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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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08
Set19

À procura de coisas boas no Choupal


João Silva

Terminada a época estival, é tempo de retomar as provas. Não tanto para confirmar a evolução e os treinos, mas para perceber onde e como estou na hora de gerir aquelas "síndromes" pré, durante e pró competição.

O verão foi muito bom e termos de treinos, o que, tal como nos anos anteriores, já é uma característica minha. Dou-me bem com esta fase do ano.

A menos de três meses da maratona, é bom ter esta prova para poder reformular o que for necessário, sempre com o intuito de chegar bem ao Porto.

No ano passado, consegui fazer 1h30 em pouco mais de 20 km. Trata-se de uma Eco Meia Maratona, mas, na verdade, faltavam uns metros para chegar aos oficiais 21 km.

Seja como for, perante a evolução positiva que tive desde meados de junho, é legítimo pensar que consigo chegar aos números do ano passado. Ao que parece, a prova não mudou o seu percurso, pelo que já sei com o que contarei. E, ao contrário do Anadia Wine Run, não andamos "perdidos" nas vinhas, vamos explorar os milheirais do Choupal em Coimbra. Uma zona muito sossegada e propícia a mais uma bela manhã de corrida entre corredores.

Por isso, em termos práticos, proponho-me a fazer uma gestão consciente da prova, os primeiros 10 km não muito abaixo dos 5'/km e uma segunda metade a rondar os 4'30'' e sem quebras de forma algures entre os 16 e os 18 km. Em termos objetivos, quero fazer menos do que 1h30 (excelente mesmo era terminar com 1h25). No que toca aos abastecimentos, proponho-me a engolir o meu orgulho e a abastecer numa meia maratona sensivelmente aos 10 km, se possível, com fruta de digestão rápida. 

Por último, mais importante do que todas as contas e metas é poder passar excelentes momentos com os meus colegas de equipa e com a minha "família" das provas, aqueles que me fazem sentir "em casa" nestas provas. É indescritível a sensação de ir a uma prova e já saber que não sou indiferente. Aquela sensação de "pertença" é maravilhosa.

Quanto ao resto, que seja um dia com uma temperatura amena, propício à prática desportiva e que possamos sair dali com uma barrigada de bons momentos.

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