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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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10
Jan21

As lesões de um corredor - parte IV


João Silva

Segue-se mais um capítulo nesta senda de divulgações do livro da DK, Corrida e maratona.

Na linha do que expliquei ainda em dezembro, o objetivo disto passa por vos dar conhecimento na hora de perceberem se têm uma lesão, onde se encontra e como pode ser debelada.

Portanto desta feita, exponho a canelite (que afeta imensas pessoas e que, na verdade, pode ser facilmente debelada, se for detetada a tempo), a síndrome compartiments (que não conhecia, confesso) 

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e ainda com as malfadada lesões nos tornozelos, uma zona do corpo que paga a fatura do esforço e, muitas vezes, dá "negligência". 

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Por aí há alguém que já tenha tido alguma lesão destas? 

08
Jan21

As lesões de um corredor - parte III


João Silva

Ano Novo, continuação das rubricas antigas. 

Terminámos a falar de lesões e são estas que retomamos agora em 2021, sempre com o objetivo de partilhar conhecimento. Até porque saber é poder.

Por isso, seguem-se mais duas lesões com textos e imagens da revista Corrida e maratona, da editora DK:

lesão nos ligamentos (daquelas que podem acabar com os sonhos de qualquer corredor) 

IMG_20200913_180435.jpg

e fraturas de esforço e joelho de corredor (não, não é ter um joelho musculado, sequinho e de fazer inveja) 

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Ja houve algum destes problemas desse lado? 

 

06
Jan21

Tradição cumprida também em 2021


João Silva

Instituí uma tradição no dia 01 de janeiro.

Na verdade, essa tradição só existe há quatro anos, altura em que comecei a correr: no primeiro dia do ano (seja qual for o meu estado físico e de descanso), tenho sempre um treino de subidas durinhas. 

Em 2019 e 2020, por força das circunstâncias, houve sempre ida e volta da Bajouca a Pombal. Este ano não passámos lá o ano, pelo que decidi recriar algumas subidas duras que fiz pela primeira vez a 17 de dezembro de 2016. Foi o primeiro dia em que corri mais de 10 km. Na verdade, precisei de 2h17m para fazer 17 km. Agora, quatro anos volvidos, consigo fazer essa distância em 1h25m ou 1h30m.

No caso deste ano, uma vez mais, no dia 01 de janeiro tive a companhia do frio (imenso), sempre pronto a fazer bater o queixo. 

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Mas soube tão bem!! Que prazer e, acima de tudo, que sensação de vida a percorrer o corpo.

Não foi o treino que tinha gizado há uns meses, porque tive medo (sim, sou homem e tenho medo, não me sinto diminuído por isso) de ir àquela hora para uma zona ladeada por serra e com pouca iluminação.

Talvez num futuro próximo consiga ir até lá de novo.

Desta feita, fiquei-me por alguma chuva e por um encontro fortuito com seis "marmanjos" que vinham da borga às 05h30 da manhã. Mas foram simpaticos: desejaram-me bom ano.

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04
Jan21

Sumatório de 2020


João Silva

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Como se pode ver, foi um ano passado a correr. 

Foi, na verdade, um bloco de 12 meses que me trouxe novas realidades dos diferentes polos, como a primeira vez em que corri mais de 600 km num mês, as três maratonas que fiz, os quase dois meses de confinamento ou a perda de forma devido ao sobretreino.

Apesar de ter continuado a treinar em casa nos meses de março e abril, perdi técnica e forma de corrida, que é bem diferente da forma que se tem noutro desporto.

Ainda assim, e sem esquecer as mudanças necessárias no meu treino devido ao nascimento do meu filho, foi um ano muito produtivo, com muitos quilómetros nas pernas. 

Só em corrida e sem contemplar caminhadas ou bicicleta estática durante a quarentena, foram 6092 km a correr atrás do que me faz feliz. Em 2019 tinham sido quase 5000 km, portanto, houve um belo aumento, o que, por outro lado, nem sempre se reflectiu em treinos de qualidade, tal foi o desgaste a dada altura.

Juntando todas as modalidades praticadas e parametrizadas (não inclui as sessões de musculação e de reforço muscular), o número de quilómetros no corpo sobe ainda mais. 

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Belo desafio que tenho em mãos para 2021.

Os números são o que são e não valem mais do que outros nem devem servir para intimidar. Dão apenas uma expressão a todo o prazer que um atleta amador sente em praticar desporto. 

02
Jan21

O mês de dezembro como se tivesse sido ontem


João Silva

Na verdade, foi anteontem.

Analisando os treinos do mês de dezembro, uma vez mais, passei os 650 km, desta feita, cheguei aos 685 km.

Em termos de qualidade, foi um mês a lutar contra a quebra de forma e a lidar com os excessos de novembro, entre os quais, duas maratonas.

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A juntar a tudo isto (e também para combater tudo isto), iniciei mais um plano específico de velocidade. As verdadeiras melhorias só apareceram na última semana de dezembro.

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Por outro lado, foram as outras três semanas menos produtivas que me proporcionaram as melhoras da última semana. 

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