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O que não mata, engorda e transforma-te num maratonista

Em 2016 era obeso, hoje sou maratonista (6 oficiais e quase 20 meias-maratonas). A viagem segue agora com muita dedicação, meditação, foco e crença na partilha das histórias e do conhecimeto na corrida.

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Jul19

Es bringt mich auf die Palme ou deixa-me com os nervos em franja


João Silva

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Prometo ser rápido neste meu desabafo.

No fundo, isto é apenas uma forma de expor algumas coisas que me irritam na comunicação atual.

Devido à "explosão de entendidos" em tudo e mais alguma coisa e à existência, cada vez mais intensa, de informações disseminadas com o intuito de servir como contrainformação.

Ora bem, parece que o grande negócio dos últimos anos é a alimentação e a forma como se vendem sonhos de forma artificial e repentina.

Então, como não se olham a meios, confundem-se as pessoas.

E depois somos presos por ter cão e por não ter.

Exemplos: temos de comer proteina, mas depois a proteina tem de ser vegetal e não animal, de seguida, a vegetal já não é totalmente acertada porque implica a ingestão de determinadas vitaminas para ser fixada no organismo. Os hidratos de carbono com elevado índice glicémico foram demonizados, mas depois percebeu-se que um atleta exposto a atividades que requeiram muita energia precisa desses hidratos para que as reservas de glicogénio sejam ampliadas rapidamente.

Além destes, temos a boa ideia de que a ingestão de fruta é obrigatória. Depois vêm os "pregadores" e atenção porque muita fruta vai ser armazenada sob a forma de gordura.

Por último, aquela irritação que é visceral para mim: os legumes são o melhor que podemos comer (e são), mas atenção, alguns deles podem ser cancerígenos quando ingeridos com a casca porque esta é impregnada com inseticidas e outros químicos pelos produtores.

Tudo isto é verdade, mas e o meio termo onde fica?

É caso para dizer: meus senhores, entendam-se, não vendam mentiras porque não se brinca com a alimentação.

Como se percebeu ao longo dos últimos anos, a indústria alimentar "perdeu" com a disseminação e a descoberta de informações nutricionais. Os consumidores tornaram-se mais exigentes e mais conhecedores. Conclusão: foi necessário reinventar o negócio (até aqui tudo perfeitamente normal e aceitável) e algumas empresas entenderam que a melhor forma seria financiar estudos que aterrorizassem a população. 

Portanto, é caso para dizer: nunca nada está bem. E isso confunde as pessoas, porque, desde logo, elas próprias "querem" determinadas respostas.

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