintada no chão. Só silêncio. E uma sensação de que tudo o que procurávamos — fé, força, propósito — estava connosco desde o primeiro passo.
A fé do Ricardo, o ceticismo do André e a minha eterna curiosidade encontraram-se ali, na basílica, numa mistura improvável de suor e emoção.
Percebi que correr pode ser a forma mais pura de oração — mesmo para quem nunca reza.
Reflexão final
Correr até Fátima não foi sobre religião.
Foi sobre acreditar. Sobre persistir.
Sobre não desistir — mesmo quando o corpo duvida.
E, talvez, seja esse o verdadeiro milagre: continuar a correr quando a mente diz para parar.
👉 Se esta história te inspirou, subscreve o canal Tira o Rabo do Sofá e ouve o episódio completo no Spotify.
Há muitas formas de ter fé. A minha começa sempre com um passo.
Mas o que se aprende com o tempo — e com o corpo — é que parar também é treinar.
Neste artigo, inspirado no novo episódio de Conversas à Espera de Acontecer, partilho como uma pausa planeada nos treinos pode ser o fator que te faltava para evoluir:
dar tempo ao corpo para recuperar, à mente para respirar e à motivação para renascer.
Durante o verão, o descanso não é sinal de fraqueza. É uma estratégia de quem pensa a longo prazo.
Mesmo uma semana de pausa pode trazer mais energia, menos lesões e um regresso mais forte.
O segredo está na consistência — não no volume.
Cinco minutos por dia, uma caminhada, uma simples respiração consciente.
Esses pequenos gestos criam o hábito que te vai manter ativo o resto do ano.
👉 Parar não é desistir. É dar espaço ao corpo para te surpreender.
At 28 years old, I weighed 118 kg (260 lbs). Years of unhealthy habits, emotional struggles, and self-doubt had led me into a spiral of sedentarism and frustration. But everything changed the day I took my first steps — literally.
“It wasn’t a miracle. It was pain, sweat, failure, and getting up again — thousands of times.”
What started as a few meters became daily runs.
Those runs became races. Those races became marathons.
And that journey became a mission: to show others that change is possible — at any age, in any body. Today, João runs to inspire, not to impress. His mission is to help others reclaim their health and confidence through accessible, honest content that breaks the myths around fitness and self-worth.
🔊 Media & Content
Podcast 1: Conversations Waiting to Happen – deep, honest dialogues about transformation, discipline, and life balance.
Podcast 2: What My Running Shoes Say – solo reflections about motivation, training, setbacks, and mindset.
YouTube: Weekly videos, interviews, and real-life stories about overcoming obesity, starting from zero, and building consistency.
Strava Club: A global community where every kilometer counts — beginners and pros alike.
💡 Mission & Values
Inclusion: All content is subtitled or captioned to reach everyone.
Authenticity: No filters, no hype — just real people changing real lives.
Community: Because transformation is stronger together.
Discipline: Motivation fades; habits remain.
Hope: If João did it, anyone can.
🤝 For Advertisers and Partners The Get Off the Couch Project offers partnership opportunities for:
Sports brands (running, fitness gear, apparel)
Nutrition and wellness companies
Mental health, health-tech, and coaching startups
Social campaigns on physical activity and obesity prevention
Collaboration formats include: Sponsored podcast episodes Brand storytelling and interviews Product placements and gear reviews Community challenges (via Strava or YouTube) Motivational campaigns (English + Portuguese audience)