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Tira o rabo do sofá

Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!

Tira o rabo do sofá

Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!

Tira o Rabo do Sofá

https://youtu.be/9sw9AHC7wiU?si=JEvLDlihcdZiHKoy

O que dizem as minhas sapatilhas

29.05.24

Paro ou não paro?


João Silva

Claramente, não paro.

Falo do relógio e do ato de o parar ou não quando há necessidade de parar a corrida, por exemplo, devido ao "chamamento do corpo".

Bem sei que nas provas o relógio não pára. Logo, por aí, seria melhor se o fizesse também em treinos.

Acontece que gosto de treinar o tempo exato que programo.

Se estipulo 1h30 de corrida, pelo menos, tem de aparecer 1h30 no mostrador do relógio GPS. Não aceito ter programado 1h30 e ter perdido 5 ou 10 minutos em pausas (já aconteceram infortúnios nessa ordem).

Importa também depois saber lidar com isso em provas.

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Aí o método para tudo correr bem é treinar bem o corpo para não haver necessidade de paragens.

Quando estipulam tempo de treino, também têm de o fazer na totalidade ou separam as pausas? 

24.05.24

Tudo serve


João Silva

Sempre foi este o meu lema para fazer exercício físico desde novembro de 2016.

Já falei na minha vontade de ver uma oportunidade em tudo. 

Desta feita, foi uma simples compra numa loja, a The Flying tiger.

Uma "bola hexagonal". Uma espécie de dado com várias faces onde estão escritos tipos de exercícios (em inglês) e as respetivas repetições. 

E nem precisamos de materiais adicionais. Só do corpicho.

E assim sendo, mesmo para quem não tem planos de reforço muscular, é uma forma "divertida" de não estar parado, de fazer algo pelo corpo. Alguém concorda?

20.05.24

A pré-fadiga


João Silva

No fundo, este conceito diz respeito ao ato de provocar algum cansaço no organismo antes de um treino específico de corrida.

Como se sabe, o treino gera cansaço e o cansaço leva ao progresso, quando aplicado nas devidas proporções, porque vai obrigar o corpo a regenerar e esse processo vai melhorar a condição do corpo.

Em alguns treinos de velocidade, por exemplo, já numa fase próxima de uma maratona (cerca de um a um mês e meio antes), pode dar uma grande ajuda, para manter a tensão necessária e não fazer o corpo relaxar.

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No entanto, por se tratar de um treino que gera treino intenso em dose dupla, é preciso fazê-lo com calma. 

Um exemplo disso seria um treino forte de reforço muscular (de glúteos ou coxas) seguido de um treino fracionado de velocidade como 10 x 1'5''/1'5''. Aqui é preciso dar descanso. Talvez um mínino de 24 a 36 horas. Caso se treine, corrida, por exemplo, é importante fazê-lo a um ritmo muito lento.

15.05.24

Brutalmente honesto!


João Silva

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Temos de ser brutalmente honestos connosco!

Nem sempre vi isto desta forma, mas percebi que a melhor forma de evoluir é olhar para dentro e perceber o que fiz mal, onde errei. Porque é isso que me vai fazer evoluir.

A solução começa no momento em que reconhecemos o que fizemos mal.

Claro que isto dói, porque não há filtros para nos proteger. É um pouco como ser ateu (algo que sou): não há a barreira da crença num Deus para ajudar nos momentos de aperto.

Sermos honestos connosco é o mínimo que podemos fazer pelo nosso bem e pelo bem de quem nos rodeia.

Isto aplica-se a tudo!

Indo para o assunto deste blogue, no fim das provas, procuro fazer uma análise dura. Nunca é imparcial e tem muito de injusto porque se cria a ideia de que nunca nada chega. É um pouco como a procura da perfeição! Isso também não corresponde à verdade. É preciso juntar autocompaixão e contextualização. Isso foi algo que ganhei ao longo de 2023.

Mas é a olhar dessa forma que consigo identificar onde errei e como posso mudar. Se sei que posso mudar, não vivo enganado nem iludido. Isso já me ajudou no regresso aos treinos de velocidade, em alguns cortes alimentares e na implementação de treinos de reforço específicos.

Alguém também "pratica" isto desse lado?

11.05.24

Sabiam que...


João Silva

...a melhor altura para uma ressaca muscular é depois de um dia de descanso?

Parece um contrassenso, mas qualquer atleta profissional ou amador (com muita experiência) vos confirmará esta ideia.

Depois de uma sequência dura de treinos (normalmente, em mais de três dias), o corpo recebe um dia de pausa.

No dia seguinte, lá vai o corpo voltar às estrada! E as pernas pesam monstruosamente e os músculos estão rijos e muito doridos. É comum falar-se em ressaca. 

No dia em que tem folga, o corpo entra num ciclo de recuperação, de "refazer" as fibras destruídas no treino e de assimilação dos treinos anteriores. Tudo isto é muito doloroso.

No caso dos ciclistas, por exemplo, isso é ainda mais gritante. Nas provas de três semanas, há dias folgas. Nos dias seguintes é sempre uma incógnita saber se o desempenho será bom, porque ninguém sabe verdadeiramente como é que o corpo vai reagir ao descanso.

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03.05.24

Vamos estimá-los


João Silva

Os joelhos são um bem tão precioso quanto maltratado.

É fácil ter dores e ficar impossibilitado de praticar desportos de impacto como a corrida.

Pela sua complexidade interna, facilmente ficam num estado irrecuperável.

E se há coisas que não lhes fazem bem são as intervenções cirúrgicas.

Uma forma de os estimar e de os reforçar é através de exercícios simples que podemos fazer em casa após os mais diversos treinos. 

Não custa nada e vão prolongar a vossa saúde.

Aqui ficam algumas sugestões:

Há muito que se percebeu que o trabalho continuado e equilibrado dos joelhos é mais um fator reforçador do que lesionados. Portanto, pouquinho de cada vez faz muito.