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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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16
Ago19

Aquele nervoso miudinho bem útil


João Silva

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Em julho retomei os treinos de séries, também conhecido como intervalado.

Já dei conta disso mesmo numa publicação dos últimos dias.

Por isso, não vou focar a questão técnica, sublinho apenas algo que senti antes de sair de casa.

Primeiro, existe um aquecimento até ao início da sessão específica.

Quando me levantei, senti-me nervoso. Percebi o que me incomodava. Há muito tempo que já não me sentia assim. O regresso das séries e a consciência do que ia sofrer estavam ali a morder os calcanhares.

Um pensamento curioso que me acompanha nestes casos é sempre o de me "acobardar". Não sei se é humana esta característica de procurarmos motivos (inúteis e despropositados) para não fazermos algo que sabemos nos fará sofrer, mas foi o que sucedeu naquele dia.

Como já conheço essa minha tendência, recorri à estratégia que desenvolvi há imenso tempo: chuto para canto a ideia de renúncia e penso sempre que, se não conseguir, pelo menos, tentei.

Talvez por saber o bem que ia fazer ao meu corpo apesar do mal inicial, lá fui eu. E não é nada mau nem errado deixar entrar este burburinho no estômago. É sinal de que nos testamos, de que saímos da nossa zona de conforto. 

Apesar do ligeiro incómodo, fiquei muito feliz por voltar a sentir que não era um dado adquirido. E não foi. Bem pelo contrário, foi tão duro que nem consigo encontrar termo comparativo. 

Mas o melhor estava para vir...uns dias depois, já começava a sentir algumas melhorias.

Aquilo magoa mesmo, mas faz tão bem depois.

Ainda na questão dos nervos, quando, na semana seguinte, fiz rampas na zona de Alcabideque, os pensamentos foram iguais. E foi tão bom.

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