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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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30
Abr23

Mateus


João Silva

Nem acredito que fazes hoje 3 anos. 

Custa-me a perceber como é que cresceste tão rápido, como te tornaste tão influente na nossa família, como derreteste e derretes os nossos corações.

Sei que és do mundo. Da minha parte, nada mais posso fazer do que dar-te ferramentas e valores para que possas seguir o teu caminho, que um dia descobrirás, de certeza.

É um luxo ter alguém como tu na minha vida. Uma grande dádiva que a vida me pôs nas mãos. É um prazer dos diabos perceber como já tens tanto teu em tão pouco tempo. Como já percebes as emoções. Como vives e como transmites a tua alegria de viver.

Escrevo isto aqui de propósito para ver se um dia, num futuro onde ninguém sabe bem como será a tecnologia, tu descobres o que o teu pai escreveu sobre ti!

E nem metade do valor e da admiração aqui vão. Nem eu consigo transmitir isso tudo e as palavras são um forte meu. Há coisas que as letras não explicam, que apenas a alma guarda.

Não te quero como companheiro, não te quero como amigo. Quero-te como filho, quero-te como ser humano. Devo-te isso!

Quando ficaste ansioso por regressar à escola depois das férias, percebi que te "perdi" no bom sentido. Já me voaste e ainda és tão pequeno. E é isso que eu mais quero. Que explores por ti, que vivas por ti! Sinto que o meu dever não é dizer-te como deves viver, mas sim estar aqui, estar pronto a ouvir-te, mesmo quando não concordar contigo.

Disse-te um dia, eras ainda mais pequenino, que não te podia salvar das dores, que só te podia dar o amor necessário para as aliviar. Pois que assim seja!

Não vejo a minha personalidade em ti, não quero nada disso. Não precisas de ser uma cópia, és um enorme original e muito valioso. Vejo apenas alguns traços de identidade que também tenho. Um deles é a necessidade de voar. E amar é deixar-te voar sempre com a esperança de que voltes!

Obrigado, meu pequeno, por enriqueceres tanto a minha vida!

E três anos são muitos anos, filho! São o início de uma bela vida. E oxalá que um dia possas ler estas palavras... 

27
Abr23

Diana,


João Silva

Se puderes, vai à caixa do correio, sff!

Ah, e já agora, muitos parabéns, amor 😍!

Feliz aniversário 🎂

26
Abr23

Aprender com os outros


João Silva

Devemos sempre. É algo que nos ajuda muito.

Fruto das várias pesquisas, deparei-me com mais um francês dedicado ao desporto.

É uma enorme vantagem viver num país que pensa noutros desportos. Não é por acaso que países como França ou Espanha obtêm grandes resultados de forma permanente. Com esta diversidade vem também a audiência. Projetos como podcasts ou sites só funcionam porque há ouvintes interessados 

Nunca pratiquei triatlo, mas já afastei mais essa ideia. Sim, correr, nadar (embora não nade bem) e pedalar na bicicleta são três desoortos que adoro mesmo. Os dois últimos têm a grande vantagem de melhorar muito a corrida.

Com base nisto, descobri o jovem francês Tristan que tem um canal de YouTube chamado IroUman onde fala sobre aspetos como tipos de treino ou técnicas para melhorar o desempenho. Trata-se de alguém com uma mensagem clara, uma excelente dicção e com muito conhecimento. Explica tudo ao pormenor e analisa todos os pontos ligados ao desempenho.

Fiquei fã incondicional. Além disso, descobri que tem um podcast muito parecido com doutro que já conhecia.

Neste caso, trata-se do "Dans la tête d'un triatlète". Foi graças a ele que fiquei a peceber melhor o conceito de recuperação ativa e de recuperação passiva.

Ficaram cativados?

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24
Abr23

Pequenas maravilhas

Prazeres na corrida


João Silva

Hoje começo uma pequena rubrica diferente. 

Aqui interessa apenas partilhar convosco os pequenos prazeres que tenho com a corrida (e com o desporto em geral).

A primeira maravilha é: correr com temperaturas gélidas e sentir as mãos a aquecer dentro das luvas ou os pés a ficarem quentinhas em pleno exercício. Parece magia pura!

Alguém partilha desse gosto?

E o que é que isso vos faz sentir?

 

 

19
Abr23

O estar só e o estar a mais


João Silva

Quando voltei a correr em provas, senti muito esta dicotomia.

Olhando mais para trás ainda, sempre fui a pessoa que se sentia só e vazia no meio da multidão e a que se sentia a mais, mesmo que nunca ninguém lhe tivesse transmitido tal ideia. Hoje sei o porquê. Precisei de, no mínimo, seis meses para entender. Hoje consigo combater isso.

A sensação de "eu não pretenço aqui" (ou de "eu não me encaixo nisto") é muito recorrente e acho que isso também explica por que motivo não participava m mais eventos sociais... Também aqui me dei conta, com ajuda, de que seria benéfico mudar.  E foi. 

O mais ridículo de tudo é que ninguém me fez sentir assim... achava eu, quando não tinha forma de olhar para o meu passado e de perceber. Agora renbl. E já consigo lidar com isso. Custa em determinados momentos, mas já percebi o que posso fazer.

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16
Abr23

Até voas

Nova forma de classificação de sapatilhas


João Silva

Farto de análises convencionais de sapatilhas, vou começar a trazer uma forma um pouco mais divertida de vós falar de calçado de corrida. 

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Custo - Nota 2

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Aspeto - Nota 1

 

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Segurança - Nota 2

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Conforto - Nota 1

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Técnica e sola - Nota 3

Legenda:

1- Tão apetecíveis

2- Apetecíveis

3- Não aquecem nem arrefecem

4- Descartáveis

5- Era mandalá-las para o lixo 

Link: https://www.decathlon.pt/p/calcado-de-corrida-homem-asics-gel-windhawk-azul-branco-preto/_/R-p-X8770012

 

 

 

 

 

 

13
Abr23

O rescaldo da Meia-maratona na Feira (com vídeo)


João Silva

Já passaram muitos dias, mas a sensação continua a ser boa. 

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A 25 de março corri a meia-maratona de Santa Maria da Feira.

Com a prova a mais de 100 km de casa, foi toda uma viagem muito interessante de introspeção e de focalização no que ia lá fazer. Não ia à procura de um recorde pessoal, não ia. Era a primeira prova a sério depois da pubalgia e o objetivo era claro: aproveitar todo o ambiente, todo o espaço, perceber como o corpo estava e testar o isotónico em competição.

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Antes do resultado, falo na magnífica sensação de me sentir em casa, fui sempre muito bem tratado. Tive direito à pasta party, o que me facilitou a logística do almoço. Muito boa comida, bem preparada para o contexto de prova. 

Depois disso, passeio pelo espaço maravilhoso do Europarque, feito a pensar nas famílias. Com restauração de qualidade, com limpeza espantosa. 

Seguiu-se um dos pontos altos do meu dia: conhecer O último fecha a porta. Que bela conversa, parecia que nos conhecíamos há anos. Gostei. E também gostei do facto de ele me ter apresentado o Sr. Falcão, o homem das maratonas já com idade para ser nosso avô. Que luxo! Fiquei a saber muito sobre os campeonatos nacionais de veteranos (sim, dentro de três meses, mudo para o escalão dos veteranos, pois chego aos 35 anos).

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Aqui faço uma pausa. O que aconteceu depois foi muito bom, mas deveu-se aos seguintes fatores: à minha gestão mental e corporal dos últimos meses; ao apoio e ao suporte familiar incansável da Diana que se encarregou do Mateus e do planeamento familiar, ao meu fisioterapeuta Rodrigo, ao meu amigo Ricardo Veiga, que me apresentou um isotónico em boa hora e ainda ao meu vizinho Fernando, que me emprestou a sua bicicleta há seis meses, permitindo-me assim diversificar o meu treino e não castigar as pernas, à minha psicóloga Vânia Ribeiro, que me tem ajudado a ver-me com olhos de ver e não com óculos estragados, e aos meus velhos amigos Bruno e Catarina, que me deram comida, banho (não literalmente) e dormida no seu palácio em Aveiro. 

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Nada do que vivi durante a prova em termos de desempenho faria sentido sem referir isto. Foi aqui que esteve a chave e o meu equilíbrio e há uma ligação direta disto com a forma como me sinto atualmente.

Posso referir ainda a organização, que esteve impecável na decoração do espaço da partida e da chegada, e as pessoas, que, aqui e ali, apareciam e incentivavam. A parte da chegada é uma overdose de apoio (e uma escassez de abastecimentos).

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Em termos de beleza, tenho de ser honesto e devo dizer que a prova vale pelos últimos 7 km.

Não ia à procura deste resultado, fui prudente o tempo todo, mas consegui desbloquear aqui algumas energias que tinha escondidas.

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Mais do que o orgulho no 73.º lugar em mais de 500 participantes na meia-maratona ou no 11.º lugar no meu escalão, impera o espanto e o enamoramento por mim próprio por ter conseguido um primeiro terço de prova a voar: meti 7 km nos primeiros 30 minutos e com descidas e subidas já ao barulho.

Ia leve, estive leve, fui solto. Aproveitei. Acho que a chave esteve na leveza mental que levei comigo. E naquele xi-coração do meu filho que revivi vezes e vezes sem conta durante a prova. 

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Numa altura em que me preparo para ponderar a contratação de um treinador para superar o duro segundo semestre que me espera (2 meias-maratonas e 2 maratonas), surgem dúvidas enormes: será que vale mesmo a pena? será que isto que já alcancei não é já prova do elevado patamar onde me pus? será que o que me espera seria diferente com os métodos de um treinador? e será que quero mesmo isso? que preço isso me obrigará a pagar? A reflexão fica para outros momentos.

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10
Abr23

1, 2, 3, uma última entrevista desta vez

Fátima Gramaxo - parte 2


João Silva

E pronto, passou a Páscoa, que espero que tenha sido boa, e agora entrego-vos a segunda parte da entrevista da Fátima Gramaxo, a última neste tipo de apontamento. Podem reler ou ler do início a primeira parte da entrevista desta atleta da ARCD Venda da Luísa.

Aqui veremos uma reflexão mais apurada da Fátima sobre o atletismo.

 

2.ª parte

2023sico2.jpgAventura marcante

Até à data a trail mais marcante que fiz o trail de Piodão, pelas suas paisagens únicas, simplesmente encantador.

Participação em prova mais longa

Meia Maratona da Figueira da Foz, em Junho de 2018: A cidade que me recebeu na minha primeira prova de corrida – 10km, recebeu-me também na minha primeira meia-maratona, a prova mais longa que fiz até à data.

Este dia foi muito marcante para mim e de grande superação pessoal, com muitas emoções à mistura. Recordo os treinos, o ponto de saturação a que cheguei antes da prova e como consegui dar a volta. Os treinos à chuva, coisa que nunca tinha feito antes e que seria impensável para mim no passado, coisa que só é entendida pelos “maluquinhos da corrida”. Terminei a prova radiante e surpreendida com o meu desempenho. Ajudou-me o apoio do meu marido nos treinos e na prova, e ,à chegada, a cereja do bolo, as minhas filhas que atravessaram a meta comigo.

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Objetivos pessoais futuros

Gostava de voltar a superar-me numa meia-maratona, para manter a motivação de aumentar os kms pois só tenho corrido em provas mais curtas. 

Como vê o atletismo daqui a 5 anos

O atletismo tem atraído cada vez mais atletas, penso que a tendência será continuar a crescer. As inúmeras provas existentes, muito diversificadas, favorecem essa tendência.

Como se vê no atletismo daqui a 5 anos

Daqui a 5 anos quero continuar motivada e a praticar a modalidade.

 

2019TrailBarcouco-JoseAlmeida.jpg

Porque existem tão poucas mulheres a fazer atletismo e porque há tão poucas em provas de grandes distâncias?

Talvez as mulheres não tenham tanto interesse pela modalidade comparativamente com os homens e no caso das provas de grande distância porque exigem uma maior disponibilidade para treinos.

 Existem diferenças de tratamento em relação aos homens?

Na minha opinião, não, pelo menos, que me tenha apercebido delas.

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07
Abr23

1, 2, 3, uma última entrevista desta vez

Fátima Gramaxo - parte 1


João Silva

Esta vai sera última entrevista neste formato mais tradicional. A ideia não é acabar com o processo, é transformá-lo, adaptá-lo aos tempos e melhorá-lo. Estou a trabalhar nisso e terei novidades no futuro.

Por agora, deixa-me feliz partilhar convosco a entrevista da Fátima Gramaxo. Antes de mais, é minha "vizinha" e já é mais do que uma colega corredora. É uma espécie de parceira de histórias recambolescas de "espionagem" polvilhadas com muito humor britânico.

Contudo, o que me interessa mais neste caso é que possam conhecê-la como corredora e pessoa ligada ao desporto.

Fiquem, pois, com a primeira parte da entrevista da Fátima Gramaxo:

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Nome

Fátima Gramaxo

Idade

41

 Equipa

A equipa de que faço parte é muito mais do que uma equipa... ARCD Venda da Luísa

 

Praticante de atletismo desde

Fiz a minha primeira corrida em 2017. Em miúda não gostava nada de desporto e muito menos de corrida,  fazia parte do grupo de alunos que, nas aulas de educação física, inventava desculpas para ficar no banco, apenas a exercitar as cordas vocais. Nunca me identifiquei com a prática. Já adulta comecei a fazer aeróbica e outras aulas semelhantes, em grupo, uma forma de exercitar o corpo e a cabeça. Em 2016, depois de uma dieta rigorosa, percebi que se queria manter o peso e melhorar a saúde e que precisava de fazer algo mais pelo meu corpo, o prazer de comer teria de ser compensado com algo mais eficaz do que o exercício que fazia até esta data. Em abril de 2017 decidi começar a correr e assim nasceu a paixão. Nas primeiras corridas, no choupal, acompanhada pelo meu marido, que teve um papel essencial nessa altura e andava ao meu lado enquanto eu corria, de tão lenta que eu era, na verdade ainda continuo a ser... O choupal foi durante meses o meu local de eleição para a corrida, comecei por aumentar a distância e depois a velocidade. No final desse ano fiz os meus primeiros 10km em prova, na São Silvestre da Figueira da Foz, um momento épico.

2019MeiaMaratona- FigueiraFoz (1).jpeg

Modalidade de atletismo preferida

Não tenho modalidade preferida: divido o coração entre corrida de montanha e estrada.

Gosto de corrida de montanha mais rolantes, com paisagens cativantes. Procuro percursos que não me levem ao extremo, valorizo a minha área de conforto para conseguir usufruir do momento, cumprir o meu objetivo pessoal e ficar bem comigo e com o meu corpo.  

Noutras ocasiões, prefiro a corrida de estrada, por norma sempre no mesmo percurso, isso permite-me estabelecer comparações pessoais e ouvir melhor o meu corpo.

 

Prefere curtas ou longas distância

Prefiro provas mais curtas, não me sinto preparada para grandes aventuras

 

Na atual equipa desde

Época 2019/2020.

Volume de treinos por semana

Depende das alturas, mas, por norma, 2 treinos semana.

Importância dos treinos

São essenciais, os treinos permitem-nos melhorar o desempenho. A falta deles faz-nos regredir, quer fisicamente quer psicologicamente. Quanto mais treinamos, mais vontade temos de treinar e melhores resultados temos, o que também nos motiva mais, um círculo vicioso. Os treinos são essenciais para a preparação.

2022Monsanto (2).jpgSe tem ou não treinador

Não tenho treinador.

Diferenças existentes entre o atletismo passado e atual

O atletismo está cada vez mais moda, há cada vez mais pessoas a correr e cada vez mais provas.

Histórias insólitas, curiosas ou inéditas

Não me recordo assim de nenhuma história em especial, embora cada trail de treino que faço sejam sempre verdadeiras aventuras pessoais. O meu sentido de orientação, ou falta dele, é ímpar. Já não tenho dedos nas mãos para contar as vezes que estive perdida pelo meio dos montes… talvez por isso privilegie tanto repetir os percursos...

Numa dessas vezes em que me meti em aventuras, sempre sozinha, fiquei sem GPS e sem água, tive uma cãibra abdominal, coisa que desconhecia, por falta de hidratação. O mau estar e sede eram tão grandes que me lembro de olhar para as poças de água e ter pensado em beber, mas consegui resistir ao cocktail...

2023Sico.jpg

 

04
Abr23

Quatro anos a falar de maratonas aqui...


João Silva

Hoje é um dia de festa aqui no "pedaço".

Este espaço dedicado às corridas e também um pouco à parentalidade e às receitas já ultrapassou os seus problemas de sono e também já tem os dentinhos todos de leite. Agora está um rebelde, a querer ter vontade própria.

Está um crescido. Faz hoje 4 anos, vejam lá bem!!

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Obrigado a todos os que colaboraram em entrevistas e artigos e a todos os que deixaram uma ou outra palavra de incentivo ou mesmo reparos pertinente.

Que venham mais, muito mais.

E oxalá consiga presentear-nos a todos com conceitos e posts um pouco diferentes do comum e páginas desportivas... A esforçar-me para isso já estou...

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