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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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01
Set19

Gosto do que vejo, mas preciso das cicatrizes


João Silva

SAM_0114.JPG

Na sua publicação de julho, a Luísa de Sousa deu o pontapé de saída. Trata-se de um artigo sobre a vigorexia, um problema relacionado com aspeto físico e que afeta cada vez mais pessoas, sobretudo, homens.

O assunto ficou aqui a pairar na minha cabeça durante umas boas horas, desde logo, para perceber se me encaixava no perfil dos "afetados". 

Ao fim de algum tempo, percebi que não. Não fujo à regra e dou atenção ao meu físico e sim, em determinadas alturas, perdi alguns minutos (horas?!) a "medir" com as mãos certas partes do meu corpo. Portanto, não, não me são indiferentes algumas coisas.

Desde logo, para perceber o que digo, basta compararem as duas fotos desta publicação. As mudanças no meu aspeto deram-me o quê? Autoestima e isso serve como um balão, ou seja, "tenho" de manter o aspeto porque me faz feliz e me realiza e me mostra o que consegui criar.

Por outro lado, é importante deixar isto bem claro: o aspeto, por si só, não é uma obsessão. Porém, é inevitável olhar para o lado e tecer comparações. Aqui, devo confessar que foi crucial ter uma esposa que me "obrigou" a ver-me como um ser único e com características muito minhas. No fundo, a valorizar-me. Ensinou-me isso, na verdade.

Resumindo: não deixo que o aspeto me faça prisioneiro e me faça cair numa daquelas ratoeiras de onde não sai mais.

É verdade que estou sempre a analisar o meu corpo, que valorizo os traços que nele se formaram, mas, e afirmo isto com toda a sinceridade, não trocava as minhas "cicatrizes" e estrias por nada. São elas que me mostram de onde vim, qual foi o caminho e qual a minha história, aquela coisa que me torna único e diferente. 

IMG_20190724_082154.jpg

 

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