Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Em 2016 era obeso. Hoje sou maratonista com 8 maratonas e mais de 70 provas. Partilho histórias, dicas para iniciantes e motivação diária para te ajudar a perder peso e sair do sedentarismo. Tira o rabo do sofá!
Não, nada disso é a nova forma de dizer "devagar se vai ao longe" na corrida.
Como tal, preparei-vos um pequeno episódio do podcast para vos explicar o que é e o que significa correr lento para depois correr depressa sem uma explosão no coração.
Aqui está uma pergunta que não se vê muito em blogues de corrida: calças ou calções?
É inverno. E está frio. De fazer cair o queixo.
Já corri de calças e já corri de calções nesta época do ano.
As primeiras mantêm o corpo mais quente. Os segundos são mais cómodos.
Confesso que fico na dúvida sobre o que prefiro, mas acho que agora estou numa fase mais inclinada para o tecido a cobrir toda a parte inferior do corpo.
É, meus caros. Há quem diga que o frio é psicológico e a velha guarda defendia que os homens não tinham frio. Pois eu acho que têm mas não admitem.
Gosto mais de me ver com calções. Sinto-me mais corredor, mas já voltei a recorrer às boas e velhas (e quentinhas) calças.
A respiração pode ser uma enorme arma, seja para atingir bons resultados desportivos ou mesmo para combater a ansiedade. E sabia que uma respiração controlada pode significar que um adversário tem a técnica certa para ganhar?
O António Raminhos deu voz ao psicólogo Rui Marques para que este nos explicasse o que se sabe da ligação entre a respiração, por exemplo, e os relacionamentos, as atividades desportivas e a saúde mental.
Sofro de ansiedade e stress (muito, muito menos nos últimos nove meses) e percebi lá, por exemplo, que uma respiração feita pela boca pode potenciar os episódios de angústia. Não é fácil de mudar e também não recorri aos serviços dos senhor (não tenho meios), mas tenho tentado controlar melhor a respiração. A meditação ajuda imenso, mas depois há momentos no dia-a-dia em que não podemos estar a meditar para nós controlarmos.
Ora vejam esse episódio do podcast Somos todos malucos e percebam onde pode estar a ajuda para um dos males da sociedade.
Em termos desportivos, sinto muitas vezes que a respiração é o meu campo mais débil e que ainda me impede de chegar a resultados mais interessantes. Mas tudo se pode trabalhar...
Os pequenos vídeos deste "filme" foram gravados pelo meu amigo Basílio e pela sua mulher Milu durante a prova Meia-Maratona de Viseu.
Este é um registo que vejo com orgulho e que mostra o espírito de amizade que pode haver em corridas maravilhosas, que explica o que é correr uma prova apenas no sentido de ajudar uma colega a chegar ao seu recorde pessoal (embora ela diga que não) e como nos respeitamos na hora em que ouvimos o nosso corpo e percebemos a nossa realidade.
Foi precisamente essa mensagem que procurei passar no final desta prova, onde decidi caminhar nos últimos 970 m.
Este é o meu vídeo de crescimento como homem e como corredor, pois mostra-me que não abdiquei dos meus valores em prol dos resultados. Ambas as coisas são importantes para mim, muito até, no entanto, há momentos em que importa reconhecer tudo.
Este é também o meu vídeo de propaganda para quem quiser ser treinado por mim. É bom que a Fátima e o Marco não venham cá ver isto.
Gestão financeira é algo que começa a ficar cada vez mais no ouvido dos portugueses. A nossa literacia financeira tem vindo a mudar muito e já é bastante positivo sentir um pouco a onda de conversas sobre finanças pessoais, sem ter medo de falar de dinheiro e do dinheiro em si.
Não cresci com muito dinheiro, na verdade, a gestão do mesmo sempre foi algo muito complicado em casa dos meus pais. A monopolização, por um lado, a escassez de recursos e a ignorância, por outro, eram uma combustão um pouco complicada para um miúdo. Cedo tive de aprender a mexer em dinheiro e tê-lo, em alguns casos, era uma sorte e uma espécie de dádiva.
A dada altura, como sempre gostei de fazer tabelas, listas e esquemas, dava por mim a escrever numa folha de papel o que ia ter de gastar e o que ia receber. De forma atabalhoada, ainda assim, posso dizer que aprendi isso com o meu pai.
Durante muitos e bons anos, essas tabelas e listas passaram a constar em cadernos dedicados ao efeito. Mais tarde, numa ou noutra tentativa, ia tudo para um word.
Mais recentemente, quando passei a ser freelancer a tempo inteiro, em 2018, comecei a sentir as dificuldades de ter tudo devidamente organizado. Sim, crescer num meio desfavorável traz-nos essa virtude da organização. Viver num e com um espaço desorganizado é algo que ainda hoje não me agrada particularmente. Em termos profissionais, desde logo, porque tenho vários clientes, era necessário perceber de onde vinha o dinheiro, em que altura (tenho clientes que pagam a 30, a 45 e a 60 dias) e qual o valor que precisava de não gastar por ser do estado.
Aqui, no último ano, tive a sorte de receber a recomendação do Excel da Luscofia, uma das minhas referências em termos de freelancing. Comprei o dito e senti melhorias drásticas em toda a gestão do dinheiro: fosse o pessoal ou o profissional. Tudo muito mais estruturado com cálculos diretos automatizados e apresentação de gastos por categorias e possibilidade de descriminação da proveniência do dinheiro. No entanto, para uma gestão mais abrangente e real, faltava-me ter a noção do meu dinheiro atualmente disponível nas contas e dos valores das minhas poupanças.
Na corrida, o cenário era ainda mais difícil. Não conseguia saber com certeza o que tinha gasto, quando ou em quê. Nem sequer sabia de que conta me estava a sair o dinheiro para financiar provas, equipamentos ou acessórios.
Recentemente, numa fase de rutura na minha vida, deparei-me com um software de gestão muito bom. É o Boonzi. É de uma empresa portuguesa e permite seguir o rasto de todo o nosso dinheiro. Numa altura em que passei a ter de contar cêntimos, este programa foi uma enorme ajuda.
Primeiro, é bastante intuitivo, como se vê pelo vídeo.
Os menus têm várias apresentações, permite ver as transações feitas e de que conta foram, faz o agendamento de transferências e ainda possibilita a gestão dos montantes existentes em cada conta. Com menos de cinco minutos, é também possível otimizar a importação dos dados dos extratos bancários para se perceber qual o rumo dado ao dinheiro.
Numa altura em que os gastos não dão tréguas, pensando no caso da corrida, é a diferença entre ir a um prova e estragar o orçamento ou antecipar um mês mais complicado em termos financeiros e evitar comprar aquelas sapatilhas mais caras.
O Boonzi pega nos dados que lá inserimos e acelera processos, deixando-nos livres para uma análise menos errónea dos nossos valores bancários.
Tem também uma versão mobile que pode ser emparelhada com o computador.
Esta marca portuguesa já foi alvo de entrevista no Contas Poupança e é mesmo uma recomendação assídua do Dr. Finanças.
Oferecem a licença gratuita durante um mês e, após esse prazo, a subscrição vitalícia com direito a uma licença com três acessos tem um custo que não passa os 39,99 €, um montante facilmente recuperável face à possibilidade de saberem para onde vai o vosso dinheiro. E se podem ou não ir àquela prova que tanto desejam.
Acedam por aqui, experimentem o software e, se for caso disso, adquiram-no. Eu já tenho o meu e tem-me dado muito jeito para me ajudar a "prever" o futuro financeiro.
Como tem sido hábito nos últimos vídeos, tenho tido alguns problemas com o som, os microfones têm de ser substituídos. É possível que se ouça muito baixo.
Esta corrente de exercícios ajuda a perceber a importância dos oblíquos e da zona abdominal do baixo ventre na corrida.
Hoje trago um conjunto simples de quatro exercícios básicos e fundamentais para melhorar a forma de qualquer corredor. Quando virem o vídeo vão perceber que já conhecem estes exercícios.
Pela minha experiência, diria para fazerem duas sequências de 10 minutos por semana após treinos ligeiros.
Vão ver como melhoram a vossa postura e o vosso ritmo na corrida.