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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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26
Jul19

Não adianta inventar


João Silva

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Adianta sempre testar coisas novas e já queria fazer isso há algum tempo.

Percebi, finalmente, que não adianta fugir, tenho de voltar às origens.

Este texto versa sobre o abastecimento efetuado (incorretamente) no treino do passado dia 20 de julho.

Como já referi, o meu abastecimento passa por água e por gelatinas da Decathlon.

Este ano, para evitar aquele sabor e aquela quantidade de açúcar, decidi experimentar fruta na preparação para a maratona que fiz em Aveiro. Comecei pelas tâmaras, mas o resultado não foi bom e fui obrigado e voltar às barras Aptonia que tinha usado na maratona do Porto em 2018. As coisas correram bem dessa forma.

Depois disso, voltei às ideias de deixar o raio das gelatinas e passei a abastecer apenas com água. Num ritmo muito baixo como tive em maio, os problemas não se põem, o corpo reage bem apenas à água.

Tendo substimado o facto de agora correr novamente a um ritmo mais alto e mais intenso, levei apenas 4 pedaços de maçã e 4 frutos secos simples (sem sal nem fritos, nunca faço isso).

Errado e, a par do muito calor que senti, foi um elemento decisivo para ter avistado novamente a parede. Porquê? Bastante simples de explicar: a maçã não tem maltodextrina ou outros açúcares de cadeia longa, portanto, não reduz a fadiga muscular. 

E é por tudo isto que lá tereim de me render às evidências no próximo treino desta natureza. Já nem falo da prova no Porto, aí serei "obrigado" a fazê-lo.

O vou tentar fazer é espaçar mais os abastecimentos. Em Aveiro, não deu, mas, por exemplo, no Porto, foi perfeitamente exequível. No dia 20 de julho, fiz o primeiro abastecimento sólido ao fim de 1h15.

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