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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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31
Mar23

O que dão afinal as provas?


João Silva

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Muitas vezes falei na importância dos treinos e na necessidade que não tenho de participar em provas para me motivar porque, para isso, uso os treinos. 

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Pois bem, chegou o momento em que reconheço que as provas são igualmente importantes. E precisei de mais de dois anos sem elas para compreender que me dão algo que não consigo ter nos treinos: o convívio com pessoas agradáveis mas também aquele extra de competição saudável que nos faz querer ir mais além.

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Competir bem e com Fairplay é muito importante, até para que consigamos ter uma noção da nossa forma e dos pontos que temos de melhorar.

Quando voltei, disse que ia ter alguma ponderação na primeira prova.

A verdade é que o corpo ganha uma vida própria, que, por vezes, chega a ser necessário travar.

 

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É possível ser muito feliz em treinos, até porque temos liberdade para experimentar técnicas novas, mas as provas são, de facto, aquela pontinha de felicidade extra que dão um sentido diferente às corridas. E têm ainda o extra de nos tirarem do nosso "centro habitual de treinos". Fazem-nos competir em ambientes novos e distintos.

27
Mar23

Misturar corrida e força, mas como?


João Silva

Muita gente fala nisto e, de facto, é essencial para tornar o desporto corrida numa atividade "suportável" pelo nosso organismo a longo prazo.

O seguinte link é da autoria da página Adidas (através da publicação desportiva Runtastic) e exemplifica, com recurso a exercícios práticos, como se pode integrar os trabalhos de reforço muscular na rotina de corrida. E não, não precisam de mais nada que não seja o peso do vosso corpo.

https://www.adidas.pt/blog/530360-As-3-melhores-combinacoes-de-atletismo-e-treino-de-forca

Vão lá e, se tiverem dúvidas, podem esclarecê-las aqui. Estou à vossa disposição.

20
Mar23

14 anos...


João Silva

O tempo de namoro diminuiu drasticamente com a chegada do rebento, houve necessidade de reaprender a viver em conjunto, agora a três, mas, no meio de tudo, permaneceu o amor, o carinho, a admiração e o sentimento de pertença. 

Parabéns a nós por estes 14 anos de vida conjunta e com muitas vivências para recordar, meu amor. E com o melhor de tudo: um filhote mágico a caminho dos três anos...

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Amo-te muito.

 

 

17
Mar23

Uma corrida, vários tipos, é à escolha...


João Silva

Uma das pesquisas ao meu "arquivo" presenteou-me com informação clara e precisa do que são os diferentes estilos de corrida. 

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Na altura, há mais de seis anos, fui desencantar estas linhas na página do Ex-sedentário José Guimarães.

Ele explica bem o que é suposto em cada estilo e como se pode "resolver" isso de forma prática.

Da mesma forma, acrescento a fonte escrita sobre os treinos de resistência, que são importantíssimos para as provas de longa distância. O artigo está mesmo bem explicado, pelo que não vale a pena estar eu a recriar esse texto:

https://aminhacorrida.com/geracao-de-resistencia/

E antes de terminar, um bombom para quem está a fazer treino intervalado (séries) e quer saber uma distância média para a sua VMA:

https://souesportista.decathlon.com.br/o-que-e-um-treino-fracionado/

 

14
Mar23

Fazer uma maratona e passar por invisível? É possível!


João Silva

Este vídeo que vos trago hoje e que está devidamente legendado em inglês foi produzido por dois corredores franceses, um deles bem conhecido, Thibault, e que decidiram correr a maratona de Paris como se fossem cegos.

Neste documentário relatam todos os contratempos por que passaram e o que é treinar para se ser cego num dia e num local cheio de pessoas que, naturalmente, não querem saber em quem dão encontrões para correr...

Acho que é uma boa forma de nos pormos na pele de quem tem de se guiar com base em referência curtas, diretas e precisas.

E é também uma chamada de atenção para o privilégio que grande parte de nós tem: a visão intacta.

Vale cada segundo do vosso tempo...

11
Mar23

O impacto da natureza vs o impacto estrada


João Silva

Não, não venho condenar o trail nem nada do género.

Gosto de correr em serra, no meio da natureza, mas, se possível, com estradões, com caminhos largos e sem me matar no meio de calhaus e afins. 

E esta é uma das grandes diferenças. Respeito e admiro quem gosta de galgar troncos, subir cascatas, trepar encostas ou atravessar rios. Isso tem um lado puro, de desafio, de superação inegáveis. 

Mas, enquanto praticante de desporto, no caso de atletismo, sou um pouco "old school". 

Passo a explicar: adoro correr em estrada porque posso correr continuamente sem destino. Isto é, sem ter de parar para atravessar alguma zona, porque adoro a competição e sinto que é uma modalidade mais competitiva. E é possível correr em sítios bonitos e puros, junto da natureza, na estrada. 

A dada altura deixei criar a ideia de que não gosto de fazer trails. Isso não é verdade. Eu não gosto é de fazer provas de obstáculos disfarçadas de corrida, porque isso retira aquilo que me apaixona: correr continuamente e competir. 

A dada altura, já há muito tempo, encontrei uma entrevista em vídeo que o Vítor Oliveira, da página Aquele que gosta de correr, fez ao João Lima, da página João Lima.

E encontrei finalmente aquilo que sempre achei na distinção entre estas duas modalidades.

Podem ter acesso à entrevista aqui:

Correr em serra tem, para mim, outro problema grave: o elevado risco de lesões. E a enorme probabilidade delas aparecerem. Não que a estrada não seja também ela perigosa, mas é mais "calma".

Adoro estar em contacto com a natureza. Mas prefiro mil vezes enfrentar os desafios de uma serra a caminhar e os da estrada a correr. 

08
Mar23

Mais vale uma frase mal preparada do que uma memória esquecida


João Silva

Podia dizer que queria fazer este mundo e o outro para lembrar o Dia Internacional da Mulher!

E podia justificar-me sobre alguma falta de iniciativa em relação a outros anos aqui no blogue!

A verdade: não pensei em nada em que agradasse verdadeiramente e não convidei ninguém para escrever sobre este dia. 

E o que faz isso de mim? Nada, alguém humano. 

Não é por apregoar o dia da mulher que sou mais inclusivo em relação aos direitos femininos. É por procurar viver isso no meu dia-a-dia na forma como me relaciono com as mulheres.

Para todas, sem exceção, um feliz dia da mulher e que nunca ninguém se atreva a camuflar a referência ao dia. Podemos não repor os direitos todos no dia 08 de março, mas podemos garantir que não esquecemos a importância do dia e isso dar um passo rumo ao que é certo.

 

 

05
Mar23

A maturidade para perceber as coisas


João Silva

Quando comecei a correr, procurei logo reunir muita informação. Sempre fui assim com tudo. 

Li, confrontei informações e, honestamente, muitas vezes nem percebi o que queriam dizer, porque alguns ensinamentos eram mais técnicos.

Ainda assim, reuni a minha "enciclopédia" num dossier, onde também apontava os exercícios de reforço muscular e guardava os diplomas das provas.

Mais tarde, compilei um vasto conjunto de alongamentos.

Agora, muito tempo depois e já sem precisar verdadeiramente do dossier, decidi ver o que andava para lá e o que me poderia ser útil. 

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E não é que chego lá, folheio e começo a ver exercícios de alongamentos que me são muito úteis agora depois das minhas lesões de 2021 e agora de 2022-2023?!

Eu já os tinha! Alguns até já fazia.

Ando mais um pouco e vejo uma bela folha com a informação de cada estilo de corrida mais comum!!!

Durante muito tempo não percebi aquelas explicações e, de algum modo, acabei por eliminar isso do meu cérebro. Mas já estava rodeado dessa informação toda. 

Mais uma vez, foi preciso deixar-me andar e ir consultando aqui e ali para perceber algo com que já me tinha deparado anos antes.

Uma espécie de autoajuda: por vezes, é preciso não forçar, deixar tudo seguir um curso evolutivo e as coisas aparecem naturalmente.

Também têm está sensação de "eu já sabia o que era, mas não sabia que era isto?"

02
Mar23

Emagrecer para vencer?


João Silva

O desporto quer-se saudável e tem o propósito de nos deixar saudáveis.

No entanto, a relação entre a vontade (e obrigação) de vencer pode levar a relação entre saúde e peso para um nível trágico.

Felizmente, há cada vez mais atletas a expor o problema do peso no desporto (em particular, em algumas modalidades). 

Infelizmente, isso só acontece em retrospetiva, não no momento exato.

Basicamente, há os atletas que perdem peso de forma orientada para alcançarem o nível seguinte da sua forma e depois há as modalidades que obrigam a um enorme rigor para a manutenção do peso, sob pena de não deixarem os atletas competir.

Ambos os casos são péssimos, embora o primeiro permita regressar "à normalidade" após determinada prova.

Não sou contra esse tipo de comportamento, é normal querer perder um ou outro quilo para se atingir um dado patamar. O que me perturba é que isso vire conduta comum, que seja um dado adquirido no meio.

A propósito da relação dos atletas profissionais com o peso, trago este testemunho do ex-judoca Nuno Delgado.

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